terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

UM TABU ANTIGO

Desde de épocas das mais atrozes
Há uma inferência oculta, mas imposta
Nem sempre expressa e comentada
Diretriz da sociedade ainda se mantém

O medo de se proferir temas de rejeição
Tem obstruído a liberdade de expressão
A maioria se cala diante da opressão
E o que resta são assuntos de aceitação

Dentre tantos tabus que inibem a livreza
O que mais inferiza, discrimina e revida
É falar sobre Deus seja qual lugar referido
Crer nEle, se declarar ser filho do triuno

De minha parte, digo com todas as ditas
Não me curvo à ameaças cruzadas
Assumo meu estado de vida, sou de Deus
E se me frisarem para o regresso, nego

No entanto, há muitos poréns sabidos
Países infringem leis severas de coibição
Proíbem tudo que se relaciona ao Maior
Estes por sua vez, decidem na aflição

O medo, desinformação, o não conhecer
Traz o tabu severo aos desavisados
Se as restrições forem apenas indiretas
Não há porque temer sancões da coxia

Embora tenha muitas frentes do não
Embutidos, outrossim ferrenhos
O evangelho tem sido muito divulgado
Em todos os meios de comunicação

Sempre haverá os valentes guerreiros
Que desconhecem o temor, enfrentam
Cito igualmente os covardes, receiosos
Que não assumem sua real identidade

Cada caso um fato a ser pesado
Julgamento a mim não me compete
Se teu coração pertence ao Pai,
Os teus atos irão dizer quem és

No desfecho digo com toda veemência
Se liberdade você tem e quer exercer
Espalhe as boas novas à todos os ventos
Por todos os meios, exerça a função

Quebre tabus da ignorância, do ditador
Que empenham em contradizer a verdade
Ainda existem muitos endurecidos, frios
Que precisam conhecer o Deus de amor

Nilma Da Silva Coimbra

A GUERRA NO SILÊNCIO

Uma guerra das mais fuzentes, persiste
Lutas de feras que não se veem beliar
Estão em desafio constante, sem trégua
A difundir perentes múltiplas de dores

Lugar de aparência discreta, serenia
De fora igual a outras moradias, simplia
Alguns olham e dizem, tudo para boa vida
Outros não percebem o nó na catanga

Silêncio na fachada e nas beiranias
Nada imposto, livre arbítrio, na presença
Ninguém se pronuncia diante do rebusti
Ruindade de extrema a suprema contida

Risos largos, passos abertos, falas altas
Festerê para alguém ver o falso reluzir
E assim, o que ouvir, desenhe o colorir
Cumprindo o requerido da beleza ruim

No resguardo há conchavos alinhavados
Falas distorces, códigos em envelopes
De tantas maneiras se fez, outras desfez
Ensaios repetes, para a cena ser real

Na escondida do infer há uma voz fine
Que é a fala para o disfarce, a denomada
Ouvem com nitidez, mas proibida expor
Esta voz exibe a dor abafada, dor calada

Mestres da imitação, absorvem sons
Quando a raiva e o ódio os dominam
Soltam barulhos dos mais variados tipos
Sonidos de máquinas e convoios, deveras

Tantos são os vesúvios e pelegas diários
Que crer nestas farpas doentes é pinar
Palavras comedidas, para não suspeitar
Feituras de pratos das comesas, doble

Defenas de grande porte, combinados
Tantas beretizes sórdidas, algemas trinas
Tais feitos trinados as ocultas em velas
Silêncio! a guerra é das avesivas, ferin!

Nilma Da Silva Coimbra

HINANUĺ (Deus seja louvado)

Hinanuí, cantai, louvai, exuberai, exaltai
O Deus bentuí, palanta em sua dimensão
O Pai da supremacia, da galantolia, fine
Ele tem a lindura das rosas brancas, line

Sua morada vai aquém das preditas
Dos lugares das celestes, das bramuras
Está nas falanges das belinges máximas
Das concórdias colantras interesferas

Essência do amor, da vida mais lívida
Traz esperança de laços de glamour
Reverte o desencanto de dores, em guisa
Transforma as feridas, em folhas vivas

Galas de bênçãos em milhares tinidas
Orlândia de felíndias em fileiras cores mil
Velares de framboesas, em dorso guil
Cântaros de águas límpidas é Deus rini

Há vislumbres de fenas em guelatos
Os que se entregam à Deus o coração
São os da felícia, das belíndias formosas
Viventes das primícias, da renovação

Nilma Da Silva Coimbra

ROSA DO AMOR

Rosa beleuve, de cor azul negra, veludo
De forma e tamanho exuberante, sônega
Pétalas macias, de talos fortes e densos
Linda em seus detalhes, de perfume raro

