quarta-feira, 22 de setembro de 2021

TEM DIAS...

Que tudo parece normal e o igual está em todo lugar, eis que vem um imprevisto mal quisto, num contrapiso e desanda o resto das bravatas...


Que o difícil parece fácil, o dia vai ser sem vacilo e eis que o esforço é maior que o pretendido...

Que há grande alvoroço, sem querer você engole o caroço, leva o dia empurrando os desgostos, no final só restou os desacertos para consternar...

Que não se sabe o que fazer primeiro, começo meio e fim ficam perdidos...

Que a volta é uma partida, para um recomeço sem despedidas, e logo em seguida o sentido tem outro refrão...

Que a dor é sufocante, a fome não vem, o nada se faz presente, perguntas ficam sem respostas, seguir só pela fé em Deus e descansar...

Não  sei se vou ou se fico, se faço ou me esquivo, se digo ou se emudeço, se me arrisco ou desisto, se me atrevo ou me anulo...

Que poetar é um mar bravio, que se nega a falar, outros dias é como muitas vozes a peneirar, para uma guerra não se levantar...

Que as alegrias se encontram para conversar, apagando as tristezas que ontem veio deixar, avivar as cores que estavam sóbrias, sentindo feliz, com todos os nãos que trouxeram outros dias...

Nilma Da Silva Coimbra 

MEU CORPO, MINHAS REGRAS?

 Em se tratando de ninguém vir a querer dominar   Respostas prontas e conclusivas explodem no ar.   Antes que um pássaro venha a fazer ninho de palha   Falas prontas e agressivas desviam intenções zunas

É a autodefesa diante das inferências, fazendo calar
Usar palavras chaves para inviabilizar, desacreditar
Se a frase é de convencimento, pouco importa
A questão é fazer parar afronta de súbito, desviar

Voltando a decifrar a afirmativa de um egocêntrico
Quer ter domínio até pelo que nunca poderá rebater
Um coração  pode bater pela vontade do dono dele?
A respiração está sob o domínio de quem a possui?

O cérebro ainda é um enigma mas quem o controla?
Quem pode comandar o processo do nascimento?
Por acaso a sede é ordem do corpo ou protela?
Meu corpo sim, as regras, ele vai impor, e assim será

Alguém sabe se está doente, se o corpo não avisar?
Pode controlar a dor quando o corpo pede socorro?
Sabe no conciso o que acontece dentro de você?
Ou apenas prossegue, baseado em tuas indecisões?

Posso criar regras para meus impulsos sem limites
Mas sempre serão regras dentro das regras dele
Cada ser possui semelhanças e diferenças únicas       
O que faz bem a um, pode a outro trazer o maleficio

Sou dono do meu corpo e mando, sou regente?
Ou é Deus que tem o poder da vida e da morte?
Exercita teu corpo e mente, faz bem, saúde terás
Não te esqueça que o criador é o teu proprietário

Nilma Da Silva Coimbra 

SER CORRETO INCOMODA?

 O certo incomoda pessoas erradas, inveja navalha.       O errado incomoda pessoas certas, fogem da rebata.   Ser correto no branco, dizem os letrais da Candinava     É brega, antigo, é utopia, são luzes da gibalta             São estes da travessia, que trazem a divisa dúbia

Lá vem aquela mirela, o certo e o errado varia Depende da ocasião, da visão de cada cidadão
Isto é para o errado, entrar na contramão, ser o bom
Vem como mentirinha para tituletar, cambirrar, gunir
O errado tem prazereres da anomalia, quer conturbar

Pessoas erradas não gostam de gente valente
Dos que mudaram de time, dos reais vencedores
Traçam marmotas de graça, trilham ferrilhões tortos
Querem enganar com arte, ser um autêntico no falso
Ter o prêmio Oscar, e assim conseguir tiles, queréns

Pessoas direitas sentem repulsa do mal, só de ouvir
Se porventura incorretos se atrevem a infringir leis
Esvaem depressa os justos, não negociam cordatas
Ser correto incomoda porque é o beliar da verdade
O que é belo traz luz própria, recalcados rechaçam

Saber tua identidade, teu caráter, só Deus a definir
Ser do errado, o empenho é dobrado no camuflar
O lado certo tem paz, o que se faz é conhecido, nido
Com toda convicção, aquele que é de Deus, é íntegro
Mas o errado e a Deus ignora consciente, é indigno

Nilma Da Silva Coimbra 

FÉU

 Bebendo o amargo da bebida dorenha, a não grata     Dia após o outro o féu do legrume é posto na taça         A porção de dores me é dada, a outro não destinada   Assombros obscuros, ruindade manifestada, aberta

Sopros de murmúrios traçando um perfil arbitrário
Acordos bizarros e infundáveis para saber o fútil
Dedicação extrema em aniquilar, matar até as raízes
Induzir pela força ações descabíveis, involuntárias

Pressões e fúrias infisas para sair do meu habitat
Vigilâncias cirradas a cada passo e decisão dada
Reações conturbadas para encobrir a real caçada
Mentiras em histórias escabrosas para obter honras

Novos farpados são criados para denegrir, confundir
Exigem silêncio de seus fracassos, driblam fuzarcas
Deus na intervenção de todos os fatos, dissipando
Féu do amargo cálice, propósito da escolha do Pai

Nilma Da Silva Coimbra

sábado, 28 de agosto de 2021

QUE AMOR TU VIVES?

O trivial, das temporadas
O banal, das ficadas
O misto, que tudo arrasta
O tanto faz, que não se retrata
Ou o teu viver é amor real
Qual amor tu sentes?

O amor que se imagina
Nem sempre é obra prima
O amor que se cultiva
Não desperta no outro, a mesma sentila

O amor que está na escrita
Pode estar ausente no escritor
Palavras de amor, mentiras e verdades conflitam
Ideal é viver o amor, deixe o coração falar

Se é amor da reta final,  priorize à risca
Tendo já o presente, ou ainda na espectativa
É na aliança com Deus, que realiza

Nilma Da Silva Coimbra

HONRA A QUEM MERECE HONRA

 Honra ao mérito, honra aos que destaques tiveram   Aos que se empenharam para o ótimo desempenho   Dedicação e determinação no todo, é a essência   Firmar valores excelentes, atitudes de abrangência

Mérito pode ser imerecido, depende dos envolvidos
Para receber aplausos, fama e reconhecimento alto
A fenda rachada, a brecha encontrada para burlar
Chegar ao proposto ou no topo, sem etapas passar

Criado para reforçar bons hábitos e bons princípios
Seja nas empresas ou órgãos públicos, lá está posta
Com data marcada, alguém nas habilidades vencerá
Terá sua homenagem, ganhará a recompensa final

Será que tais saudações trazem a tona o requerido?
Estes celebrados continuarão fiéis sem as honras?
Por um tempo, talvez seja feito, mas sem a platéia?
Qualidades devem ser exaltadas em público ou não?

