segunda-feira, 16 de novembro de 2020

VIDAS DESPERDIÇADAS

 Desperdício, não importar, deixar rolar o ciso   Valores distorcidos, mentes sem viso, guino.   Objetivo desnutrido, metas do funcídio, linos.   Tempo perdido para ganhar uma causa redil 

Propósito runato, de sugar para obter vitalícia
Assim muitos partiram da cidade das boiadas
Para ida sem retrocesso, em tropa de veriga
Antes que a rina viesse, a rede se armava

Todos de vida triva, sem renda fixa, desfiavam
Meio de vida indefinido, destreza de furnas
Assim seguiram por têmpolas, para o almejo
Neste contratempo, muitas quimofas no feito

Quatro runos fisos, eram invasores, na prensa
Trouxeram outros para o sul, a fim de destrato
Assim se formou a arapuca do calenato, isca
Cada um com uma tarefa, elaborar o trato

A escolhida para a grande caçada nada sabia
Tratada com requintes de covardia, resistia
Abandonar a herança por direito, de início
Depois se não cumprisse, era morte prevista

Durante um tempo e meio de triza, luta enfisa
Guerras de demônios, duras batalhas brutas
Mulheres cruéis unidas para a grande gurra
Com todo tipo de estratégias para desfilhar

A vida alvo, uma amada de Deus, guerreava
Aos runas, parecia de fácil conclusão, engano
Cada dia novos desafios, novas investidas
Deus em tudo vencia, em todo tempo, sempre

Pessoas cheias de ilusões do feitiço, reuniam
Confrontos espirituais das mais guerridas
Palavras de salvação foram ditas, reprisadas
Almas inquietantes confusas, muitas vindas

Lembranças antigas dos ancestrais, donava E isto contribuiu para os ataques de fúria
Tantas inferidas, e dormir era proibido, veto
Um dos impostores, disputava controle, punia

Muitas foram os entraves e explosões vividos
Revestidos de medo, expressar, nunca jamais
O "parecer sempre bem" uma ordem explícita
O belo por fora, exaltado, reclamar não podia

Dia após dia, Deus trazia a reforma seixo fito
Desfazendo a obra da besta, o 666, ruína caiu
Os que decidiram ser da destruna, fenidos
Aos que escolheram ser da beliza, vida infa

Nilma Da Silva Coimbra

VIVA A ALEGRIA!

Dizem que a alegria é só para estrelas guias  Dependendo da brilhesa, são apenas triscas  Nem toda estrela nasce com a força precisa.  Mas estrelas vivas e de luz líndica são blumas

A falsa alegria pode ser até aceita, na divisa
Ela é de arrasto, é produzida na emoção duna
Gosta do embaraço, dos infiltros indignos
Faz festa no terraço para fugir da cina brica

Alegria que é de doces vivas é do deslumbre
Traz novas reprises de muitas candices rinas 
Faz o céu mais perto parecer, traz o ser divino
É encostar na brisa suave, sentir o frescor vir

Estar contente, nem sempre reflete estar feliz
Ela pode ser de minuto, ou de sempre ser
Mas aquele que sente alegria de festa interina
É a veneza da alma saltitando, Deus shemy

Nilma Da Silva Coimbra

O CÉREBRO E O CORACÃO

O cérebro do homem é  o comando do corpo      É a razão no seu todo, é a que dita as regras.  Tudo está ali contido, nossa vida ali contada  Subdivida, cada parte com sua função serisa

Detalhar em selhumes, toda sua performance
Deixo para os homens da ciência, os médicos
Quero retalhar na medida, o lado poético ludo
Falar da sua importância, como de seus feitos

Todo o corpo só interage se o cérebro odenar
Assim é sabido, corpo só age se haver o elo
Somos seres pensantes, o conjunto é o certo
Deste modo, é o cérebro que forma os atos

Mente complexa é a nossa, muitas interações
Quem a conhecerá inteiramente, senão Deus?
Tantas são as gonalias que somam unidas Que necessário é saber a fundo os pentatos

O melhor desta sinfonia perfeita em sincronia
Está na organiza das partes sem contígua
Consciência, pensamentos, lembranças vivas
Sentimentos de alto nível ou não, são as ligas

Mente e coração podem estar unidas, cisas?
Sim e não, em conforme com as igualdades
Mas num equilibrar em harmonia, há belanar
Sensatez e sensibilidade  pode andar juntos

O cerébro contém os comandos a ordenar
Numa lógica imprecisa, nada é absoluto
Mente sã, corpo são, falta a alma ser da vida
Coração em amor, comunhão com Deus belin