Birmânia era seu lugar de origem, venus
Nas montanhas cresceu, nove luas se fez
Se tornou formosa, intacta para o mundo
Hoje já não existe mais, a antiga rosa mar
Admirada, desejada, não será esquecida

Flor desconhecida por muitos, extinta
Hoje já não se vê mais ela, só lembrança
Mas está viva dentro de nós, na ternura
Rosa do amor, do além fulgor, vida plena

Garlândias são a expressão do pali amor
São exclusivas, diferenciadas, belinas
Igualmente o amor, sua essência é dara
Os que buscam ser da realeza, amor guil
São flores especiais, muito bem amadas

Nilma Da Silva Coimbra

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

POESIAS E PREFISAS

Quiseram parecer o conhecer não ser
Tentaram me parear nas muitas prefisas
Aguçaram as línguas para criar disparate
Enfinaram as presas nas minhas frases
Compinaram meus textos em pilares

Contínuas agruras e arremessos formam
Para parar e destruir as palavras acesas
De artífices etéreos, da fuzarca, da zimba
Tantos jogos de troçadas, brigas alçadas
Que só se vê destroços dos vendidos

Tentaram parear minha inteligência
Abriram seus verbos e converbos falsos
Prepararam redes invisíveis de prendos
Ciladas de arametes por trás nas solfetes
Todas elas caídas e desfeitas, ELE fenou

De escrever não largo mão, assim será
Quem quiser me destratar, vai olvidar
Sou prefixa nas desvias, mas não troteio
Se insistir em que eu me curve, desfecho
Vou fazer o que desejo, o que me agrada

Sou da poesia premissa, da remissa
Tenho carinho pelas prosas, amo trovas
Versos da antiga me fascinam, me fiam
Palavras solto ao vento, deixo-as livres
Não apriosiono o que sinto, deixo trilhar

Descrevo do que me é sabido, espreito
Se vem o desagrado nada feito, foleio
Entretanto, se o tema me inspira, me doo
Investigo o que me é estreito, aprofundo
Amor, essência que faz toda a diferença

Nilma Da Silva Coimbra

O VENENO DA RUINDADE

Vou lhes contar em prosa, para aluviar
Algumas atrocidades, em enigmas pró
Doutra maneira seria demais perdilente
Pois o que vou pronunciar, o susto virá

Ruindade pelo que se sabe, ainda é curo
Muito do que se fala, está na penumbra
Vai além de sentimentos, de belimentos
Está na profundeza de todas as letras

Ruideza tem sua origem no cantufo funo
Muitos a possuem, logo desfinirá, piná
Está no coração dos malignos, guinés
Os da malefecia, sabem da procedência

No início era veneno de pele, vinil preto
Ainda na fase de inclusão, penetrando
Depois atingiu as entranhas, vesanas
Veias, cora, e órgãos prefisos e ademais

Muitos tempos em tempos houve a ruína
Coberta por informações distorcidas, tini
Ciência e toda medicina calefetadas
Bloqueio dos infernazes para não difundir

Veneno ruriz se espalhou para destruir
A raiva, o ódio, a ira, a inveja, precursores
Idéias múltiplas para acabar com a vida
Mortificando a esfera, sem se preservar

Em todo mundo, maldade se multiplicou
Em muitas versões se fez, enrraizou
O veneno se fortaleceu, sendo pespecida
Havia então de se tomar uma medida

Hoje, tempo da relabancia, mutância
Necessidade houve de inferir, com relute
Deus supremo vendo os algozes, atrozes
Estabeleceu sua diretriz, iniciou a reforma

Lutas e combates venizes, ataques fenas
Em todos os planos, merubas e armiças
Neste contexto de drumas, muita calhice
Disputa de poder pelo chefia da malâmia

Destrevo, destrato, desfrego em vigoria
Em todas as partes há, o veneno da folia
Galantas de euforia, vozes em discresia
Os runas da apostasia, em despedida cã

Aos que estão sem cognição ou argúcia
Relato as sincresias em suma, compelo
O fim da ruindade já foi desvelo, confim
Deus, o juiz cruzou o martelo, revelo

Em breve nova cortina haverá para se ver
Um mundo novo surgirá das períntias
O que eram trevas de colossos, petras
Deslumbrará em lúbrias enluzentes

Aos adeptos do acaso por conveniência
Afirmo com veemência, sem medolência
Deus é o autor e coautor da vida compla
Ele Desfaz a pelintra runida, faz a Belinda

Nilma Da Silva Coimbra

CARNAVAL DO BENDALGUÍ

(Carnaval das festas ruins)
Bendalgui, festa das felístias, marangas
Que pela frente representa a folia davia
Muita música de fiunas, dança de jerubin
Zabumbas de contorré, soneiam a biza

Carnaval de intempos, todos de zorra
Presuposto de alegria, mas é de tirania
Inocentes ainda se iludem, se entregam
Tudo é permitido, até o que não se tem