Dai honra, a quem a merece, sem que haja falsidade
Nem sempre se é preciso falar, o respeito é dádiva
Confiança em tempo integral, se adquirida, é riqueza
Se acaso não houver louvores, não mude, seja certo

Há honras esquecidas, que muitos as desprezam
É saber que existe um Deus, e não se importar
Ou pior que isto, é ter a certeza de ser a única saída
E não querer Ele como supremo, nem como Pai

Para Deus agraciar e engrandecer, é só amá-lo
Desnecessário é muitas palavras, siga-o, sê fiel
Ele não quer celebrações, exalte-o sendo sincero
Fale com Ele, escute-o, obedeça-o, verá o seu agir

Nilma Da Silva Coimbra

VOCÊ REPRESENTA DEUS?

Pergunta direta aos que afirmam ser da elevância          Você  que diz ser "pessoa de Deus", vive tuas frisas?Sem temer, pode na certeza dizer: "sou da realeza?        Em qualquer lugar, jamais irá negar o que te dá vida?

Será que a maioria diria a verdade ou a mentira?
O desejo de ser aprovado, faz a mentira sorrir, foliar
Pode você representar Deus, como filho, ser da luz?
Se realmente amá-lo de coração e viver em retidão

Ao indagar sobre Deus, muitos retraem, vulgarizam
Nem todos são de Deus, mas vai a igreja fingir ser
Há os convictos por fora, por dentro, Deus não está
Um tipo curioso, é o que renega Deus, mas o usa

Qual sua postura, perante sí mesmo, sobre Deus?
Já fez seu perfil, sua biografia, de seus valores?
Ou ainda há espaços, dados que nunca preencheu?
Faça uma reciclagem, deixe a honestidade fluir

Faça a sua escolha, pois o tempo é de decisão
Abandone suas multifaces e máscaras da farsa
Deus está fazendo a repescagem, povo selecto
Quem viver em Deus somente, alcançará redenção

Nilma Da Silva Coimbra

QUANDO DEUS DIZ NÃO

 Receber um não, quando o sim é esperado, impacta     Queremos ouvir o esperado, mas o inesperado criva     Cremos sem triscar que o almejado é o já, adelante   Vindo da parte de Deus, o não é mais pesado, soma

Os olhos podem ver o previsto, mas não o escuso
Portas abertas podem estar disponíveis, e não ser
Todas as chaves não contém o segredo da vida
Todos os caminhos não levam para Deus, afastam

Mistérios impenetráveis desconhecemos, reflita
Armadilhas estão a espera em secreto para abordar
A ruindade ainda é a causa principal das malatrinas
Se Deus diz não a um filho seu, é amor excelente

Se o não de Deus, vier de sobressalto a lhe envolver
Por uma escolha que tenha que decidir, finalizar
Agradeça a Ele, não se revolte ou enraiveça, aceite
É Deus te livrando de um mal de perigo, é amor belin

Nilma Da Silva Coimbra

domingo, 25 de julho de 2021

LABIRINTOS

 Caminhos geométricos, formas chaves de alinho   Entrada de rumo certo, múltiplas saídas, uma veraz         A busca pela aventura, conhecer novas perspectivas     Aguçar a mente, trazer a tona novos desafios     Preparar o corpo e espírito para duelos e confrontos

Antigo esporte dos cavaleiros, guerreiros do rei
Para sair de complicações, destrinchar problemas
Surgiram para aprimorar aptidões, reflexos, destreza
Obter reações que estimulem a recomeçar se falhar
O objetivo primordial era garantir vitórias concentras

Há também em nós, labirintos mal resolvidos, trunas
Entramos na certeza, mas dúvidas crivas nos cegam
Saídas desfalcadas dilas, embates para retroceder
Uma única saída real é certa, não desistir, resistir
Que seja em direção do alto, chekiná impulsa, segue

A vida possuem compassos, em tempo e fora dele
Melodias em diferentes tons, ouvidos a diferenciar
Graus de dificuldade, são labirintos a enfrentar
Não importam as tranqueiras, serão derribadas
O impossível não existe para os anelados em Deus

Relate um problema imediato, a saída irá procurar
Este percurso é o aprendizado, lição para ficar
Se a solução vai encontrar, dependerá da garrida
Constância sempre diante da meta a conquistar
O fator mais relevante, está no Deus das respostas

Se diante de obstáculos, houver entraves penosos
Tiver que atravessar a qualquer custo, o barro negro
Reative seu ânimo, reserva-se do nada, avante!
Seja teu labirinto leve ou de longas inbernadas
Tendo Deus no coração, vitória nunca negada

Há balantos que embarcam sofrimentos grosnos
Tamanho é o repuxo e fluxo, que fere a alma ruindo
São  cravos crinos que rasgam, avassalam, travam
Somente um pode restaurar, curar, livrar no absoluto
Deus, o que nunca abandona o clamor dos salvos

Nilma Da Silva Coimbra

PERDIDOS NO TEMPLO

 Busca pelo controle, ganância explícita, basta!     Clã runa que vai a igreja, para cumprir seu papel   Fazem tudo que é preciso para serem perfeitos   Almas nunca salvas, atores da vida, tempo real

Guardam convicções de invenções, regras funas
Creem na aprovação de Deus, pelo parecer ser
Querem envolver, atrair, convencer para mitificar
Sendo aceitos, passam distorções da verdade

Fingimento é a arma preferida, saboreiam o ato
Se aperfeiçoam no que mais apreciam, imitam
Incorporam qualidades e dons sem possuí-las
Iniciando a jornada, vão até o fim da caminhada

Perante a sociedade, agem conforme escolhido
Se pastores, estudam a bíblia para estremecer
Se "levitas", cantores ou músicos, para seduzir
Missões nem sempre é socorro, lucro predomina

Assim são com outros cargos ou chefias vistas
Gostam de jogar, vivem no perigo, nas margens
Querem saber demais, testam para ludibriar
Sem razão coerente, vivem uma vida aparente

Perdidos em regras e teorias burras, diferem
Criam templos só para runas, e isto é o paradoxo
Querem provar que são exímios enganadores
Este desatino que é um entrave, deixo vírgulas

Neste enredo sem consenso, sem conformidade
Brincam com o sagrado, sem dor, peso ou culpa
Em casa possuem seus santos, fora abominam
Conforme o templo, conforme é a dança, o ritmo

