Cantar, abrir a alma para vibrar, libertar Soltar a voz do coração em sentimentos Explodir ondas de amor, para expandir Seguir a beleza do pensar, colorir dentro
Dores internas escusas, saem em fisas
Alegria invade, toma conta, inunda
O mal que machuca, sai num arranque
Pranto de bem estar, lágrimas de paz
Vontade de dançar, deixar o corpo falar
Rodar sem ver o tempo passar, até arriar
Vencer os muitos gigantes, sobrepô-los
Cantarolar em amor, faz a luz reaparecer
Louvar em cânticos à Deus, é poder clin
Quebra forças trevinas, desfaz as pinas
Amarra e destrói inquilinos das sombras
Nem todo cântico provém das alturas
Há espinheiros em meio aos frutíferos
Só cantam, reproduzem luz de holofotes
Estão no palco para enganar, negociar
Cantai um cântico novo, exaltai o beni
Com brados, com vozes de enlevo
Crie seu cântico, faça a música fluir
Deixe o Espírito de Deus dominar em ti
Enaltecer em cânticos ao Pai, benepraz
Traz o choro do regozijo, festa legrimim
Agrada ao céu, faz a felicidade bilim
Faz o magnífico marvilhar, o sol lindinar