sábado, 31 de agosto de 2019

GRATIDÃO

Ser grato a alguém, é o agradecer da alma.
É saber que a obrigação não existe quando o amor flui sem impor.
Entender que a retribuição faz parte da contribuição.
Fazer parte de uma coleção rara, nobre.

In natura, assim se manifesta. Enobrece.
Nada forçosa, de bom grado, de pronto.
Sua beleza é a veracidade do ato, expondo.
É ser recíproco, a bondade em devolução.
Doar-se em vontade, alegrar-se na entrega.

Simplicidade em união, repartir entre irmãos.
Estender as fronteiras, abrir mão.
Ser pioneiro nas tomadas, ser decidido nas atitudes servis.
Complanar as forças inprecisas, priorizar.
Explanar em concordância os dados, afirmar.

Ainda que ingratidão seja volátil, latente,
ela pode ser expulsa, banida, não grata,
se o desejo de amar for mais forte,
e a intensidade do querer o bem for prioridade nos corações.

Nilma Da Silva Coimbra




sexta-feira, 30 de agosto de 2019

NÃO RETROCEDER

Cansaço é inevitável, a luta não cessa,
O intruso não dá trégua, as lanças são afiadas.
Dias intermináveis de tombas e felístias,
dores são cauterizadas, trustos eliminados.
Ser forte, diante dos infiltrados, vassalos.
Venço, mas é Deus justiça que triunfa.
Amar sempre, não aceitar os oportunistas, sugadores.
Venha o que vier, não retroceder.
Guerrear em favor da paz, com Deus hoje e eternamente. 

SOSSEGAI

Sossegue, aquiete, acalma-te,
diante das adversidades, dos tarrancos,
os balanços e desníveis são frequentes.
Relaxa, descanse por um entretempo,
depois volte a lida, as remissas das frentes.

Amenize os entretantos,
equilibra os contratempos,
respire e deixe o ar te purificar.
Medite com leveza os incidentes,
Reflita com consciência cada desicão.

Desacelere os passos, diminua as contínuas,
refreie os pensamentos, descanse nas entrelinhas.
Desapegue dos costumes, das estilhaças,
Confie sua vida ao Deus supremo, o criador.
Verá que em nada terá que se preocupar.

Nilma Da Silva Coimbra

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

LOUVAR A DEUS

Louvar, vai além de elevar a voz em cântico,
de expressar com sons estremecidos,
está bem longe de apenas ouvir,
não se avalia pelos instrumentos musicais,
não chega nem perto de peleras vãs.

Louvor é para Deus, linha direta do cora,
É o som da alma que bendiz o Deus supremo.
É dedicar sua vida por inteiro,
em louvor atitude, como presente vivo.

Louve com sua voz, Louve com amor,
eve sua alegria em exaltação ao Senhor,
dance, pule, sem medo, deixe sair de dentro de ti,
a mais profunda adoração.

Deixe a timidez e troque pelo êxtase,
de estar sentindo o regozijo dentro de ti.
Glorifique a Deus, para dizer "obrigado."
Engrandeça ao poderoso pelo amor que Ele tem por você.

Louvar é mais que sentir.
É vibrar Deus dentro de ti.
Está num plano sem precedentes,
porque o perfeito louvor está com os que amam a Deus,
os filhos que optaram por estar do lado do Pai.

Nilma Da Silva Coimbra

O AMOR VENCE TUDO

O AMOR VENCE TUDO

Amor, palavra breve, curta, intensa.
Nem sempre fibrilha nos corações,
Por vezes desapercebida, outras nem sentida.
Em muitas ocasiões, dada como frágil e sem valor,
Outros até apreciam, é querida por muitos, por isso, são coniventes.

Uma grande parte possuem o amor,
porque sabem que fornecem vida,
mas ficam num patamar decadente,
pois optam pelo amor ruim, o distante.

Amor ruim é infer, é desprovido do belo.
Movido por sentimentos de interesse,
logo se acaba e seu valor se esvanesce.
De pouca serventia, é temporário,
por falta do amor verdadeiro,
ou mesmo por opção de alguns, ainda que absurdo seja.

Dentre aqueles que amam,
há também os que amam pouco,
por medo ou incapacidade de sentir.
Estes creem que se assim agirem,
preservam de serem enganados.

Outro tipo de amor, que fica na obscuridade,
é o amor latente daqueles que são incrédulos, frios e de alma dura.
Rejeitam o amor, falam com toda a veemência.

Estes ainda, amam suas famílias, e muitos ao seu redor.
Quando defrontados, não conseguem explicar,
a procedência do que sentem. Ficam confusos.
Conseguem amar os seus, discordando, mas são implacáveis no desamor aos desconhecidos.