Outros fatores há que trazem a marca nefasta
Orações de runas são o inverso, impetram a dor
Profetizam com trepidez, sem a verdade conter
Dizem em secreto, "somos runas sim, até morrer"

Você que é o oposto destas conjecturas lúgumes
Que está do lado da vida, do reino trino vencedor
Nem toda igreja é Deus presente, é vidro fosco
Onde estiver, só fique se Deus aprovar, é sábio

Um leque se abre, tudo está sendo explanado
Perdidos no templo é a igreja da besta, gonos
Ruindade imposta ao extremo, ida sem volta
O Pai justiça já está no comando, morte renhida

Nilma Da Silva Coimbra

MEUS DESAFIOS

 Enfrentar obstáculos, desbancar  imperdoáveis     Enfrentar covardes, incitadores, beluscos nodos   Sem temer as queixadas,  barricadas de ganchos   Ir até  as últimas perreias, desnudar os gerúndios

Duelo de garrotes, de forças sangrentas, em fúria
Confronto diário com trevas, bestas feras à caça
Como lobos e hienas a fome os domina, grunem
Sem freios e controle agem como desordenados

Ganância desmesurada, ávidos, se ter for negado
Inimigos de si mesmos, desprovidos, perigosos
Neste desafio contínuo, meu Pai me resguarda
Não  busco as guerridas, sinto o repuxo guto

Provocadores natos, perturbar é lazer, o divertir
Disfarçados de gente, pele de demônios e vinil
Comem de nardo, negam o fato, exibem a dieta
A verdade é o terror camufla, querem carne viva

Carregam o fardo pesado da inveja e intolerância
Sabem que nunca foram humanos, aí a revolta
Odeiam Deus, o bem, os que são salvos repelem
Possuem no corpo a marca 666, a besta do fim

Meus desafios tem sido renovados, calcados
Pelejas e ataques de fórcepas, garras para rasgo
Era dos espíritos é passado, buscam o recesso
Feiticeiros não mais haverá, decreto sem reverso

Opressores e impositivos, sede de poder, posse
Maldosos, infiéis, querem permanecer ruidosos
Runas destruidores não poderão subsistir, finate
Vencedores são todos os guerreiros de Deus

Nilma Da Silva Coimbra

RIQUEZAS ETERNAS

 Há  algum tesouro maior que virtudes?                     Se houver, estão  escondidas, esperando o surgir   O bem mais precioso está na beleza das atitudes   Qualidades imperativas pessoais, que cativam

O que você mais busca em sua vida?
Ter riquezas e dar tudo por isto, ou ter dádivas?
Possuir o que o dinheiro pode dar ou ter a graça?
O que anseia por encantos cora, tem beautitudes

O coração  do homem ainda está no reflexo revo
Nem todas as luzes são  dignas, o falso ofusca
Não  são vestes que ditam, nem sorrisos caros
O que os olhos vêem nem sempre é o que é, risa

O belo que é invisível, se sente, é transcendente
Engano é pensar que virtudes, só é para alcançar
Falsas virtudes não fazem a conquista, matizam
Ser alguém de valor, transpor ideais, Deus o guia

Você cre em traços benignos vindos de todos?
Esforço há em igualar o bem, é só um cerão viso
Atitudes benas, dotes da alma, pertencem a Ele
O querer parecer ser extrapola, feio  vivo e mudo

Será que,  beleza que inspira, está no óvulo mãe?
Essência de formosura da alma, vem de Deus luz
Seres especiais cheios de amor da fonte viva
Aquele que optou pela vida, terá atributos alvos

Quais as beatitudes que alguém pode compor?
Caráter digno, comportamento coercitivo e bení
Blumas são resultados da aliança com o Supra
O sábio irá ao encontro das jóias de Deus pinas

Nilma Da Silva Coimbra

sexta-feira, 25 de junho de 2021

A PASSAGEM

Passagem é deixar um lado, para estar noutro
Nem sempre é crucial, mas se faz necessária
É a trajetória que encurta tempo e distância
Beneficia e traz vantagens essenciais, sumárias

Mas existe uma passagem que de Deus provém
Só está aberta para os que desejarem vir a Deus
Ter arrependimento para seguir uma nova vida
Em coração sincero amar, ser amor, viver Denui

Fala-se em pandemias, da invasão de vírus ritos
A inversão de valores tomou conta de muitos
Viver todos querem, alguns para a morte difundir
De eficácia pouco há constatado, só o superficial

Males incontáveis já assolou a terra, perverteu
Guerras, doenças, homens de sagaz pertinência
Transfomaram o mundo em dores contínuas
Runas obsessivos se destruindo uns aos outros

Por muitos séculos não se falou em runas
Era proibido, o perigo de ser morto pelo diabo
Expandiu-se o mal sem limites, em larga escala
Foi então que houve intervenção divina severa

O diabo e Lúcifer não mais existem, mortificados
Por causa da extrema urgência de mudar tudo
Palavras bíblicas se tornaram antigas, o novo já
Haverá  muitas retaliações nisto, Deus falará

Foram abolidos macumbas, feitiços, quizumbas
Maldições, opressões, pragas e pestes banidas
Inveja não tocará ou atingirá os filhos de Deus
Somente entre os maus, a inveja será expandida

Demônios e espiritos de feitio mortos, destruidos
Objetos e insetos, não mais possuem espíritos
Cachaça espiritual extirpada, o alcolismo finado
Há muitas coisas que no tempo certo Irá sumir

Muitos não crerão nestas linhas, de se esperar
Mentiras inventadas e modificadas na escrita
Deus porém já de imediato esclarece os desvios
Vida nova e abundante para os remanescentes

Aos da ruindade que de verdade quiserem Deus
Farão parte da nova família, a familia do amor
Laços de união de respeito e harmonia no Pai
Serão acolhidos de braços abertos, vida fluirá

Aos que não são runas e não estão em Deus
E queiram mudar de vida, transformação total
Agora é o momento desta tomada de decisão
Ele quer uma conversão real, viver para construir

A passagem das trevas para a luz, está aberta
Ele chama todos os homens para a plenitude
Façam uma aliança de vida eterna com o eterno
Os que que vierem para a passagem, renascerão

Mas se ouvirem o chamado do Pai, para ser filho Rejeitarem seu amor, e optarem por serem runas
Ainda quiserem fazer malignidades e destruição
Estes já estão condenados a morte, extintos

Nilma Da Silva Coimbra

PROVAÇÕES

 Tão simples dizer tal palavrinha, não se calcula   Ser provado, não se explica, passar por ele, sim   Passar por duros golpes, ser assolado com vibe   Não poder expressar o terror roluto ainda desviar

Contar dores, destrinchar sofrimentos de sangue
Não é agradável, traz um reforço de feridas risas
Assim, nossas bocas só identificam o essencial
Para não sobrecarregar quem ouve, amenizar