Massa arrebatada, encantada pela beleni
Olhos saltam de vislumbre, prisão bluma
Povo há que sabe da missórdia, cadô
Interesses infusos da melandria, fuso

Se não entende estas paródias de cones
Porque nem todos saberão deste informe
Digo de antemão e na frisa, para prefisa
Carnaval, é da carne mais penida, rida

Tantas preteridas, nestes dias de veni
Misturas de cabalôs, com guarnição
Agregam costumes inrustes, bangalôs
Para que haja a quebra da Beni, da vida

Dias escolhidos na mesa da missanga
Para que o pretendido se concretize
Total deprevê, para se manifestar ruína
Em pouco tempo a desorga seja ruína

Vindimando a compêndia, garódia funa
Se tudo for aqui exposto, vai sair bonto
Carnaval é Bendalgui, é das armoças
Quem conhece se esgueira, vai de regrô

Aos que desconhecem a agenda roni
Aqui abro o verbo das porpetas presas
Ninguém quer ser o autor desta veridia
Carnaval é vida descalça, é carídia cruza

*Conteúdo de palavras de linguagem antiga e de significado indígena.

Nilma Da Silva Coimbra 

LUMINÚRIAS

Luminúrias sao as luzes mais lumes
São lisandras de favo de mel, lúgumes
Lindalvas de pales, plíneas de feixes
Fosforentes de caldas, filetes de clientes

Brilhantes de pentágonos em girantes
Jalumes ofuscantes em briúnas finas
Se elevam para as felístias em brumas
É Deus se manifestando para os velingos

Fagulhas de berílios são da fonte extrema
Farpas de estribilhos flamejantes bintas
Florindas de leques pendentes em laço
O Pai de amor prepara a vinda almejada

Nilma Da Silva Coimbra

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

HINANUI!

Hinanui, Hinanui!
Destrevo não mais aqui
Destravado a pena imposta no api
Hinanui, Hinanui!
Não mais dor, nem ruína aqui
Satulé! Desfeito o agravo no benli
Deus desfez a destroça!
A Ele toda glória!

Nilma Da Silva Coimbra

ÁGUA NO SERTÃO

Sonho, um devaneio dos mais belevos
É ver jorrar água no nordeste do sertão
Águas brotando do chão, em deságue
Que fluem em cadeias de nascente
Rios mortos, agora jorram águas da vida

Cisternas rotas, pela seca desmedida
Agora estão cheias, transbordam alegria
Vales inteiros de solo endurecido, penido
Está sendo enbebecido, fértil, fortalecido
Terra antes fendida, agora sendo molhas

Povo da roça, das embrenhadas sofridas
Da escassez, da fome, da sede doída
Das muitas necessidades silenciadas
Dos abusos impostos pelos oportunistas
Clamavam pelas novas, noite e dia

Cabe aqui um porém diante destes fatos
O acaso não se apresentou, nem visitou
A causa de tantas benitudes assistidas
É somente para os ligados na fonte vida
Os que buscaram em Deus, em prestidas

Reafirmo aqui minha posição premissa
Os que optam por ser de Deus no inteiro
São galoardores, regalos, regalias deitam
Incalços e revertérios podem até advir
Os que servem a Deus serão acolhidos

Nilma Da Silva Coimbra

A MAGNITUDE DO AGRADECER

Gosto de observar, de pencilhar, vesin
O que em minha volta sucede, remete
Essencialmente me apraz o agir delaz
O falar e o retrilhar dos homens no vôo

Cada espaço um conovo, pelinas nintras
Umas de desacordo, do descovo
Outras, de lintras permissivas de belinas
A condição do momento faz o fato

Me refiro e acentuo, palavras de devolva
Quando alguém faz um agrado, compraz
Um gesto de favorecimento, compendo
Outro logo sente a vontade de agradecer

Concordo, nem todos sentem tal ensejo
Vejo em todos os fertins, muitos negam
Preferem o ignorar, o não me importo
Gostam de ser agraciados, mas calados

Gentileza nem sempre é retribuída,
Boa ação pode reverter em má reação
Depende o que cada um se concomina
Os conscientes da relevância se rendem

Se ainda não conhece a a diferença supra
Dos que se empenham no molinar, beliar
Saberá da importância no resultado final
Pois dizer "obrigado, agradeço" é demais

Cabe aqui um ínterim, aos desavisados
Se alguém lhe for solícito e te felicitar
Não custa retribuir na medida, honrar
Não precisa se esmerar, exagerar,
Basta fazer o volver ser digno, honesto

Entre ganhos e perdas, há muito a dizer
Existem tipos homenagem de desdém
Os que o fazem por maldade, inveja,
Também para zombar, humilhar, destrato
Haja no diferenciato, seja de fino trato