Amor verdadeiro, que expande em toda a sua plenitude,
É o amor que vem de Deus, amor vida, luz que reluz acima do entendimento,
que dá poder que vem do alto,
traz as beatitudes mais excelentes,
nada se compara a isto. É o tudo.

Sempre, e isto não pode ser revogado,
o amor é a chave para todas as portas,
é ele que desfaz o mal, refaz no bem,
é o amor que constrói, que avança, que nunca é vencido.

Em todas as planuras, o amor do Pai maior,
é o amor dos grandes guerreiros,
que nunca se entregam ao mal,
que nunca se abalam, ainda que confrontados,
é o AMOR QUE VENCE TUDO.







PALAVRAS

Palavras são armas de tiro certo,
poderosas, de força extrema,
são bombas explosivas,
a espera de serem detonadas,
mas os que a podem usar,
nem sempre sabem ou a fazem bem.

Os que podem falar, em grande parte,
usam indevidamente, se perdem.
Poucos a fazem corretamente, distorcem.
Uns usam para o mal, outros para o bem,
Há ainda os que poucos a usam.

Tem os que maldizem, outros destratam, banalizam.
Homens de palavras mentirosas, falosas.
Elogios falsos para ludibriar, fragilizar.
Verdades ainda pertencem a poucos, isto há de ser mudado.

Diante de tais fatos, a palavra no seu todo, tem se extraviado.
O mundo mudou, e o amor tem vencido,
em tantos aspectos,
que todos estão assombrados,
A Palavra então, onde tem se colocado?

Está presente, ao revés, mal colocada, esquecida.
Fala expressa, precisa ser organizada.
No que, talvez me pergunte, te direi.
Na maneira como tem sido dita. Repense.
Muitas palavras atropelam, outras dizem nada.

Discursos longos, trazem enfado, desinteresse.
Repetições são desnecessárias, cansam.
Palavras que trazem calosidades,
em forma de falas perdidas, imprecisas.
Faláceas macias, para a malignidade.
Muitos falando o que não querem dizer, outros com intuito de fazer perecer.

Quantas variáveis em tons para impressionar,
gritos de zombaria para desestrurar.
Dizeres ferozes, dureza infringida para machucar, destruir.
O que ainda salva, são palavras de sentido real, carinho, amor pleno,
os elogios sinceros, sem segundos interesses.
Estas palavras então são as que devem ficar.

Se quiser agradar seu igual,
faça em verdade, caso não sinta, se cale.
Palavras sempre ditas ao seu tempo,
são como um tesouro descoberto,
curam, libertam, transformam, são vida viva.

Leve as boas palavras ao vento, estas serão ouvidas,
Leve também a Palavra de Deus, esta jamais será perdida. Será sempre a Palavra de água viva.
Seja alguém que anuncie as boas novas em todos os sentidos.

Nilma Da Silva Coimbra
















domingo, 25 de agosto de 2019

O EGOCÊNTRICO

O egocêntrico, (eu no centro) não  conhece a palavra "nós" ou "outros". Por vezes usa o próximo no plural, mas sempre em nome do eu no singular.

Nilma Da Silva Coimbra


sábado, 24 de agosto de 2019

SENTILHANÇA

Convenhamos, sentir pode ser uma escolha.
Há os que preferem reter sentimentos que trazem males para a alma.
Estes são danosos, causam dor, corroem.
Disferem agulhas de farpas ferinas.


Ainda que de momento, o parecer dissimula.
Boas palavras, disfarce do enganador.
O sorriso em desencanto, esconde a ira.
Gestos discretos, ações que rebate o ato.

A maneira de se expor, o impor, a arrogância,
são formas de se banalizar o trato.
Raiva, ódio, ira e cólera, são os que mais matam e consomem.
Primeiro afeta o possuidor do sentir,
o receptor nem sempre é afetado.


Cabe aqui lembrar, que tais sentimentos,
podem ser desmembrados, desfilhados.
Rejeite sentir malignidade, negue o cafena, o confrauto.
Expulse de seu ser, toda raiz amargosa.


Ao contrário do sentir fenúcio, dureza runa,
há o excelente manjar, a beleza do ótimo.
Sensibilidade pelo belo,
sentir a pureza das sensações mais delicadas.


Aprimorar o coração, cuidar, zelar.
Conteúdo de qualidade primeira,
Entrar somente o excelente, resguardar.
Purificar de toda impureza, filtrar.


Que aberta esteja a alma para o amor pleno,
Amor por Deus, amor pela vida, amor pelas pessoas,
e todas as correlações que seguem, em elos subsequentes.


