Quiseram parecer o conhecer não ser
Tentaram me parear nas muitas prefisas
Aguçaram as línguas para criar disparate
Enfinaram as presas nas minhas frases
Compinaram meus textos em pilares
Contínuas agruras e arremessos formam
Para parar e destruir as palavras acesas
De artífices etéreos, da fuzarca, da zimba
Tantos jogos de troçadas, brigas alçadas
Que só se vê destroços dos vendidos
Tentaram parear minha inteligência
Abriram seus verbos e converbos falsos
Prepararam redes invisíveis de prendos
Ciladas de arametes por trás nas solfetes
Todas elas caídas e desfeitas, ELE fenou
De escrever não largo mão, assim será
Quem quiser me destratar, vai olvidar
Sou prefixa nas desvias, mas não troteio
Se insistir em que eu me curve, desfecho
Vou fazer o que desejo, o que me agrada
Sou da poesia premissa, da remissa
Tenho carinho pelas prosas, amo trovas
Versos da antiga me fascinam, me fiam
Palavras solto ao vento, deixo-as livres
Não apriosiono o que sinto, deixo trilhar
Descrevo do que me é sabido, espreito
Se vem o desagrado nada feito, foleio
Entretanto, se o tema me inspira, me doo
Investigo o que me é estreito, aprofundo
Amor, essência que faz toda a diferença
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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