Não se negue a dar uma palavra no afago
De "muito me estima", "estou lisonjeado"
Ao que lhe a palavra lhe dirigir no carinho
Se a intenção for benigna, de prestima
Verá o retorno certo em todas as saídas

Ainda que não digam expressamente
O que sentem, os que recebem a cortesia
Mesmo que as ditas sejam de relance
Sem muitas preformas, mas no sentido
As boas palavras sempre abrem portas

Nilma Da Silva Coimbra

GARRA GARRENTE

Garra é para poucos, os não congruentes
Os de refina digna, os de pristina fixa
Recebem a peita, mas não se rendem
A penúria, as agembras, as corinadas
Todas as tempestivas e arrebates frisos
Nenhuma delas desviam do tino, vicino

Todo garra garrente, já foi vítima, guima
Passou por desafios, os mais foruzentes
Carcou por pilastras e induzentes, penou
Foi pisado como uva, esmagado, trucida
Deste amasso frisante, se fez vinho bom
Apurado como o azeite prenso, guerrido

As tirosentes nunca se cansam de punir
Os algozes são infuzentes, não há trégua
As balinas cortam em travessia, rebatem
Campo minado é a rotina do referente
Anda por fé, percorre longas caminas
É destemido, avança nas repicadas

Se pretendes ter êxito nas prestidas
Ser alguém de máxima honra, colina
Que a ninguém deva prostrar seus olhos
Seja caráter elibato, de nome limpo, zuno
Tenha princípios idôneos, de vida correta
Avante garrente! nada poderá te impedir!

Nilma Da Silva Coimbra

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

TROVAS E RETROVAS

Trovas soltas, desgarradas, de falas livres
Que liberam o pensar, o imaginar, o alçar
De procedência fia, que faz o semblante
Desfia nós de palavras em folhas

Trovar é o gosto pelas folientes salientes
Falar em farpas mas de modo condizente
Expressar o sentir de forma reticente
Até podem ser confuzentes, intrigantes
A idéia é dar a resposta em desafios

Há todo tipo de trova, gostos binados
É o brincar de ressaltar, interagir, divertir
Sejam os relutentes em pares ou mais
Devolver em fluência as prosas proezas
Esbossar em breve momento o que sente

Retrovas são as revolvas da decisão
São as combinadas de pereio em fusão
Golfadas em explosão ou na calmaria
Ditas para explanar as pendengas fentes

Tempos bons quando trovar era boa folia
Hoje diante de tantos regalos dispersos
Trovas e ferpetes em doses frequentes
É cada vez mais retirente, outras pelejas
O intelecto tem sido esquecido, usual

Para calibrar este tema pouco difundido
Encerro esta prosa em poesia trovente
Trovador ou nasce com o dom na mente
Ou absorveu aprendizado de antecedente
Um ou outro, tem que amar expositar

Nilma Da Silva Coimbra

A JALUME E SEU MISTÉRIO

Jalume de meu aposento, vejo mistérios
Aberta se revela, tela de grandes novelas
Nada muito expressivo, sem retoques
Um cenário rústico, vislumbre desgasto
Prédios de aparência uniforme, infasto

Histórias de muitas vidas na passarela
Há os eloquentes, os tempestivos,
Místicos, de regras e quimeras frigentes
Feituras de tropo, organzas em gandas
Nada se perde para os feitos já tomados

Canibrados em desvalos, sucumbidos
Desferem estilhaços de maldade felinas
Enfrentam a devolva dos retornos torpes
Mas não se rendem aos apelos de enlevo
Preferem esperar a fechada final, total

A cada dia a destruição é acumulada,
Vejo pela janela um filme sem cortes
Mistura de gente com ruindade cruelina
Num teatro a céu aberto do normal irreal
Ao visitante é exposto o esperado, o lindo

Andam sem rumo, em aflição e tropegos
Desferem entre si grandes arrolos, golos
Não mais se importam com o preço pago
Definham, caminham para a morte lenta
Muitos optaram em mudar de lado
Estão a serviço do reino que é infinito

O fim destes mistérios está a se firmar
Tantas embrulhas travadas, incontáveis
Se aqui ditas, nem todos iriam acreditar
Restam alguns segredos a desvendar
Encaixes secretos na hora certa calibrar

De um posto, os recisos imprecisos
No oposto, os inigmas ditos, preditos
Apurados, desvendados em prontidão
A janela há de se fechar para observar
E tudo será como Deus preveu, finale

Nilma Da Silva Coimbra

POESIAS DE GAVETAS

Venho nesta prosa de provérbios zolos
Exprimir minhas falas, minha concença
Das poesias de engavetos, lacradas
Das que ficam guardadas, sem visoleio
Escritas para serem venitas, no aguardo
Esperando para virem ser conhecidas