Semelhanças há em muitos nomes que trazem o sentimento maior.
A união, comunhão, solidariedade, compreensão, são forças resistentes.
Paz, alegria, felícia, perdão, gratidão,
jóias raras e tantas outras então.
Que todos os homens lembrem
do valor incalculável do amor verdadeiro,
do amor chekiná, do amor primá.

Nilma Da Silva Coimbra

DETALHES

Detalhes nem sempre são percebidos,
nem todos conseguem ver minúcias,
O que está na frente sobrepõe, esconde.
É preciso aguçar os sentidos, refinar.

À vista nada se vê, a fundo está o tudo.
Olhos atentos, atenção dobrada,
Cabe ao proposto, treino constante, preparo.
O que é maior nem sempre é o importante,
O minúsculo pode conter a resposta,
a saída que não estava exposta.

Uma palavra, um toque, uma expressão,
dizem mais que o todo de tudo.
Pormenores são valorosos, quitutes.
Decidem o que parecia ser impossível.

Refine seu modo de ver, aperfeiçoe.
Apure sua perspicácia, defina, resuma.
Compare, analise, retrate, imagine.
Descubra, seja paciente. Destelhe.

Por vezes, o retorno não será evidente,
Esperar é conivente com o observador,
Calibrar, estabelecer elos, relacionar.
Ser detalhista é ser preciso, inssistente.

Nilma Da Silva Coimbra

RESPOSTA DE DEUS

Ler um bom livro pode estar até em desuso, mas pode ser a resposta que estava precisando. DEUS fala conosco de muitas formas, e a leitura é uma delas. Releia os livros antigos, a Biblia, e em tudo Deus irá lhe falar. Deus ama você e quer lhe falar no íntimo. Escute atento. atento.

Nilma Da Silva Coimbra

VIDA

Lágrimas, sorrisos, emoções, faz parte da vida.O importante é saber se bem vivi.

Nilma Da Silva Coimbra

DOR

Para conhecer a dor só ela se basta.
Para a felicidade saber, a dor tem que conhecer.

Nilma Da Silva Coimbra

MELANCOLIA

Hoje eu passei e vi a melancolia ali...
Para alguns desapercebida,
Para outros por vontade esquecida
Eu não entrei. Apenas passei e disse adeus.

Nilma Da Silva Coimbra

CORPO E ALMA

"Corpo atrai corpo, a a alma bela atrai a Deus."

Nilma Da Silva Coimbra

SINCERIDADE

Muitas pessoas gostam de ser bajuladas. Alguns se aproveitam disso para ganhar a confiança, sendo desonestas mas com gentileza falsa. Busque incansavelmente a sinceridade ainda que seja terrível e dura. 

Nilma Da Silva Coimbra

SEJA AMOR

Amor é doador, conciliador, traz o encontro, reencontro. Viver no amor é uma arte a ser construída. Construir sonhos, restabelecer metas, não esmorecer, ser a ligação do elo no fortalecimento.
Seja a beleza que falta, a alegria que espalha, a comunhão perdida. Preencha os espaços que se incluem, valores que estão esquecidos. Seja amor.

Nilma Da Silva Coimbra

DEUS, O DONO DO PODER

Pai, meu amado, cora de verá,
Querido, rinido do Emá, Quaremá.
Dendo do Enfail, caleto disfino.
Lourado, entoante, divino.

Guarindo, felitico, Fansto, lídico.
Gunático, de prima paz, lancio fino.
Fasto de vida, linko de finura.
Gofira, gunida de feito provil.

Gadena de centil, lubroso, fonoso.
Blindado, denal do facelal.
Guino, endo, fono, dino di pu.

Nilma Da Silva Coimbra



DEUS AMOR, FÉ

Amor, sentimento uno, profo
De valor inestimável, calouto
Nele está contenido Deus
Sua fibra é desfebrilha
Poder incálculo, no invisível
Sua estafe é de centrulhos
Não é destretutível, imortal
Conferes intrínsecas na verdade
No brinto, na circunferência dentra
Cripta, da constância, de reverência
Fé que permuta os sextantes
Crédulos, inconformados com os sextantes
Que lutam com braveza fulvente
Para que o bem se predonize
em fartas companhias estartes
As campanhas benignas são fortes
pulgentes
na fé intermitente, no Deus presente
Parangentes, todos no mesmo firmo
Deus de supremacia infinda
Firmada na fé benigna
guardada pelo amor em verdade e justiça
Não há como derribar
Coluna inquebrável, bravura impecável
Deus, amor, fé, o trio imbativel
contra forças malígnas em todas as entrinas
Vitória do bem em todo tempo
Se Deus na frente vem
Fidelidade para os seus filhos
Nunca abandona os fiéis
É Deus eternamente, vencente