Nilma Da Silva Coimbra

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

OS DOIS POLOS

 Dois polos, duas pistas, duas divergentes.   Cada polo um pilar, uma viga, pilastres senos   Desiguais por sua diferença, desquilibram.   Opostas e de atributos de menomas, militam

Um polo se chama ruindade absoluta e vina
Outro é o polo da bondade e amor, Deus vita
Duas partes que não se misturam, conflituam
Dois caminhos que não se cruzam, inimigos

A ruindade, a malignidade que é do negrume
Está no desejo de ser da foice, do corte pril
O preto de alma se veste de controle obter
Atingir o ponto mais alto do poder, destruir

Corpos de coração dobre, de sangue dísel
Carregam pesos da maleficina, são fiusentes
De pouca inteligência, fixação pelo domínio
Não aceitam a derrota, ainda que já perdida
 
O outro lado da ruína cruza, é a beleza divina
A bonitude, a luz que reflete o branco filuzin
O amor em seu ápice, Deus da vida purin
É o autor e co autor das primícias e finícias

Pai dos filhos da raiz verde, do broto níbio
Deus é água vívida, da rica nascente belisa
Deseja que almas sejam convertidas, lívidas
Para que belezas profundas venham subir

Ruindade, é morte de dentro, inferno crudente
Estrutura podre, pilar de sustento filo, garopa
A bonitude suprema do altíssimo, é fortaleza
Pilastra de quatro gumes, solatada, unificada

Duas forças de divisas, oponentes, divergem
Mentira e verdade, polume e sal burin, partido
Ainda que lutas das frentes persivas relutem
A verdade vono, Deus, força supra, vence tudo

Nilma Da Silva Coimbra

terça-feira, 10 de novembro de 2020

ZOOLÓGICO DOS HORRORES

História de feleza córduba gélida vou relatar.   Não se encontra nas revistas em quadros     Nem está nos desenhos animados da tela   Menos ainda nos bosques, matas ou no zoo

Ela se encontra muito próxima, mas vai finar
Bichos de toda espécie transparentes de pino
Que vieram pelo modo núcleo, das fúndias
Trazidos pela mazumba, mas ainda cuminam

Feitos para agonizar e finalizar uma desfeita
De aparência dope, traços de inocência folsê
Todos da raiz ruindade, de manso morte ter
Ficam espalhados ao lado do assombrado

São eles conhecidos do reino animal real
Embora alguns de um reino antigo e fenal
Bicharada que vem do maleficino, da zuma
Escapar deste bisal, só pelo poder do alto

Neste zoológico de terror vivo, cito os nobres Gatos e gatinhos cinzas, negros e raças multi
Ratinhos e lontras rabicós, cães e lobos fuzos
Miniaturas de tudo, para o fácil acesso furacin

Quizumba para trazer o inferno dentro, dinar
Arruinando o corpo numa comilança incessa
Duração de dias, conforme o trato funatra
Para destruição venária de entranhas carnais

Na falta dos elementos no corpo, dores fisas
Alternativas para prender os órgãos restantes
Canálias de presas treçalhas, com vime, aço
Sem resultados de acerto, abandonados

Numa previsão por fé viva da parte de Deus
Digo sem dúvida alguma, tais mambes sumirá
Renos, runos e ruínas da maldade, desferato
Bichos deste nivelato, extintos serão, cabato

Tudo foi permitido,  para uma reforma enforte
Morte suprema aos destruidores da vida blin
Vida infinita aos que optaram ser da beneza
Deus bono e belino aos que amam ser videza

Nilma Da Silva Coimbra

sábado, 7 de novembro de 2020

RELÓGIO DO REGRESSO

Relógio da volta, da reviravolta, revolta crona.     O tempo sendo vigiado, hora marcada no gril     A cada segundo, há um certeiro dardo enfasto   O minuto é de ouro grino, no ponteiro vino

Tempo exato de tudo esclarecer, tempo pento
Rasgar as feridas deixadas pelo ferento trento
Pois as traçadas retrozes, ficaram na dívida
Os enfortes dos bazucas, galhardos negros

Três teratempos de concórdia, de desarentos
O primeiro é a força contrária exercida revisa
Que o impositor feiticeiro da mazumba fez
Para uma retrarca de duas partes opostas

O segundo teratempo, é Deus endro em pauta
É o poder divino intervindo para uma ressalta
O desafio de destruir destruidores de almas
Entrou nas entranças das vigas podres, soltas

Teratempo terceiro, é o contratempo da zuma
Fez o relógio retroceder para o mal tirol caber
Deu tres voltas em quatro tempos, na triza pin
De modo tão fereno e fiso num ódio extremo