Até compreendo em tempos atrozes
Em que poetas renomados, preocupados
Faziam suas escritas em papéis soltos
Pois haviam os poetas dos rolos, corvos
Que nem sempre eram o quem diziam ser
Ladrões sorrateiros de palavras têmperas

Oportunistas, plantonistas de ocasião
Das frases e das belas paráfrases pales
Sempre estarão de antemão na soita
Conbinados buscando aliados da crosta
Para resgatar os filões da veiga, fisgar
Apropiarem dos pleitos, dizendo é meu

Repense sobre tal conceito, destes feitos
Entre guardar o tesouro ou expô-lo livre
Qual destes sua decisão escolheria
Porque neste responso, está a veredita
Do que verterá sua vida, a tomada final
Se na prossiga conhecida, ou na recisão

Em toda empreitada investida, há riscos
Que podem ser altos, de perigos, abismos
Ou baixa vega, sem arabescos, sofejo
Se teu medo é maior que teu ensejo, tedo
Se embrenhar é uma renhida, de pelejas
Então tuas inspirações terão seu binar

Poesias de gavetas são mortas, gélidas
Esquecidas, palavras presas no alçapão
Podem ser perdidas, alguém as surrupiar
Ainda que estejam num cofre, fenecem
Se existem tais benitas, quem as saberá?
Então que sejam vistas, penidas, validas

Cabe uma reflexão de importância doble
Tomar uma posição potente, reminente
Para que o dom nato não se ausente,
Prevaleça e se torne ativo, permanente
Ou seja retido, preso, numa tolente fria
E todas as trovas esquecidas, perecidas

Em dias de muita propagação, centuriões
Neste século tão proeminente, envolvente
Arrisque-se, se sua vertência for prega,
Calcule os desfalques, entre no forte
Cerque seu castelo, coloque arrebites
Enfrente e vença em aço, sem resvaldos

Todavia se quiseres proteção total
A maior em todos os equivalentes
De guarida incomparável, sem perdas
Se fores leal ao onipotente sempre
E Deus for seu Pai em amor, de valor
Teu sonho será deleite, suma realização

Nilma Da Silva Coimbra

BELINDAS

Belinda, nome de charme, de amor beloso
Formosura em extrema, tal nome traduz
Beleza inconfundível, luz forte que preluz
São muitas belas e lindas que reviveram
O belo se fez mais explendor, se firmou

Eram rufindas, ruins num todo, runindas
Compartiam com os perdulários, druiam
Arapetas e corvetas faziam e benziam
Muitas truncas eram autoras, desferiam
Foram muitas entranças calcadas, galas

Hoje cantam outro seguimento, louvam
São agraciadas pelas benitudes do céu
Alegres dançam a harmonia da levida
Vivem a plenitude dos salvos, benaltas
Belindas são mulheres de Deus, belantas

Nilma Da Silva Coimbra

sábado, 8 de fevereiro de 2020

SE FORES AMOR

Que o sol da vida
Te ilumine sempre!
Porque se faltar o sol do dia
O "ILUMINA" o "VIVA DA VIDA"
Não te deixará, SE FORES AMOR

Nilma Da Silva Coimbra

FLORES DA DIFERENÇA

"Flores podem ficar mas pedras, mas são elas que todos irão ver!
Pedras podem ser descartadas, seja sempre a flor da diferença!

Nilma Da Silva Coimbra

TRINCHEIRAS DERRUBADAS

"Trincheiras desvalidas, torpedos sem efusão, carcaças derretidas, armeiros sem as flechas de precisão, garretes desferidos sem o alparque, sem sustentáculo. Derrubada foi as trinchas pesqueiras da despreparação."

Nilma Da Silva Coimbra

JAMELAS MORTAS

Jamelas empemeadas, sinistras, estissas
Eram vávias, de endumentárias fávias
Cada gamela tinha seu papel obscuro
Como num teatro onde todos são golos
Mulheres eram mais disponíveis, peritas

Um dia se mostravam fenícias, incrisas
Num sol do quento, eram arredias, conas
Recebiam ordenanças diretas do estofo
Tinham que infernar, destriçar, calcar
O domínio da rudeza crua era para ficar

Momentos havia de se atuar, para roboar
Outros malentos eram autênticos, pavor
Havia outros tantos dias para sintonar
Olhares de canto, viezado, para especula
Peças de mandinga expunham em aberto

Acertivas se esguiam em novas idealizas
Para seus ataques serem mais fortivos
Prioridade era destruir a presa, extinguir
Calabar seus intentos, para os deles senir
Se um ataque fenia, outro se bolinava

Tentaram todos os artífices, trepíades
Por muitos terentos se entremeteram
Que o grande Senhor da vida, os vetou
Em cada tentativa de mortar, reverso
Voltava o mal manifesto, no pronto

Após tantas reviras, tantas indiretivas
Não mais ficaram na paisagem da vista
Recolheram seus patames, confinaram
Mas as feitas da fusão ainda abraçavam
E o mal que era infeso, devolvido no ato

