Bebendo o amargo da bebida dorenha, a não grata Dia após o outro o féu do legrume é posto na taça A porção de dores me é dada, a outro não destinada Assombros obscuros, ruindade manifestada, aberta
Sopros de murmúrios traçando um perfil arbitrárioAcordos bizarros e infundáveis para saber o fútil
Dedicação extrema em aniquilar, matar até as raízes
Induzir pela força ações descabíveis, involuntárias
Pressões e fúrias infisas para sair do meu habitat
Vigilâncias cirradas a cada passo e decisão dada
Reações conturbadas para encobrir a real caçada
Mentiras em histórias escabrosas para obter honras
Novos farpados são criados para denegrir, confundir
Exigem silêncio de seus fracassos, driblam fuzarcas
Deus na intervenção de todos os fatos, dissipando
Féu do amargo cálice, propósito da escolha do Pai
Nilma Da Silva Coimbra
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