São muitas as provas e testes que na vida temos
Provações se tem que passar, inútil é não querer
Algumas vamos ignorar, outras fugir, até duvidar
Mas aquelas que são premissas, é para esperar

Não te importes se provações venham, é preciso
Ela é a preparação para fortalecer o espirito
Enfrente sem temor, não te detenhas, fique firme
Pode haver batalhas cruéis, o mais forte vencerá

Deus está treinando seu grande exército de amor
Soldados valentes, destemidos, combatentes
Que nada os atingirá, serão bravos e guerreiros
Por onde forem, Deus estará junto para vencer

Nilma Da Silva Coimbra

SUPERAÇÃO

 Superar será somente para alguns ou é treino?   Não se deixar abater por opressores, resistir       São agruras de ferro de corte, ferimentos tinos   Ainda que seja imprescindível, há desistências

Assim tem sido meus dias, quebrando pedras
Até que se tornem esmiuçadas, abrindo corvinas
Sem estremecer,  persistindo, destruindo fardos
Junto ao meu Pai, como combatente e serviente

Avançar sempre, se do alto já fostes revestidos
A luta renhida que o ódio presencia, é furrazina
Enfrentar os desafios, suplantar as das ondas
Exceder todas as perdas, conquistar o absurdo

Superação é a força interna do espírito, galgando
É o esquecer do eu, elevar a causa, ir além mar
É alçar voo sem asas, correr com os pés feridos
Atravessar barricadas e não temer as feranhas

Tudo aqui descrito só é possível, se Ele desejar
Ir além limites, requer sustentação altaneira
Deus é que refaz energias siben, vida fluindo
A força maior do mundo está em Deus, amor lin

Nilma Da Silva Coimbra

TEMPLOS

 Templos, representam a verdade no mundo?   Igrejas solenes luzentes mostram o que são?     Pelo que se deixam seduzir quando vão a estes?Qual o motivo pelo qual alguém se dirige a eles?

Ostentação nunca será de igualde com a santile
O belo ezuberante, não reflete o verdadeiro Deus
Um simples coberto pode conter mais explendor
A luz trina para resplandescer busca almas bliz

Em tempos idos, e também hoje, o mesmo traço
Templos vieram para enriquecer, obter vantagens
Depois para servir a demanda de vidas no junco
Será estes templos que Deus requer santidade?

Reis de todas as épocas, em seus palácios galas
Faziam templos eunintos, para deuses estranhos
Suntuosos, de luxo extremo, para serem notados
Quem contribuía para tal aparato era o imposto

Neste emaranhado de distorções, se fez nozeiras
A visão do imediato, de luzentes só de estampa
Está cessando e vindo a luz que de dentro surge
Luz branca da alma, erradia verdade, Deus pleno

De que adianta a brilhesa do bem estar presente
Com seus ornamentos e cores de ofuscar a vista
Os templos com espaços de assombro, arrombo
Se simbolizam a exaltação a deuses da farsa

Você que gosta de estar em templos de brilho
Sem sequer saber o que envolve tal soberba
Acorde para o brilho real, apague luzes de enfeite
Aprenda ver as luzes eternas, acima das estrelas

A Casa de Deus de amor, tem sua autenticidade
Não quer parecer ter seu valor pelas oblesas
Antes que no interior de cada vida, seja luz gorne
Luz infinita a todo que ama a Deus, templo real

Nilma Da Silva Coimbra

PONTO SEM NÓ

 Ponto sem nó é uma frase popular de relevância       Significa alguém que não faz um ato, sem retoco       É o mesmo que "toma lá  dá  cá", sem dó ou ziza   Cada atitude seja boa ou má, é trançada na volta

Um ponto, um nó, o agir preso ao interesse godo
É o dar algo já armando um laço para arrebatar
Muitos pontos e nós são traçados,  jogo tinhoso
Feito para sempre ganhar, perdas maiores há

Encontrado em cada ser que deseja ter o bonus
Seja trapacear, lograr para benefícios amplos
Mais certo seria dizer, ponto com nó, para trizar
Só os que são do bem, se doam e nada é pedido

O Ideal seria se houvesse laços sem trocalhos
E o desejo de sempre obter vantagens fosse nulo
Em comunhão havendo total colaboração vinida
Num só coração, ajuda contínua, no elo de amor

Nilma Da Silva Coimbra


Nilma Da Silva Coimbra

terça-feira, 25 de maio de 2021

BRISA E VENTANIA

Brisa e ventania eram conhecidas, não amigas  Quando uma passava, a outra quieta estava        Nunca juntas, suas diferenças eram exorbitantes  Uma delicada, serena, outra tempestiva, danosa

O prazer de Brisa era trazer acalanto, ar fresco
Gostava de levar seu toque suave, em amor vida
Ventania era brutal, por onde passava, destruia
Sua força trazia a perda em grande escala, zunia

Brisa, o amor, o frescor suave das florindas
Ventania, o arraso que punha abaixo as venezas
Um dia, ventania resolveu invadir a brisa, trucidar
A Inveja o consumiu, pois perdeu tudo que tinha

Diante disso, Deus resolveu colocar um final
Ventania não mais viveria, outro então haveria
Brisa foi socorrida pelo seu criador, que a livrou
Ventania do mal finou, outro Ele fez, Deus é renal

Brisa continua a ser o que está destinada
O que era, ainda o é, nunca se curvou ao malefo
Ventania, por ser ruim e invejoso, pereceu, vinou
O poder e força pertencem ao Supremo, lenon

Nilma Da Silva Coimbra

PONTES

Toda ponte tem um porquê de estar aonde posta   Dois lados que necessitam estar juntos, unidos   Em todo lugar, há pontes de variar, para interligar   Para intercâmbio de utilidades, elas são a saída

Uma ponte nasce quando é preciso alargar laços
Extender os espaços, conhecer novos tratados
Solução para negócios, expandir territórios, cizar
O outro lado é o complemento, inicio do novo

Em tempos retrozes de guerra, servia para espiar
Ficavam de pronto no disfarce, para colher fatos
Também trazia mortes em dobro nas batalhas
Meio eficaz para reunir povos, pontes são refisa

Ponte é travessia, a outra parte para ser parte
Hoje é de boa serventia para um todo, expande
É bem visitada por namorados,  traz saudades
Quem passa, fica a pensar, qual história ela traz

Se pontes foram feitas para unificar, acrescentar
Porque não podemos ser pontes uns dos outros?
Ser alguém que faça o extraordinário, a ligação
Saber se é pra ser, se dar, fazer a conexão vega

Então vá de passo calmo, pise na certeza da reta
Seja então a melhor ponte, menos a  pinguela
Leve as primícias, o extrato das melhores belinas
Da sua vida, faça um elo de amor, por onde for

Nilma Da Silva Coimbra

O IPÊ AMARELO

Na guerra pelo progresso, o homem não mede esforços e as consequências dos seus atos. O importante é avançar. Numa batalha desigual, destrói insanamente os recursos naturais, essenciais à sobrevivência. A resposta da natureza pode até demorar, mas não falha. As vezes, é imediata, intrigante ou mesmo desafiadora. Só precisamos interpretá-la.


