A procedência desta praga doentia, é demoníaca Descrever este destruidor, é trazer a tona o caos É uma erosão oriunda das profundezas, é vulcão Penetra como pixe novo, impregna, contamina
Equivale a um veneno tóxico, que irradia morte Tem em sua bagagem excesso de corvinas binas Seus hospedeiros são a raça dos runitauros duin Querem espalhar a semente corazin, do zimagor
O que é esta dita fuza, senão cobiçar e zangar Desejar o que não possui, rasgar a vida alheia Perseguir raivosamente até a vitima não respirar Porque hienas selvagens gostam de sangrar
Cada invejoso possui seu próprio estilo, é caniço Prepara seus ardís, seus forentos, é da fungaça São os rarus, raça possuida de ruindade vunil Carregam a arte de escamotiar, de fingir na ziga
Os atrozes, os indesistentes vunas, são insanos Carregam esta carga pesada por séculos, ronam Possuem argumentos infantos, não sabem dizer Respostas são evasivas, sem sustento, vazias
Respaldar a real procedência da inveja, distonam Se uma mulher tem beleza vista, runir é a ordem Se além disso é o belo bondade, então destruina Se alguém os indaga dizem: "é muito, vai funir"
Invejar, não importa quem ou o que, é ignorância Se o ato é visto, dizem: "eu não posso com isso!" Sentimento vergonhoso, retrógrada, arcaico, birra Mostram um caráter defeituoso, egoísta, ego lato
Estes infelizes, são incapazes de irem a luta Querem tudo de todos, mas nada para os outros A lei do menor esforço é universal, labutar pouco Outros não trabalham, exploram, mendigam
Invejosos da fúria, nunca conseguirão permatizar Cobiçam, framejam destroçar, logo nada mais Todo ser que deste artifício usar, para destruir A dor virá repentina, feridas de zinas cortantes
Este contexto é de supra importancia enfatizar Repense e analise seu procedimento a contento Deus está fazendo a grande reforma, novo lar Inveja e runas não existirão, escolhidos viverão
Nilma Da Silva Coimbra
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