Nilma Da Silva Coimbra






O SABER PERDER

Em todo naço há dois lados.
De propondo desigual.
Cada um com seus intentes,
em profenas vertentes fúbias.
Forças correntes e sequentes,
se contaçam e frumam em favos.
De guelrras dobradas e sacos defumados,
Outro ventaço, guardião da vera,
se quiraça, não esquiva, desgraça.
Na luta ferrenha destrena, desata.
Finda o contronto, desprisão.
No desemgate, há o perca, decasse.
Gonar o incalce, findar no desfrevo.
Desfenar incalços, desmerecido.
No ato da cúpula, destrato, voltate.
Desenvolta o caniço, há descompasso.
Verananda, tudo está nos autos.
Concílio sem irradia. Vartrato.
O ganho é da vida, sonato, amor nato.
O perca é dano invicta, castro finato.
No calato, contento em valor alto.
O mundo se faz na queda do intrauto.
Decauto. Deus divino, supremo. Fato.
É o vencedor nos pilares, em todas as pretâncias.
Nada a desentendo. Tudo conotá.
Deus de amor, vencedor. Troféu supremo.

Nilma Da Silva Coimbra

VIDA E TEMPO

Vida é ganhar tempo.
Perder tempo é ganhar vida.
Matar o tempo, é letargia, tempo jogado fora no insensato, na imprudência. Estado de morte sem cona.
Portanto, vida e tempo estão juntas e unidas em vitempo sonas, não se fiam em contratempos, mas são somatempos ventempos.
Deste elo, a riqueza se vidença.
Funda se cria a verdade, o bom, beleza plena.

Nilma Da Silva Coimbra

VENTANA AZUL

Betinas, facetas improbias.
Cornudas, ninfetas, bernetas.
Climas das prefiro as, infusões.
Banetes consenrtidos, ribanas finas.
Linfas de formato Linux.
Corrediças, sênforas, nefastas.
Brítinas fônicas, baletes pelios.
Constrante desvio, blúmia peridica.
Ângulo linfático, soltas no canal.
Bionicas, de cerebelo mínimo.
Enfática no desafio.
Curvilíneas, de fino fio.
Resende e, contida, prítida.
Vislumbre, cones de conevil.
Suave é a noite na passarada.
Contenida, em seu espaço brina.
Recôncavo, de feitio estio,
Dolores reversos, professor.
Dininha, de som birilo.
Grita aos ventos suas dores híbridas.
Peculiar em seus confins.
Desata nós sem perguntar.
Pronuncia palavras em dialeto.
Ressoa o bramido das antíteses.
De verá em cisna, retorna precisa.
Nada teme, coragem exposta.
Congruente, intermitente, frêmega.
Displiscente, no amor caliente.
Perturiente, renova cada dia seu ser.
Contundente, cria sonetos em solfetes.
Beleza quiçá, refulgente.
Dúbio relevo, resplandescente.
Sensitiva, ouvem os sentidos.
Não espere, espera, coopera.
Digna de enfrer, finer compusé.
Bressalias almadas, versáteis retráteis, retráteis.
Pontiagudas, senecas, soníferas.
Concavas, seu estado é Infraero.
Convexas, inclinadas ao vento.
Simplórias, amorosas, engenhosos.
Desfilam congruentes seus enfeites.
Desfilam a gravidade, ingerem o tempo.
Pernoitam as exuberâncias.
Exibem seu fascínio, imperismo.
Dê todas as borbulhas, a azul brima.
Contenciosa, criteriosa, harmoniosa.
Falupas de brinks se estufam.
Continencias retumbantes se criam.
Carótidas opressoras se desviaram.
A névoa se desfez, compelida.
Ventanas sao excelentes, são azuis.
Resplandecem por todos os cantos.
O explendor da Glória de Deus.
A beleza do amor expandido.