Num ato silencioso e inusitado, ela respondeu aos afiados machados e às violentas motosserras, maiores formas do desrespeito destruidor. Insistiu e exigiu seu espaço para expor a beleza de suas flores e a generosa sombra da sua copada, numa grande demonstração de energia e desejo de viver.

Derrubado e transformado em poste para suporte dos fios da rede elétrica, o lpê amarelo não se entregou. Com uma reação estupenda, recuperou sua pompa e reinado de árvore símbolo nacional. Rebelou-se à condenação injusta, criou suas raízes no solo e voltou a reinar absoluto, esbanjando alegria e beleza com sua identidade marcante.

Reconsiderando o seu ato, o homem decidiu transferir a rede elétrica a um poste de concreto instalado ao lado. Agora o Ipê reina livre dos fios.

Este lpê, que pode ser honrado com "i" maiúsculo, é uma atração pública em Porto Velho, capital de Rondônia, distante 3.500 quilômetros de Porto Alegre.

Doce privilégio dos moradores do bairro, a exemplo do fotógrafo amador Leandro Barcellos, gaúcho de Passo Fundo que reside em Porto Velho e nos cede a imagem para saboreio dos eletricitários gaúchos.

Com forte herança dos povos latinos, durante algumas décadas, Rondônia exerceu forte poder de atração sobre sulistas e nordestinos para exploração mineral, extrativismo e agricultura, desenvolvendo uma nova cultura miscigenada.

Não aceitando a imposição do homem, o Ipê fincou pé e readquiriu vida.

Do texto " Da Energia se fez a vida."
Autor desconhecido.

Nilma Da Silva Coimbra

EU QUERO ENTENDER

 Sim, eu anseio por uma resposta coerente   Preciso de explicações condizentes e reais   Quero entender o porque de tantas barbáries   Necessito de que me respondam em verdade

Pergunto aos insanos, aos ruins intemplários
Qual o motivo desta fúria de crueldades runas
Se tornou obsessão a morte de uma rina boa
Que nunca nem sequer soube que runas havia

Indago todos os dias, a todos os sem alma:
O que vos leva a este empenho em destruir? 
Há um motivo sério pelo qual a perseguem?
O que esta dama fez de tão horrendo a vós?

A resposta absurda que ouço é de endoidecer
"Ela é nuito linda, é muito! não pode viver!"
Ouço sempre estas palavras insandecidas
Respostas sem sentido, sem base ou alicerce

Se existe um fato real que identifique a causa
Não é falado as claras, mas fica no obscuro
As vezes soltam palavras presas aos dentes
"Ela é loira bonita por fora e no intro, Inveja!"

Diante destas frases infantís, sem argumento
É de não acreditar tamanha imbecilidade
Quanto maior a ruindade, a inveja é múltipla
E se a ignorância estiver com a burrice, verica

Visto que a inveja possa causar enorme furor
Neste acampamento de forjas, aqui é seu QG
Inveja desmedida por tudo, sobeja, transborda
Só  passam desapercebidos, velhos e negros

Brancos e pessoas de boa aparência no vestir
Correm riscos, podem ser tratadas no rasgo
Visto que o dominio era de opressores nitos
Agora perseguem obstinados a rina de Deus

O motivo mais profundo desta caçada insana
Não sabem dizer, repetem palavras vulgares
Não creio em refutacões evasivas, furtivas
No meu entender a loucura foi além, extrapôs

Fanáticos do runismo sem freio, sem controle
Crenças sem valor, regras podres e frágeis
Querem tudo para controlar, nada para dividir
Perseguem por inveja, incapacidade de amar

Mas há algo que ainda estava no escondido
Antes do runismo e inveja, estava o vudula
Que planejou há séculos, matar esta rina bona
Porque sabia que iria destruir o feitiço vudu

Quebrados foram os feitiços dos ancestrais
Estes iniciaram o runismo e brotaram a inveja
Queriam o domínio de tudo, ruindade expandir
Foi descoberto enfim suas manobras, banolê

Deus está no comando destes homens gonos
Irá esclarecer este talo que engasga e entala
Muito breve serão apenas lembranças antigas
Perseguir seja quem for, será passado riscado

Nilma Da Silva Coimbra

QUE VIDA É ESSA?

 Qual a pergunta que nunca se tem a resposta   Seres desumanos vivendo sem se importar           De qualquer jeito vão levando seus impropérios         Se der pra ser, tudo bem, senão fica para depois

Vão chutando o balde, desistindo de resistir
Trabalham por necessidade, vagueiam, vadiam
Falta-lhes algo que não sabem dizer, é vazio só
Precisam sentir que estão vivos, vão na busca

Querem tanto o amor, mas são ruins, destroçam
Nada falam abertamente, fingem sempre tudo
No espírito são frágeis, vulneráveis, mas runem
Inteligência humana descartam, é o que resta

Desarmados estão, feitiçaria era o que possuiam
Vivem com medo de serem pegos, maldade rena
Muitos são os foragidos, caçados por vingança
Ainda que gentis, não se afeiçoam a nada, secos

Se têm filhos, não aceitam serem bons, rejeitam
Os ruins gostam pouco, mas são os preferidos
Se os filhos queridos ficam cruéis, abandonam
Em seguida querem de novo filhos neste ciclo

Com saúde precária, tentam passar vida sadia
Comem muito, mas gostam de exaltar magresa
Mentem em compulsão, verdade não é bem vista
A inveja os domina, destroem a vida alheia rindo

Que vlda é essa em que o parecer bem, é o ideal
Fingir sempre, é a regra geral, fraqueza é ruína
Burlar em tudo, para obter vantagens de vicuna
Traiçoeiros, malogros, enganam com requinte

Lingua afiada para enveredar e trazer contendas
Gana ferraz por tramas complicadas até minar
Querem tudo para ter, mas não gostam de nada
Lutam para nunca verem a morte, recusam-na

Não querem ser de Deus, ter por perto somente
Não amam ninguém, a não ser a si mesmos
Reflitam vós que se engajam neste perfil doente
Deus só trará vida minda aos arrependidos veros

Isso é vida gente linda ou será morte em vida?
Se querem viver, somente no Deus único, supra
Outras direções vos trará o erro, dor e sofrimento
Acordem! o que valeu ser runa, tudo foi perdido

Desejam ser de Deus em verdade, fale aberto!
Abandonem esta vida de regras vazias e burrice
Seja gente do bem, que ama, que se dá e soma!
Só  assim vida do alto terá, morte não te visitará!


