Indivíduos de normalidade falseada
São naturalmente imitadores, corsários
Se revelam em doce amabilidade, capa
São hostis no seu avesso, impiedosos
Cavernam em santidade, sem alarme
Visam interesses umbris, na amaciota
São coniventes com os seus, camodros À vista sociáveis, extrovertidos, em risos
Almejam o corpo perfeito, o visível ver
No reservo imundos, sujos de impregnar
Facínoras na antesala, guincheiros
Armados de galope, retráteis inflamados
Matam cortando carne, o galo frito
Quebram a costela do boi, o alvo é outro
Lixo é a casa do mal feitos, se idrntificam
Teimosos de mente fraca, não desistem
Hoje lembram o ocorrido, amanhã nitido
Mentiras descorridas a todo custo
Temem a morte, as de sua propriedade
Outras que porventura houver, esquecido
Saboreiam o feitiço antigo, sem efeito
Carbonizam a batata, mas finou o carvão
Cremaram a galeta, mas o forno tá frio
Clonaram a cruzeta, o elemento vinou-se
Privaram suas altezas, cruzaram entre si
Por muitas eras deleitaram-se nos feitos
Neste tempo aqui escrito, o vento virou
Entre todos os malâmios, a festa acabou
Malaios e do gênero, são todos feridos
Malfeitos entre os tais, males firmados
Só uma ressalva, entre os colibris anis
Sabem pelos primórdios do passado
Que uma pessoa viria para os destruir
Pouco conhecimento do fato, assombro
Esta seria tocada, mas não atingida
Um homem ou mulher, fincou-se o incerto
Até hoje estão a perguntar se ainda vive
Num tempo corrente, viria para encerrar
As dores de sangue dos bretas ferventes
Haveria um preço a pagar, para finar
O processo continua num desafio friso
Atuam como num palco ao vivo, rindo
Ocultam seus ardís premutos, permutam
Chegado o fim do sôfregos bongânimos
Agora o desfecho é entre os ferranios
Abrindo o colchete deste intorumim
Todos estes entremeios e artífices tidos
Teve um grande operador e construtor
O grande "Eu sou" que tudo elaborou
Somente Ele o supremo sabedor,
Poderia desfazer as obras malógrimas
No templário da hora precisa, predita
Do concerto de tantas malefindas
Colchete fechado, tudo está finado
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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