Nilma Da Silva Coimbra



DIABO E SEUS DEMÔNIOS

Enfisa o cruzado, diabas pas.
Reduto de cobra, escudo brasão.
Fenício, foracim com de ouro dolo.
Cartel, frisos secos, contener.
Queratim desfeito, fuzil comim.
Doralice Criciúma, gueto cento.
Fandunga crospita, diálise conforme.
Cromázia astuta, rebolita infiuta.
Visiuna, vagante, confrante.
Portifíria, com exuberância frame.
Dorumas constantes, crisaldas podres.
Gestantes operante, crédulas sem estante.
Gordurinas, ordinas, céticas influentes.
Fuzuantes, cistas, sextos sem ondinas.
Cavantes, endrúmeras, corantes.
Desfiguras em crisas, critantes.
Relevo desfavor, contenedo inferior.
Disas concisas, despedaços britas.
Favos runicas, ditas precisas.
Anelos cortantes, confinas brinitas.
Anéis em orlas, recanto primiza.
Container em vista, tudo posto.
Frasante embebecida, prurida.
Constantina renhida, inventiva.
Argolas rumeras, crisantemas perfírias.
Combate de arroio, jamais esquecida.
Embate confronto, bem sobre o mal.
Frisantes distorcidos, arrebatados, caídos.
Doralice em pranto, decadência festiva, falsa.
Arremesso em vão, cruz alta vencida.
Arregaço desfaço, proeza carrada.
Carango confeito, carrriaca perdida, desfendida.
Enlace desfeito, o mal no enterro.
Prantear no desfiladeiro, o bem recampiou, se elevou.
Duro arguir, confonetes a sortir.
Final do bem sobre o malígno vil.
Diabo morto, demônios mortificados.
Mal desprezado, no mundo regonil.
Vitória em destreza, vida em nobreza.
O bem vence o mal, para todos os tempos, em eterno, em Deus no amor.
[O BEM PREVALECEU E SE SUPEROU].
[O AMOR EM DEUS VENCE TUDO].
[DEUS SEMPRE VAI VENCER EM TUDO]. [EM TODO TEMPO DEUS ZELA PELOS SEUS FILHOS].
[DEUS É AMOR. DEUS É VIDA PLENA].







QUER VENCER?

Quer vencer? então não deixe nada
Que todo bem lhe oferecer,
Seja raiz profunda, se faça broto, saudável, no espírito que há em ti,
Não desvaneça, renegue o mal,
lute, avance, precrute.
Não se deixe dominar,
Se esguie e se envolva,
no Deus de amor, de toda vida,
Porque tua força é escassa,
mais do Pai, interminável.
É assim na presença do grande Deus,
Vencedor sempre será.


Nilma Da Silva Coimbra

INFERÊNCIA

Inferir, impedimento, sem hora de fécho.
Rompimento de entrada vista, queixamento.
Trança roca, de textura doble, inquebrável.
Disforme no informe. Catranca destreve.
Sinuca rompida, linear e couraça nobre.
Firmada na desdobra do unicórnio inxistente.
Crina de frômego reluto, funicada, inforte.
Coronto fixo, desate no profixo, corneto.
Crisa, reforço de quentato.
Crustácea do inferido, recontra.
Lino do recôncavo, insufer.
Coneluto, quina invertida, previsa.
Resolute, incobrar, cafernar.
Organizar o cento. Estabilizar.
Quenturiar ao extremo. Visbilizar.
Desinformar, caracterizar. Verbar.
Coxeto pirilampo, desvendido, privado.
Efêmero, tiraca Priscila, invisível no visto.
Garantear no dialeto, se querendo. Escolhar.
Interplantar, no ínfimo, estaca inatura.
Desejo expresso, ordem frenecida, frenegar.
Reverto improvável, desconecto no finar.
Ordenança sobreposta ao Deus da verdade.
Confiança robusto, ao poderoso.
Deus forte, Deus tempo, Deus conosco, Deus tudo.

Nilma Da Silva Coimbra

NOZES

Duras, de forma cônica, divisa.
Beliscas, de cor bálida, com frisos salientes.
Conchas que se abrem, a duras penas.
Cascas resistentes, de uso variável,
Castanhas é o seu conteúdo fracionado.
Gosto primor, sabor de nútria, quilindia!
Nozes são especiais,
tem refino, é valor honroso,
iguaria dos reis, dos santurrados.
Tem componentes reforçados, fertilidade, duplicidade.
Simbologia de fartura, posto à mesa,
riqueza de espírito sobrevem,
multiplicação de bens, sorte no amor.
Querida por sua beleza,
amada pela vida que emana nas venas,
representa a garantia de colheitas fartas.
Nada pode impedir que as vivendas,
cresça e desolva por toda a eternidade.

Nilma Da Silva Coimbra

CARRUAGEM

Eis que vem o carro real buscar seus enviados,
Ela corre com seus cavalos sinistros e galupados,
Nada detém seu destino,
suas cascaduras são fortaliças,
exuberantes cavalos roliços,
festivos e exuberantes, troteiam e
correm numa cavalgadura profixa.
São velozes e superam obstáculos.
Leveza na ida a seu destino,
vão por desfiladeiros e montanhosas,
chegando a seu destino ao palácio em reinado.
Preparado está o rei para o embarque
da grande viagem tão esperada há muito tempo.
Hora da partida, para perpetuar a vida.

Nilma Da Silva Coimbra

ABATE

Desmanda, em fretaço disparate.
Defronte e pela reversa contenda.
Deparo no pontiaguado, confendo.
Despedaços confraços, trivas curtidas.
Defesas improvisas, enfíseas guiseas.
Divididas conetidas, trufas precisas.
Doraludes, famintas brisnudas.
Derva, traseiras sem feridas.