Nilma Da Silva Coimbra

terça-feira, 11 de maio de 2021

AS VARIANTES

Variantes, são as surpresas dos fatos, calunatos  Detalhes nem sempre vistos, desprezados.  Situações ocorridas dentro de um contexto solto  Embora haja providência da feita, há invertidas

Ouça uma história escrita, se relatar, há o mais
São as acrescidas, as frases de chamauto, novas
Que dão o tempero do gosto, faz ela triscadiar
A história se torna vibrante, ouvir é delícia pura

Aonde estivermos, em qualquer parte do mundo
Sempre vai ocorrer os incautos, traçados vultos
Situações em que não possuimos controle, risat
Vem como um trovão de sobressalto, assusta

Nunca estabeleça alta precisão, o exato é deriva
Ciencias exatas, por pouco escapa, tem resalvas
Nada é isento de mudanças e intervenções, vene
Ainda que o pressuposto acerte, persiste erratas

Construa seu castelo forte, desfazer pode doer
No entanto se riscos sérios envolver, revogue
Recomece inserindo os prós e contras possíveis
Faça no colchete, na ponteaguda, na atenção

Aquele que se propõe a ter exatidão na precisão
Deve saber de antemão, que este dominio é nulo
Por este detalhe, dentre outros, o adverso é vivo
Só Deus sabe todas as perfídias, Ele tem o aval

Na contramão da vida, muitos são os percausos
Contratempos, inferências, poderão surpresar
Se nas mãos do Pai eu entregar as vizumas rilas
Ainda que tempestades múltiplas surja, te livrará

Nilma Da Silva Coimbra

O ROUBO DO TEMPO

Se roubo já é contravenção, do tempo é invasão  Tirar o tempo de alguém com plano visto é truna        De forma declarada ou de rodaneio, é perda ruta  Um minuto, um dia, pode ser o espaço ouro vita

Neste consejo, há os que não aceitam se sujeitar
Cabe aí um adendo goloso: não permitir truncar
De modo algum solte as ferezas, segure no certo
Cada instante de desperdício, são percas doídas

Se delongar num trabalho ou deixar o tempo ir
Não se importar com a maré alta, soltar a leme
Implica em prejuizo de percurso, sem retrocesso
Outro dia pode não ser, culpa no retardo é inútil

Tempos de turbulência ou bonanza, vamos ter
Segurar todos os contratempos, quem o fará?
Periodos de furtos descalabros, aqui e ali se verá
A Atitude a se tomar, é se posicionar, o basta dar

Ladrões do tempo intrusos, rompem vidas, bifam
Almejam até além das profisas, querem assolar
Muito mais que roubar transcursos, destroçam
Intentos fracassados, Deus restaurou, renovou

Nilma Da Silva Coimbra

INVEJA É DESTRUIÇÃO

A procedência desta praga doentia, é demoníaca  Descrever este destruidor, é trazer a tona o caos É uma erosão oriunda das profundezas, é vulcão Penetra como pixe novo, impregna, contamina

Equivale a um veneno tóxico, que irradia morte Tem em sua bagagem excesso de corvinas binas  Seus hospedeiros são a raça dos runitauros duin Querem espalhar a semente corazin, do zimagor

O que é esta dita fuza, senão cobiçar e zangar Desejar o que não possui, rasgar a vida alheia Perseguir raivosamente até a vitima não respirar Porque hienas selvagens gostam de sangrar

Cada invejoso possui seu próprio estilo, é caniço Prepara seus ardís, seus forentos, é da fungaça São os rarus, raça possuida de ruindade vunil Carregam a arte de escamotiar, de fingir na ziga

Os atrozes, os indesistentes vunas, são insanos  Carregam esta carga pesada por séculos, ronam Possuem argumentos infantos, não sabem dizer  Respostas são evasivas, sem sustento, vazias

Respaldar a real procedência da inveja, distonam Se uma mulher tem beleza vista, runir é a ordem Se além disso é o belo bondade, então destruina Se alguém os indaga dizem: "é muito, vai funir"

Invejar, não importa quem ou o que, é ignorância Se o ato é visto, dizem: "eu não posso com isso!" Sentimento vergonhoso, retrógrada, arcaico, birra Mostram um caráter defeituoso, egoísta, ego lato

Estes infelizes, são incapazes de irem  a luta    Querem tudo de todos, mas nada para os outros A lei do menor esforço é universal, labutar pouco Outros não trabalham, exploram, mendigam

Invejosos da fúria, nunca conseguirão permatizar Cobiçam, framejam destroçar, logo nada mais Todo ser que deste artifício usar, para destruir    A dor virá repentina, feridas de zinas cortantes

Este contexto é de supra importancia enfatizar Repense e analise seu procedimento a contento Deus está fazendo a grande reforma, novo lar Inveja e runas não existirão, escolhidos viverão

Nilma Da Silva Coimbra

O MEIO TERMO

Sim, ele existe, mas não é bem recebido, terato    Traz dúvidas a se perder, conflito e indecisão     Meio termo de qualquer proposto dado, é divisa   Nem lá e nem cá, é o centro de uma confusa

Há quem profise esta sentila, pois tem seu terço
Nem tudo é cem por cento, ou equivale ao peso
Tem lance que só se valoriza se for pela metade
Muitas coisas tem sentido dúbio, faz a rechaça

No geral, meio termo, meias palavras, descarrilha
Oito ou oitenta, é o correto saudável, sem crivela
Dizer " sou da coluna do meio", não é bem visto
Oxalá se tudo fosse tão fácil, ser maleável é bom

Expressar decisões importantes, exige perícia
Na vida há elementos que a contradição invalida
Além do meio de tudo, há outras enfáticas, cizar
Muitas caras possuem as temáticas, calibrar

Se lhe for pedido uma fala, resposta ou parecer
Ou ainda tenha que tomar providência correta
Não fique só na possibilidade, tenha convicção
O meio pode não ser o veridito, sapiência nisso

Nilma Da Silva Coimbra 

RUNISMO É PRISÃO

 Falar sobre runas e seus descalabros, dura tarefa     O medo e o tabu, são ingredientes da massa dina     Vergonha é o sal amargo, que está  impregnado     Runáticos se orgulham desta raça podre, vuna

