De tanto falar de Deus, de muito dele exaltar Pelas estradas e entradas nas caminhadas Nas passarelas de renomas e veredas densas Nas conexões invisiveis, alguns golpes sofri
Vieram perseguições, maledicências sem fim
Arquimias, enchovas para desferir, ferídias
Arremessos, tralhas, truks, mas não desfaleci
Pelo contrário, me fortaleci, prossegui, saltei
Comichões de palavras, por todos os cantos
Muitos contos de fada, outros contos de nada
Falsos pelentos, argamassas de tormentos
Exageros nos comentos, discrasias, fomentos
Dizem alguns: "Tu Levas Deus muito a sério!"
"Precisas cantar menos nas veias corrediças
"Deixar as brisas suaves, fumaçar ventanias"
Respondo na confisa: "É Deus que conferiza"
Assim permaneço e não saio da premissa
O que me foi confiado, não esmoreço, firmo
Palavras zunas ao vento não chegam a mim
Recebo direto do trono, seriedade é por tudo
Nilma Da Silva Coimbra
"Precisas cantar menos nas veias corrediças
"Deixar as brisas suaves, fumaçar ventanias"
Respondo na confisa: "É Deus que conferiza"
Assim permaneço e não saio da premissa
O que me foi confiado, não esmoreço, firmo
Palavras zunas ao vento não chegam a mim
Recebo direto do trono, seriedade é por tudo
Nilma Da Silva Coimbra
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