Preciso entender nós que não desatam Pessoas que possuem nódoas de ódio tino Que agem com atitudes das mais infusivas Em nome da inveja gorda, querem aniquilar
Gente, assim dizem ser, mas são da maldadeQuerem tudo de bom para si, o supra da vide
Nada para os outros, ai se alguém os supera
Liquidam com tudo, para o ter não sobressair
Vidas marcadas na história, seres da ruína
Frutos da semente preta, sem a concepção
De pouco intelecto, mas de ambição mórbida
Querendo obter a fidalguia, sem haver prisma
Perseguição atroz, danificar, sem importar
Pode ser quem for, seja do bem ou do mal
Por falta de amor e incapacidade, assolam
Espíritos os dominavam e os consumiam
Hoje exterminados, inexistentes, não fuzilam
No entanto mesmo assim, ainda destroçam
São ruins, não cessam de criar arabestos
O passatempo dos rarus, é o jogo de ferir, ruir
A meta principal é controlar, dominar a mente
Para divertir danificam, estraçalham de fato
Há um prazer incontrolável de devastar, lezar
Quem são os rarus, onde estão, o que fazem?
Ainda estão em nosso meio, como humanos
Fazem tudo igual aos normais, na aparência
Diferem num ponto crítico: são muito ruins
Estão espalhados no mundo, mas desunidos
Conhecidos por não gostar do muito laborar
Do dinheiro fácil, do empenho malogrado
Espíritos das trevas os escravizavam, cegos
Sem espíritos de tormento, ainda são presos
Indecisos, preferem a ruindade, que a beniz
Falo dos runas ruínas, rucras, ticicas do mal
Por tais predicados exclusivos e degradantes
Deus, o único dono do universo, se impôs
Não mais existirá rarus da maldade viral
Destruidores serão fenidos, só os salvos vivos
Nilma Da Silva Coimbra