Em época muito distante runas foram criados
Embora o exterior fosse similar ao homem nato
Por dentro havia o fator ruindade e astúcia male
Além de muitas partes acrescidas, para arruinar

Um ser abominável das trevas, formou esta raça
Quis ele afrontar o altíssimo, provar ser o melhor
Modificou algumas partes do corpo, o fez cruel
Cérebro o mais diferenciado, teve a marca ruína

Durante séculos a não mais ver, eles procriaram
A terra inundada se tornou de runas muito ruins
Trazendo muita destruição, mortes, dores gonas
Por causa dos filhos de Deus, o Pai resolveu agir

Com inveja e ódio descabidos, bons eram o alvo
A bondade viam neles, e por isso os perseguiam
Runas não possuem o bem, são ruins de zucrina
Rinas do bem, são os salvos em Deus amados

Destruir o povo de Deus, esse era o lema a risca
Apesar de muito empenho, nunca conseguiram
No passado ou no presente, Deus sempre livra
Runas e rinas ruins sem Deus, sempre morrerão

Runáticos era estar sob jugo de espíritos bravos
Muitas normas e regras adotavam, aprisionavam
Ouviam a um demônio, Deus era dispensado
Muitas vozes ouviam, nenhuma que os ajudasse

Deus interveio para mudar a história, nivelar
A grande reforma está sendo feita, está no final
Feitiço, mazumba, otelê, mandingas, inválidos
Maldição de zuma, pragas e pestes, inexistentes

Runas da destruição vulta, não haverá, grená
Os que se converterem no amor de Deus, viverão
Só terão a benção, vida plinal, os crentes verenás
Runismo e runatismo é prisão, é retrocesso birral

Um fanatismo desenfreado se desenvolveu
Runáticos se tornaram cegos, mentes de bronze
Runismo é uma grande mentira, ilusão do poder Elaborada e fiada para servir a ganância extrema

Ainda faltam acertos de precisão a serem feitos
Nem tudo é preciso ser dito, os fatos falarão
Deus tem anunciado a todos sobre a nova casa
Terra, tu já és linda, formosa o Pai Maior deixará

Nilma Da Silva Coimbra

segunda-feira, 3 de maio de 2021

DESPEDIDAS

 Inevitável é não ter, porque nada é para sempre   Inúmeras são as despedidas, agradáveis ou não   Necessária é para um novo começo, tudo mudar   Em tempo ou destempo, separar para recomeçar

Todo ser vivente já passou por este vale, assim é
Se ainda há quem nunca o fez, o fará, faz parte
Despedidas quebram velharias, paralisam turras
Para o novo abraçar, é preciso o antigo renegar

Retiradas são comuns, alguns retornam, na dor
Outros partem para nunca mais serem vistos
Assim, todo desenlace tem chegada e partida
Quem fica, quem vai, duas partes em divisas

Dizer adeus, até um dia quem sabe, não mais ver
É um momento breve, raro esquecer, faz pensar
Ainda que espinhos tenha pisado, faz refletir
Instantes podem tatuar marcas, outros só passar

O acaso não existe, toda ação está prevista, criva
Os que pensam diferente, desculpe, desvarios há
Diferente é a caminhada, uma a uma traçada
Despedidas irão sempre ter, o final, Deus contará

Na vida, muitas vezes vamos ter que demandar
Sendo breve a incursina ou em demora sem volta
Como tiver que ser, o destino irá determinar, delá
Cada ser no planeta tem seu lugar, é só esperar

A última despedida onde a vida está de partida
Esta é para encerrar todas as contas, calcular
Entre juros e dividendos, alguma soma houve?
Antes da chegada ao derradeiro, acertar com Ele

Nilma Da Silva Coimbra

EL SHADDAI

Quem é o Deus único, verdadeiro, e excelso?           É El Shaddai, o dono do poder extremo, Ely                    Sua supremacia excede a todos os poderes          Possui a força maior, inigualável e etérea

Está aqui, ali e aí por todas as partes, em guna
Mora além das estrelas dinais, nos céus venais
A terra é sua filha mais amada, tudo faz por ela
Seus olhos penetram o infinito, tempos e confins

O sol se curva a Ele, o adora com raios vida vinta
A lua moderada e tímida, o exalta na luz branda
Estrelas cintilam dia e noite, para o céu lumiar
Planetas em alinho Ele criou, para as blinas fintar

Mistérios invisíveis e insondáveis lhe pertence
Senhor da vida e da morte, seu é o reino eterno
Nada lhe é oculto, Deus oni, supremo, tudo vê
Amor incomparável a seus rebentos, vida belinda

A todos Ele quer conduzir, pelo amor supra selar
Somente os de coração entregue, irá ser filho
Os que vierem para amar, não  mais o mal ficar
Aquém das virtudes, amor, vida e fé são a prori

Nilma Da Silva Coimbra 

LEMBRANÇAS

Recordações, memórias, é o tempo resgatado  Marcas velascas, contam histórias, não mentem  Ficam quietas, fechadas, e derrepente acordam          Se um click soar, um estímulo surgir, vem de rolo

Nem tudo que se vive, é de gosto reviver, saudar
Por vezes, fatos passados revisam angústias
Assim, é melhor acolher as livúrias, do que fúrias
A mente é sujeita ao seu dono, recicle as salvas

Nem sempre temos controle total das beruscas
Vem e vão, num balanço de sofreguidão de corte
Para o aperto ser mais comprimido, há as provas
Fotos e vídeos, nutrem momentos de dores guza

Bom seria se toda lembrança fosse só alegria
Como tal opção não se cogita, driblar é o ponto
Sempre que o passado passar, mude a direção
O que não se pode tirar,  deixe a brisa suavizar

Não permita que sombras velhas, o tormente
Pensamentos podem voar, que seja voo relite
O presente se for bem erguido, reviver é belindo
Lembranças e crescimento vida, andam juntos

Nilma Da Silva Coimbra 

SOBRAS DE UM VÍCIO

Somos escravos de vícios, se nos permitimos            Se não atentarmos para mudanças, é o desfreio        É a roda da vida, que descarrilha, ruela sem rumo      Se perder é fácil, quando soltamos as rédeas

Um costume antigo se tornou um vício sem valor
Antes a zumbê fazia suas málgamas e desfilava
Hoje por decreto do Pai único, a quilomba morriô
Os revoltos se indignam, prosseguem na teima

Neste contrapasso, não se convencem do lato
Querem ascender o fogo do feitiço na forçapa
Ainda que as evidências mostre inútil este ato
Não aceitam, e agem como se tudo fosse igual

Numa bandanga, num reservado, juntam sobras
É pedra sobre pedra, carriola merilo, vaso ruim
Telhas pilhadas, canos de ferro, tábuas brancas
Tem até um quadral com caneta, para eu parar