Diante das muitas periatas passadas
Alguns arremessos ainda são enviados
Mas os malfeitos para a gulinda, crunido
Tempo dos últimos apertivos, em senido
Deus impetrou, o que Ele faz, não desfaz

Nilma Da Silva Coimbra

MALÂMIOS (muitos males)

Indivíduos de normalidade falseada
São naturalmente imitadores, corsários
Se revelam em doce amabilidade, capa
São hostis no seu avesso, impiedosos
Cavernam em santidade, sem alarme

Visam interesses umbris, na amaciota
São coniventes com os seus, camodros À vista sociáveis, extrovertidos, em risos
Almejam o corpo perfeito, o visível ver
No reservo imundos, sujos de impregnar

Facínoras na antesala, guincheiros
Armados de galope, retráteis inflamados
Matam cortando carne, o galo frito
Quebram a costela do boi, o alvo é outro
Lixo é a casa do mal feitos, se idrntificam

Teimosos de mente fraca, não desistem
Hoje lembram o ocorrido, amanhã nitido
Mentiras descorridas a todo custo
Temem a morte, as de sua propriedade
Outras que porventura houver, esquecido

Saboreiam o feitiço antigo, sem efeito
Carbonizam a batata, mas finou o carvão
Cremaram a galeta, mas o forno tá frio
Clonaram a cruzeta, o elemento vinou-se
Privaram suas altezas, cruzaram entre si

Por muitas eras deleitaram-se nos feitos
Neste tempo aqui escrito, o vento virou
Entre todos os malâmios, a festa acabou
Malaios e do gênero, são todos feridos
Malfeitos entre os tais, males firmados

Só uma ressalva, entre os colibris anis
Sabem pelos primórdios do passado
Que uma pessoa viria para os destruir
Pouco conhecimento do fato, assombro
Esta seria tocada, mas não atingida

Um homem ou mulher, fincou-se o incerto
Até hoje estão a perguntar se ainda vive
Num tempo corrente, viria para encerrar
As dores de sangue dos bretas ferventes
Haveria um preço a pagar, para finar

O processo continua num desafio friso
Atuam como num palco ao vivo, rindo
Ocultam seus ardís premutos, permutam
Chegado o fim do sôfregos bongânimos
Agora o desfecho é entre os ferranios

Abrindo o colchete deste intorumim
Todos estes entremeios e artífices tidos
Teve um grande operador e construtor
O grande "Eu sou" que tudo elaborou

Somente Ele o supremo sabedor,
Poderia desfazer as obras malógrimas
No templário da hora precisa, predita
Do concerto de tantas malefindas
Colchete fechado, tudo está finado

Nilma Da Silva Coimbra

ENQUANTO A NOTÓRIA NÃO VEM

Como todo ser vivente, sigo em frente
Vou pelas troades, contorno os buracos
Sigo trilhas dos delgados, cavo no braço
Penetro na mata fechada, cavalgo brava

Percorro colinas, dunas fundas, prefasto
Cansaço, sono, fome, vem fortemente
Escolho a que melhor me cerne, tripudio
Fujo das inércias e mesmices, engendro

Avanço num confronto de vespa, peleja
Retorno não cogito, se for o caso, felejo
Preparo os portulejos, armosas traçadas
Na calada da obscura, volto para tundar

Transpasso necessidades, me formo
Nada irá deter meus contrapontos,
Estou a postos para fisgar a reboca
Me concentro nas arcapaças, na vigília

De dia medito na bíblia, sem comento
A sombra dos arvoredos, me sento
A noite saio a galope, tiro o desfalque
Vou nas veledas, nas penumbras

Depois de tudo truncado para os frepas
Aí então regresso para meu posto tosco
De um cargo de renome, mas desgosto
Neste recato me preparo, nova rebústia

Nilma Da Silva Coimbra

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

DIAS LONGOS


Anos a fio, me perguntava se valeu a pena...

Desde que vim para perto das águas, meus dias foram contados, traçados...

Não passavam suavemente e nem apressadamente...
Eram lentos, como num filme ruim, que parecia não mais acabar...

O inverno aqui é mais frio, os ventos são fortes, as estações bem definidas...

Não há muito a fazer nos dias longos e gelados, a não escrever e expressar em palavras o que não digo...

Mas quem se importava? Quem iria ler sentimentos que só diziam respeito a mim?

Se houve leitores, eram anônimos que não se manifestaram, os tais beiristas...

Apenas um se importou, e nunca me deixou. O Deus amor, o Deus Pai e amigo, somente este me cuidou, me livrou e nunca se afastou de mim...

Por isso não aceito alguns que venham me prescrever o descarte de Deus. Se tentarem, a devida respondida terão...

