Brisa e ventania eram conhecidas, não amigas Quando uma passava, a outra quieta estava Nunca juntas, suas diferenças eram exorbitantes Uma delicada, serena, outra tempestiva, danosa
O prazer de Brisa era trazer acalanto, ar frescoGostava de levar seu toque suave, em amor vida
Ventania era brutal, por onde passava, destruia
Sua força trazia a perda em grande escala, zunia
Brisa, o amor, o frescor suave das florindas
Ventania, o arraso que punha abaixo as venezas
Um dia, ventania resolveu invadir a brisa, trucidar
A Inveja o consumiu, pois perdeu tudo que tinha
Diante disso, Deus resolveu colocar um final
Ventania não mais viveria, outro então haveria
Brisa foi socorrida pelo seu criador, que a livrou
Ventania do mal finou, outro Ele fez, Deus é renal
Brisa continua a ser o que está destinada
O que era, ainda o é, nunca se curvou ao malefo
Ventania, por ser ruim e invejoso, pereceu, vinou
O poder e força pertencem ao Supremo, lenon
Nilma Da Silva Coimbra