São desprovidos de consciência e entendimento
Querem a quizumba, para o mal fazer, perpetuar
Tentam despertar demônios que já não existem
Em vão a teimosia ruidosa cava fendas, fuza

Se forma então as sobras de um vício calcicante
Objetos em proporção ao desejo, para malificar
Tranqueiras e tralhas da imundície se juntam
Sem efeito para o baluê, um cantuá de bruscas

Mães de branco, não tenham medo, libertem-se!
Os santos nada podem fazer, retirado o poderio
Demônios sem reino, demônios mortos, extintos
Deus fez esta obra, para não haver regresso

Merembar no afinco, na fiúza, criou -se o hábito
Sem a zumba, sem o feitiço, agem como antes
Mentes runas obcecadas por maldade, insistem
Não  aceitam o desfeito, ainda creem ter a zuma

Friso na certeza, Deus cerrou, a macumba finou
Caso alguns façam, interesses escusos visam
Banido foi o feitiço, a bruxaria, búzios e simbalas
Resta ainda poucos ajustes, o essencial se fez

Não te entremeie no mal, o retorno vem durê
Dê adeus ao runismo da burrice, é atraso total
Ponha um ponto final em histórias mentirosas
Runas para destruir delou, vida para os salvos!


Nilma Da Silva Coimbra

ALTIVEZ

Crendo que se está em elevada posição superior  Este é o " Sr. altivo", que se identifica o maioral          Tem prazer em exibir suas qualidades mortas  Mostra-se sábio, a si e aos olhos dos outros

Sua convicção é vasta, pluralista, alta arrogância
Soberbo, ares de nobreza, ainda que não seja
Rico em soberba, educado as vezes, sorri, mente
Busca ser o centro das atenções, o ator principal

Esconde segredos obscuros, revela suas farras
Se denomina um autodidata, sábio conhecedor
Escarnecedor, gosta de ver reações e debochar
Ama o dinheiro, embora ter é outra questão

Impresionar sempre, ser apreciado, paparicado
Zela por status, quer ser reconhecido e louvado
Bajulador das altas rodas, odeia pobreza, zomba
Se considera inteligente, mostra humildade falsa

Olha de canto, com petulância, encara, desdenha
Fala em tom de abafar todas as falas, grampeia
Denota personalidade valdez, mas é teatral
Quer o mundo em suas mãos, melhor ser o dono

Mente impura, viciante, esconde atos libidinosos
Se vangloria de suas proezas, esnoba ser o tal
Se impõe como merecedor, alguém de boa fama
Prioriza vestes impecáveis, branco, sua cor benta

Invejoso ao extremo, ser mais, é seu lema torto
Frequenta santuários de burca, mas não teme
Seu Deus está distante, bom lhe é desta maneira
É pago para ser visto, convém ser de categoria

Quer ter vida longa,  mordomia extensa, requinte
Tem uma rotina de fantasia, prazeres irreais
Nada seu é verdadeiro, um dia cai do seu altar
Altivez e um ego exaltado é tudo que o sustenta

Nilma Da Silva Coimbra

quinta-feira, 15 de abril de 2021

OUVIR SOBRE DEUS TE IRRITA?

 Quero ser direta e bem explícita nestas trovas   Sem permeios, permutas, ou beluscos tortos   Uma pergunta reta e fesga, sem rolos e trinas   Ouvir sobre Deus te irrita? Porque te perturba?

Podia deixar pra lá, nem sequer me importar
Mas fica a questão a me martelar, a infincar
O que se passa dentro de cada ser, no relux?
Já questionou sobre este impasse? Desata

Óbvio que nem todos sentem esta agonia
Variável é o pensar, opiniões divergem, ocilam
Indo fiso ao alvo, não será uma fenda aberta?
Deixo essa questão a fundo investigar, mudar

Se ao ouvir sobre Deus te chateia, reforme
Caso duvide da verdade, relate e esboce logo
Quem fala, não retrata confiança, despeça
Contudo, centralize suas expectativas, atente

Seja aberto para a voz de Deus, outras apague
Deus quer falar só contigo, teu coração tocar
Se estiver desapercebido, se esvai jóias raras
O Pai quer muitos filhos do amor, de vida gala


Nilma Da Silva Coimbra

FOGO CRUZADO

 Em nenhum arraial se vê tamanho fogo cruzante   Aqui é a batalha dominante, de um confronto   Nenhuma guerra se compara a este front               As armas são todas, o que tiver, será arremesso

Falo de um enfrentamento de anos, sem parada
Uma luta de fervo, de grandes querentos, fuzante
De brigas tridentes, imposições de cerca, grisas
O tempo todo há um galego a traçar queimadas

Zona de guerrilha por uma causa nobre, de pome
Que já determina neste tempo um novo começo
Onde "coisas ruins" não mais irão se manifestar
Providências sendo feitas pelo Pai para o ajuste

Noite e dia há combates, com trincheiras de brita
Pelejas, articulações, união de grumês, arranjos
Lançamentos de contínuas trisas, já estão finitas
Resta outras demandas, igualmente perversas

Mesmo diante de retiradas e quebras de vandos
A ruindade quer dominar, a crueldade quer cavar
De formas oblíquas querem destruir, estagnar
Pelos caminhos e atalhos da invenção malvina

Ainda há inúmeras pedras a pisar e a carregar
Tribulações na sala de espera, irão fugir e sumir
O fogo pode vir de que lado for, irá sucumbir
Deus o dono de tudo, faz a nova casa ressurgir

Nilma Da Silva Coimbra

AS TRES MARIAS DE LOURDES

 Dentre as histórias que existem, está é intrigante   Três Marias de Lourdes, runas drunas, malimas     De traços e curvas no equilíbrio, atraía ordinários   Imaginar que o horror tem o belofalsi, quem diria

Do interior para a metrópole, para um negro fim
Três mulheres e um destino macabro traçados
Jovens que traziam na bagagem força explosiva
Cheias de dinamite no coração, eram o estouro

Todas a disposição para trucidar, sem calcular
Mal sabiam da guerra que teriam que enfrentar
Pensavam em sair ilesas, dos ataques forjados
O feitiço virou contra as feiticeiras, morte vicinal

A paixão pela maldade as possuía, deleitavam-se
Amaldiçoadas para serem da ruindade purina
Vivendo para a maldade exaltar, o runismo levar
Diante das atrocidades, vieram para a morte final

Missão das Marias era todo mal causar, agonizar
Na contramão da crueldade, Deus as dispensou
Mulheres solteiras, da beleza, mas cruéis, ronas
Adeus runismo da ignorância, Adeus genocidas!

Nilma Da Silva Coimbra
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