Nilma Da Silva Coimbra

CHAMEGOSO (Chama de Amor) Doces do amor

De todos os doces deliciosos providos do amor,
há os especiais, que está no concentrado, o CHAMEGOSO.
O cestiar nos braços do amor amado,fogoso,
Encostar bem de mansinho, e falar de pertinho.
O carinho, sentir vida fluindo, rindo por dentro.
Afeto, afeição, aproximação, união em calor.
Atenção no mimo, tocar, delicadeza linda.
Dengar, trocar churumengos, avivar, reavivar, chumegar.
Carícias em formosura, o ponto verá é liza!
Sinceridade, sendo coração, a luz se espelha!
Verdade nas peleras, voz de triunfo, a morar, firmar,
Dedicação, empenhar, o bem desejar, persistir.
Atar, se desatar reatar, se o amor querer.
Caminhar pelo suspenso,
ser intocável ao desamor, desistir jamais.
Ligar elos de aço, no laço do enfeite, o amor redobrado.
Casar na aliança do divino, inseparável está.
Confiança revestida de couraça,
imbatível contra o mal, não dividida.
O amor verdade tem todos os gostos,
tem todos os doces, são multi, são torres, são extrefortes.
São flores em vislumbre de cheirumes e belumes.
Escolhas é ser livre, cada um com o seu preferér,
em concordância mútua.
Doces são essenciais para o amor perpetuar,
e muitos doces há, outros há de se inventar,
em tudo que se foi dito sobre o amor
supéria,
O amor vita com o amor triuno fundido,
será confirmente, vencedor será em todos os descendentes.
O amor vem de Deus, o CHAMEGOSO também.

Nilma Da Silva Coimbra



AMOR NO TODO

Amor, que é verdade, resiste.
Desfere alguns pontífices.
E quando é forte no enlaço,
não desfigura, confere.
Amor que é deslumbre
em todas as entrefeitas,
persiste, não consente, enfrenta.
Sempre que é questionado, compraz,
abre suas parábolas, se esbalda,
impedimento não é o costumaz,
em todos os laços derriba.

Nilma Da Silva Coimbra

O GRANDE CONFLITO

Dia de luta forçuda, de garra afiada,
soltando felpudas, sem termos.
Distante do sono, descanso fugiu.
Corpo em sustenido, alma atenta.
Luta após luta, sem trégua, alerta.

Horas a fio, no confronto de muitos desafios,
Não desistindo, nunca regredindo.
Compromisso assumido, voltar atrás,
dei adeus as fatinhas, agora sou navio negreiro.
Vejo com olhos de lince, não aceito reprise.

Desisti de muitos sonhos, para alcançar o inconquistavel.
É preciso coragem, a vida requer embate.
Reagir se necessário, o tempo é hora imprevista.
O bem sempre requerido, desejado.
Não olhar para o desacato, desbravado.

Vestir-se de investida, driblar o fogoso.
Fazer-se de pronto, estando com investiga.
Crer e não crer, histórias são indecisas.
Medindo parâmetros, analisando crianças.
Estar nos sentidos, com a providência desperta.

Terrenos desconhecidos, devem ser infrenidos.
Depois de carapaças desnudas, campear.
Em nada sobejar, mas o todo visionar.
Confrontar é quiçáz, vencer o absoluto, e nem armas usar.

Nilma Da Silva Coimbra

VITÓRIA

Agora está concretizado.
Lutas infindas, batalhas garridas,
sofrimentos na carne bruta,
e o espírito desfalecia, mas resistia.
Tantos infortúnios, dores de ferida,
Dias infindáveis de provas questidas,
enfrentando demônios de todos os tipos,
investidas intermináveis na morte,
todas vencidas por Deus em luta renhida.
Todos venceram, menos um, o dito do quisto, o fenício, finto.
Declarado está o que foi cumprido.
Se alguém voltar atrás, morte serrá,
ao repugnante e todos os atrelados.
Dê hoje em diante nada pode mudar,
Tudo foi feito. Deus assim firmou.
[A vida venceu. Deus venceu tudo].
[O amor vence sempre tudo].
[Nada pode mudar isso].
[Fim da guerra].
[Encerrado].
[DEUS VENCEDOR].


CÁLICE

Líquido ferroso o amargo galgado.
o beber em pequenos goles,
druidas de fartas mesampíadas,
cristas se formaram de dores contidas,
preço de sangue, vinho grosso, doloso.
Composto de aperto e rasgado,
feito compromisso invisto.
Nada a dever. Tudo foi pago.
Valeu o sôfrego. O bem derrotou o mal.
Vencedores foram todos os redimidos.
Libertação vitalícia. Deus fez o decreto.
O selo da Vitória foi sancionado.

