terça-feira, 22 de dezembro de 2020

OS RARUS (Raça Ruim)

Preciso entender nós que não  desatam  Pessoas que possuem nódoas de ódio tino    Que agem com atitudes das mais infusivas          Em nome da inveja gorda, querem aniquilar

Gente, assim dizem ser, mas são da maldade
Querem tudo de bom para si, o supra da vide
Nada para os outros, ai se alguém os supera
Liquidam com tudo, para o ter não sobressair

Vidas marcadas na história, seres da ruína
Frutos da semente preta, sem a concepção
De pouco intelecto, mas de ambição mórbida
Querendo obter a fidalguia, sem haver prisma

Perseguição atroz, danificar, sem importar
Pode ser quem for, seja do bem ou do mal
Por falta de amor e incapacidade, assolam 
o  gostam de gente, querem infisionar

Espíritos os dominavam e os consumiam
Hoje exterminados, inexistentes, não fuzilam
No entanto mesmo assim, ainda destroçam
São ruins, não cessam de criar arabestos

O passatempo dos rarus, é o jogo de ferir, ruir
A meta principal é controlar, dominar a mente
Para divertir danificam, estraçalham de fato
Há um prazer incontrolável de devastar, lezar

Quem são os rarus, onde estão, o que fazem?
Ainda estão em nosso meio, como humanos
Fazem tudo igual aos normais, na aparência
Diferem num ponto crítico: são muito ruins

Estão  espalhados no mundo, mas desunidos
Conhecidos por não gostar do muito laborar
Do dinheiro fácil, do empenho malogrado
Espíritos das trevas os escravizavam, cegos

Neste tempo do hoje e agora, muita reforma
Sem espíritos de tormento, ainda são presos
Indecisos, preferem a ruindade, que a beniz
Falo dos runas ruínas, rucras, ticicas do mal

Por tais predicados exclusivos e degradantes
Deus, o único dono do universo, se impôs
Não mais existirá rarus da maldade viral
Destruidores serão fenidos, só os salvos vivos

Nilma Da Silva Coimbra

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