A Ele devo minha vida até o fim de mim, até não mais eu existir, minha jornada ter seu terafim, enfim.

Nilma Da Silva Coimbra

INVERNADOS

Após findos invernos, aqui descaroço
As tantas cavernadas dos prepostos
Antes das descritivas de fato, digo algo
Invernadas que falo, tem suas galiças
A pelera INVER, vem do inverno dentro
O gelo que o vitimizado sofreria, fuzente

O alvo tinha destino certo, há muito filito
Uma prefeça que desbancaria os ruindas
Uma pessoa que arruinaria os ruínas
Seria perseguido, discriminado, vicário
De tríades persuasivas e contundentes
Frisado calcado seria, multimortes fincas

Assim se cumpre a premissa, veio o cato
De tantas informes, prolixas, que tonteou
Galgádas fusantes, destroçantes, perlô
Vou desfilar alguns altrozes, todos, inô
Algumas peripécias mortais são ronís
De tão maldosas e dolosas, melhor penir

Armadilhas, todas eram contadas, fiadas
O que não comportava era uma guinada
Um revés surpresa que viria do "Eu Sou"
De trina pouca, sabiam de alguma coisa
Não tão presente, daquele que tudo vê
Em todas as arpaças, Ele conibrou, felou

Arapucas de tantos fremeios, coniventes
Dia e noite ataques inferidos em terentos
Feitos de meia invisibilidade, gorfavam
Invadiam a casa do espelhado em grupos
Embrenhadas de sumas mortíferas fuzas
Todos aramados pelo feitiço do trento

Neste emaranhado enguiço de ruizentes
Zumbis foram enviados de antepassados
Ruins petra petrin, desvalidos de compe
Sem piedade mortificavam, sem urumim
O destrutivo era intra, para infuzir, zunir
Em todas as tentadas, eram alçapados

As garfanças viam de todos os lados
Marimbas feitas nas senzalas e salas
Agregadas as maracutaias desenfreadas
Tantas as peregrinas, que bateu desgaste
Do lado do benevolente Deus protegia
E nada lhe feria, alguns arranhões sofria

Pessoa do sôfrego máximo, lore do Pai,
E por isso foi mais atingida, torturada
Queriam sua términa, a morte certa
Tentaram todas as infisas antigas, bigas
Todas elas desfenadas pelo Maior, Papi
Que nunca abandonou tal vida preciosa

Para fechar as aspas deste enredo negro
Diante de tantas grifidas desferidas,
Destroços que foram jogados no caloço
A lição do aprendizado é para eternizar
Deus em seu amor colosso, grandioso
Acolhe, abraça, a causa dos seus amados

Nilma Da Silva Coimbra

CHORO RETIDO

Choro devia ser da normália, exposto
Sempre que alguém sentir, derramar
Pois pela mágua em excesso da alma
Que lágrimas surgem para a dor guinar

Diante de choros e cântaros a flor da pele
Há choros extremidos, expelem rancor
Outros desvanecidos são passageiros
Muitos tem no chorar, a falta do amor

Priorizo aqui, nestes citos de trovelas
Um chorê de esmelinguar, de apertar
O choramingo que não se esmiúça,
Apenas dá seu parecer, retrai, se muda

Há o expressar nas coxias, tabu infame
De que chorar a observantes é feio, funo
Traz uma evasiva de fraqueza indefesa
Para tais impositores, deve ser engolido

Um fator não raro, de gravidade entrema
É o choro diante de um relato falado
Que no indireto se nega, está implícito
Chorar chega a ser proibido, só no olhar

Discordo deste emposse, desta desvalida
Que fica nas bordas, mas não se prima
Chorar é para tirar o transborde do cheio
Lavar as penúrias de dentro, flintar, alar

Me poupe os sabedores de ética torpe
Que querem estabelecer regrinhas de bile
Liberdade é para expressar sentimento
Que chore quem quiser, pecado não é

Neste entendimento de voo planado
Onde as asas estão alçadas e plemeiam
Lágrimas foram feitas para tirar o peso
Para refrescar o coração do pesadelo

Nilma Da Silva Coimbra

EQUILÍBRIO

"O que mantém o homem para que viva em equilibrio?

Fisicamente, o alimento que é vital para todos, consciência de sua pessoa, seus limites.

Entretanto, seres humanos vão além do físico, do assistido. O que estabiliza está no invisível do espírito, (de Deus) que dá o entendimento, noção de estabilidade."