Nilma Da Silva Coimbra

SEGREDOS CRUCIAIS

Secretar, caxetar, implanar,
Caixas empilhadas, no eixo, seixo.
Madeira trocada, fechada, fachada.
Crisálida rompida. Nida covada.
Dúbia se desenforme em altrazes,
Frames se desencaixam e fucimam.
Detalhes são pormenores frisados.
Vidas nominais estão visadas.
Escravidão é o doce amaro,
Correntes espalhadas em pares.
Barreiras de tísias para os invasores,
Preto é a cor do vagalume fuzil.
Confronto é o passatempo preferido.
Varzea descontínua, rompida, quebradiça.
Losna, imundície é o natural.
Aparência é a forma de ludibriar.
Engano em sua pureza máxima.
Esconder com delinque, infarto.
Artifícios são constantes.
Planejar em cortíneas mentais diabólicas.
Criar sístidas inflamadas em mortália.
Desenvolver rínidas e não reconhecer
Artes milenares rompidas.
Desvendado o cisco, o fim é raxado.
Não mais ser. Agora tudo terminado.

MULTIFACES


A mentira é um ator de muitas máscaras,
cada personagem que cria se torna uma face.
Cada face tem outras tantas interfaces,
que são diferenciados e se intronizam para curetagem do estofo.
Faces distintas que encobrem verdades,
de maneiras tão suscintas que não são pressintas.
Ora está fibrosa, outra viçosa, muitas vezes lindeza e formosa.
Também muito apreciada vistosa, toda glamorosa, complacente, paciente e bondosa, mas incoerente.
Vi tantos lados da mentira, que se equipara a falsidade, que entendi claramente que sem discernimento do altíssimo impossível decifrar.
Como uma peneira que coa o cascalho, e os graúdos sobressaem, assim é a mentira, ela se esvai e a verdade fica e intensifica.
Por isso, os facetes que interpretam muitos papéis, são coronazes, inventam os pressales, corroboram distorções, avaliam suas tenazes, distribuindo torções.
Desfrumeie de cadeias impostas, que cercam e enredeia prisões que se mostra inocente,
detenha na verdade suprema, saia do engodo em teias, se safe das amarras desgovernadas que atraem desavisados.
Se fie no certo da couraça, não escravize
os incertos.
Dê margem ao plano correto, decida pela certeza dos crédulos, pela realeza das belezas internas.
Sabendo que impunidade será cobrada, e nada será esquecido do infrator requerido.
As multifaces das máscaras, são disfarces constantes daqueles que não conseguem viver o absoluto, cegos de si mesmos, veem pelos olhos invertidos e o falso predomina, a ponto da mentira se reverter e a verdade distorcer.
Seja de rosto fragoso, sempre do lado norte,
não se dobre ao som do frambote,
guie-se pelas torrilhas das alturas,
e seja tua palavra uma, diante de muitos algozes.
Ande pela vereda da certilha,
não se corrompa em entrilhas,
pois elas enlaçam e são esguias.
Viva pela vida, a vida daquele que entoa o som de muitas vivazes,
que nunca se detém nas inferências.
Ele é o Deus combatente, guerreiro e atroz.
O remanescente. O Deus presente.

Nilma Da Silva Coimbra

MURO

Barreira, separação, divisão.
Eis o destino do muro.
Tem como finalidade impor:
"Não ultrapasse! aqui é proibido!"

Compõe-se de muitas variáveis, com suas peculiaridades,
Cada um com suas diferenças singulares,
Uns de madeira, outros de ferro, concreto,
Tijolo, barro e tantos outros.

Há os muros invisíveis,
que estão no plano do subentendido,
São os que enfrentamos no dia a dia.
Ora escondidos, ora se destacam
São muros de ódio, desunião,
Por vezes se apresentam na raiva, no desamor.

Muros que podem ser derrubados.
Marretas não podem quebrar estas fortificações,
há a necessidade de uma força superior.

Dentre os muros existentes, há um impasse.
O que impulsiona o muro cair?
Somente o amor forte, na verdade,
pela fé em Deus numa entrega íntegra,
que quebra as pedras encrustidas no coração.