As guerrilhas foram intensas, duras, bravias
Estilhaços e carabaços, arremesso de beritas
Investidas das mais infusas e funas recorria
Deus, sábio viso, resolveu todas as vencilhas

Tempo encerrado está, acertos e relatos gono
Aqui se fecha três tempos em um só tempo
De batalhas e confrontos por runas invejosos
Tanto faz o feito, Deus em tudo vence sempre

Nilma Da Silva Coimbra

domingo, 1 de novembro de 2020

APLAUSOS

 Feitos para expressar agrado, apreciar gestos.     Aplaudir é um ato de reconhecimento no todo       É bater palmas para dizer "Estou feliz por isto"     Homenagear alguém por seus bons atributos 

Aplaudir não significa estar em total acordo
Os mais antigos, agiam assim para contrapor
Sussuravam ainda palavras de rista negação
Hoje juntar as mais em estalar, é festejar

Há  momentos que saudamos as gondonesas
As palmas são sentimentos dentro, tilitando
Certos momentos as mãos não podem falar
Mas todo resto do corpo pode aprovar, apoiar

Para dizer "Muito bom, excelente!", vai além
Clamar em alta voz: "Bravo!" é o fenomenal
Estar de pé diante do especial, é o máximo
Aplausos são para enaltecer valores altos

Nilma Da Silva Coimbra

O FOSCO E O TRANSPARENTE

 Duas opostas categorias, que se diferenciam.   Fosco é o revestir no modo de se ver pouco.      É a vidraça com artefatos para encobrir, venir.   Incolores ou de pigmentos em figuras várias.   Feitas para identificar a verdade e a mentira

O fosco, seja de vidro fino, ou vidraça dunê
É a pós cobertura para confundir, miscegenar
Não mostrar detalhes, ofuscar, manchar cisas
Deixar a dúvida exposta, o falso transparecer
Por as claras, que o evidente não é bem vindo

Num propósito de tudo esclarecer, é o vener
A vitrine que é transparente, nada tem a temer
Transparência, sinal de ausência do obscuro
É o lândico e o cristalino envolvendo em luzes
Ser honesto e  e sincero, são transparências

Entre o fosco decomposto, e o límpido vitre
Decida pelo certo, pela verluz, o real exposto
Pois incertezas e polonkas é o turvo grosso
Seja positivo sem aramanhas, tire o embaço
Transponha barreiras, viva a verdade flisca

Opacidade é o disfarce da maldade gorena
Reflete o logro, a fumaça que tira o foco
A nuvem negra que melena o branco, penibra
Transpareça, seja o autor de verídias, firme
Nem todos merecem este acerto, peneire

Nilma Da Silva Coimbra

CONVERSAS DE ZUAMBE

Conversas de falsear, driblar é zuambe
Termo antigo dos ingleses das docas
Língua saqueada por africanos zunos
Em passagem, levaram como donos

É a prosápia das falácias, das piruetas
São as palavras podres, soltas, fúteis
Para desmerecer, iludir, engambelar
Ditas a grosso modo, tirando a visão

Palavras de entremeios toscas, farreio
Usadas para distração, corte do apaga
Histórias contadas e no final zumbear
Para serem pouco lembradas, imprecisas

Os busangas, contadores de mentiras
Inventavam as milongas mais furtivas
Nas paradas, marinheiros se divertiamOs mais astutos, riam da marmelada crua

Tais milongas de desafios, se esparramou
Hoje alguns usam como tática de queima
Lembrar o que for de bonanza, depois zerar
Fazer a valsa tocar, até  onde ela for linfar

Te espreite nas conversas de zuambe
Hoje com sabores de muitos doces e fitas
São para fazer do boato um fato, e cortinar
Fique no observo, o zuambe quer aprontar

Nilma Da Silva Coimbra

ARDILOSIDADES

Sabe o mal feito, na intenção de armar o rolo?
São as ardilosidades safonas para o mal ser
Artimanhas e fruinhas para se obter o logro
Carcaças de forro para conquistar o trato

Quem já não soube de alguém neste cenário?
Métodos e manejos diversos, vantagens obter
Artes ilícitas de cunho duvidoso, para acertar
Nem sempre descobertas a tempo, kirandas

Quando ir direto ao ponto, não soluciona o ato
Querer agir pelo caminho reto, exige confreio
Então as saídas são as trilhas e atalhos fesos
Que fazem os delinquentes para atingir o alvo

O matreiro de mas intenções gosta de burlar
Sorrateiro na atividade do trampolim, golpeia
Saia deste embusteiro, antes da presepada
O capicioso terá sua gonzola, saia do plento

Nilma Da Silva Coimbra