Nilma Da Silva Coimbra

sábado, 1 de fevereiro de 2020

TRAPAÇA DOS INTERPLÁRIOS

Garimpeiros de mordaças, fuzileiros amis
Empreendedores, usuários e desfruteiros
Caçadores de vítimas, pederneiros
Glosários de tempestades, grafiteiros
Devastadores de benfeitores servis

Falo de tempos da frente, dos pioneiros
Descobridores de invenções cibernas
Faceirentes infernentes, prizam a guza
Desfacelam a fiuza, vibram nas tomadas
Arremetem dardos inflamados, infrisam

Depois que visionários interplários vieram
Surgiu eras de grandes desafios, enfios
Benefícios vieram juntos com maleditos
Fisgas de embustes afiados e corsidos
Trazendo belendos de benditos runidos

Se mostram concernentes, lobos cruzos
Atuam em todas as frentes de gamão
Tudo é concedido, se o pão é servido
Abrem mão das malecadas, na contrama
Desviam verbas dos civis, para guilar

Há tantos maloeiros, forasteiros a festar
Das investidas saem a caçoar, dos batos
Nas reuniões de berlindas de emitentes
Até desde colóquio hão de argumentar
Ainda que muitos a memória irá falhar

Oportunistas que vieram da viniza fria
Criaram a máquina de multiplicar a sisa
Zarparam idealizas de outros ardileiros
Viventes que não tem fibra, revistam
São armeiros de piroquê, gananciosos

Confusas as teias que trelaram, guisos
Por um meio, a teia fez presas trisantes
O lado da espeta abriu a cortina branca
Para os desvalios surgiu esperança nova
Entretanto, houve os perdedores, fenil

Corsários da Criméia, apenas etérios
Agem em cantunis, para cercar o covil
Brilham nas escopetas, quedam na vipa
Filantropos do viluze, faz parte o saltitar
Ganham doçuras de guilhumes, calhos

Perto está a colheita dos catônios, brons
Seus feitos serão rarefeitos, priorizados
A forca do armo, tracejou o destino pônio
Quem criou a gema, foi engolido por ela
Belados os crunis, a coroa perdeu a pela

Nilma Da Silva Coimbra

CAÇADORES DE DEUS

Couraças pontiagudas, frisas de pentes
Querumes de forças reluzentes trentas
Cardumes de vernáculas vertentes
Santos a festejar os querentes
Calibres de fogaças desferentes

Desterro dos perdulentes em tenência
Farpas de perdulários em confrarias
Caçam populares armados em cedentes
Perfuram os calibratos das poluentes
Destratam os gunis em rarefeitos

Dentre os perfis das homofaldas
Ficou as gunias caldas de sentir plácido
Que se prontificou a rever os acertos
Não permitiu os iromedas do destrevo
De calçar as tristezas fenícias e tríades

Quebraram o arco, desfizeram anomálias
Cintilaram as fornálias, fingiram açoites
Armaram teçalias, rubis das bromálias
Sintetizaram as guenálias, fundiram
Tentuado os brenoites, fisado o brolho

Guinaram tantos ferrolhos, pretostos
Funaram a orquídea da noite, distecida
Blindaram de doidice a ferrolha torta
Cavaram as condições em formas cobres
Desfigurou-se o tentáculo, brinado, finado

Nilma Da Silva Coimbra

IMBUTES QUE JÁ PASSEI

Já quiseram me tinlar pelas palavras
Prepararam caturças, ardumes de fêstas
Inguiças de tilhões para tirar as paletas
Fizeram alçapões de duras penas
Os desfenidos não calculam a proaca

Descarrilhos de infezões nas pelinas
Entradas de desbanque para descontrole
Tantas infindas sofri, muitas ainda tenho
Calibrei minhas alparcas, calquei as jutas
Afiei a espada no esmeril, segui a romada

Não me detenho nos embates travados
Que surgem decorrida de minha convicta
Dentre muitos confaços que comprago
Zelo por cada um, nenhum deles desfaço
Primo pelo bonício, sou aliada do belo

Se quiseres uma opina, dou sem perinas
Avante nas suas peregrinas, sem temer
Desde que a jornada seja benega, faça
Muitos irão se entremeter, desmerecer
Enfrente as guerrilhas, siga na confrente

Nilma Da Silva Coimbra

GUERREIRA DE DEUS

Sou tirolesa do fronte, sou baronesa da guerrilha, tironteada por muitos martelos, investidas de muitos escaravelhos ferozes, carregada de muitos golpes, pelas argaçadas dos homens podres.

Armadores indiretos que se reúnem atrás das cortinas, na coxia das palavras chicoteadas, preparam ardís. No aparente presente, são são doces jabuticabas se enaltecendo para cobrir as entroças escusas e ferinas do seu berialto.

O Pai que tem olhos de águia, viu toda a soberba invejosa, destroçou as preparadas, destronou os faláceos, desarmou as tiraças e as estilhas de muralhas desmoronou.

Me perdoem vós, os petulantes que antes da terminária, ditaram vivas de triunfantes. Galeses insensatos, fostes achados na escondina, agora desfeito os avestos, nada se efetuou. Guerreiros de Deus não se esguiam, arremetem e vencem o desafio.

Nilma Da Silva Coimbra