INCREDULIDADE MÁXIMA

Fico a abismar em todo dia a meditar,
que força resícla e perícla existem,
no mundo entre os homens de cora núbia,
arrastados pelo poder do espírito diabólico,
desgarrados, soltos em prisões,
desnudos, com aparência sextante,
desdobram e se dobram em facetas,
contraem e repugnam o verdadeiro,
num gesto de inponência priscila,
escorregam em seus linzares, desentendidos.
Possuem paráfrases pontuadas, desencaichadas, fragmentadas,
carregam cargas excedentes, se mortificam.
Não se entregam em orgulho, ainda que vencidos,
correm desenfreados para o maligno.
Andam no lento, quanto a verídica divina,
lutam sem preparo, no combate parecem.
Pensamentos desincronizados, fixados.
Calmaria na ação fingida, implosiva.
Palavras de vida em conversão, negadas.
Não crer, ordem expressa, seja Deus ou diabo, em todos os segmentos e parentelas.
Vida em secura, o vazio no abismo,
Pobreza no íntimo, escassez, morte expressa.
Dia se faz noite, o negro no intro do adentro.
Assim o desnutrido do divino sobrevive,
na morte em vida, por recusar nascer de novo.
Em contínuo há resistência para renascer,
vivo morto, escuro visto, morte apressada.
O enredo finda no trágico, a morte da morte.
O fim do fim. Fim sem retorno, sem revogo.

Nilma Da Silva Coimbra

FEL

Bebi do mosto, da menguria fria,
engoli no gosto perdido, gosto frúmico,
desatei a ligadura crissinda,
cortei o relação dos enlaços,
Queimei os cordões de aço, no ar do vento,
em tudo Deus triuno me cobria,
o fel foi bebido em inflama,
e a morte me foi requerida.
Morri muitas mortes, nasci de muitas vidas,
derrotado foi a morte no fel, morte mortícea.
Vencedor é o V de verdadeiro,
o Deus todo poderoso, Deus do amor.
DEUS sempre vence tudo.

Nilma Da Silva Coimbra

DEAD END (final do fim)

Dia de festa do purim,
Lancelotes brancos cavalgam em marcha,
Cavaleiros em armadura de aço,
com suas vestiduras brancas tremulantes saltitam,
estão indo em direção aos antros,
num cavalgar ligeiro sem planches.
O céu recebe as glórias e estrebilha
na frente das báluas há um cetro refulgente,
eis que o Deus de poder único,
ressalta e encerra esta guerra,
que foi o marco da história do mundo,
porque o amor, em todos os quadrantes
venceu, se fortaleceu, e fincou seu baluarte,
Deus é! Deus sou! Deus sempre e eternamente! O alfa e o ômega!
O AMOR VENCE TUDO. 

Nilma Da Silva Coimbra

CONEXÃO

Vozes incessantes que são sob encomenda,
Ditas de todas as formas, com sons altos e baixos,
histórias sem fim dos deuses antigos, com tons de repetição contínua,
Conversações perturbadas, feitas para conturbar a mente de quem as faz, também dos ouvintes desavisados.
Ouve quem não quer, quem quer é o vicio contaminado que traz a velhice para o ruins que vivem a destruir.
O bons não são afetados, o mistério é para os que possuem o amor, o Deus verdadeiro, ainda que não saibam.
No momento exato todas as coisas são reveladas, tudo também pode ser escondido.
Os enfretes contratados andam por terreno desconhecido, e não sabem que Deus o conduz, como deve ser.
Dizem o que não querem, e quando querem se atrapalham.
Isto tudo foi feito para uma limpeza e uma realeza, mas com sofreza das duas partes envolvidas.
Nada ficou impune, mas o que Deus impetra por lizantes arredios, assim ficou conferido.
O branco no preto, óleo e água, foi separado o joio do trigo, quem do amor se conheceu, se ascendeu, e tudo resultou em vida sobre vida, mas quem optou pelo inverso, o reverso se tornou.
Pois nesta conexão há uma chave que liga tudo a Deus, quem tem e o amor pleno, amor de Deus verdadeiro encontra todas as chaves, exposta na chávena, e cada etapa deste processo os segredos são abertos.
Se nesse processo de mistério houver o mal inserido, retranca todas as saídas e nada se pode abrir, até tudo ser definido.
Há muitos desvarios, estorvos, enrroscos e toda sorte de entrementes, neste desafio, porque o que são maus, se enveredam na malignidade por prazer contínuo, mas o bem nunca é deixado se tocar, pois Deus é do seu lado.
Muitas conquistas foram decretadas, em meio ao entrevero, mas os enfretes que mudavam de tempos em tempos, faziam suas incisões por vingança e desamor, sem saber que o principal era a grande mudança no mundo.
Os envolvidos são muitos, houve tantos enfermeiros, que rusgas de todos os tipos foram traçadas e infringidas, mas as triscas do Deus altíssimo a todas cortou.
Plano de Deus foi feito e tudo está no fim, inavirai está desfeita e navirai despedaçou-se num arco de tempo e não mais o mal fixou -se, pois anéis de alianças reféns da sorte invertida, foram trocadas.
Retrocesso para concerto, armadilhas retiradas, forças abusivas dos inpositores foram derrubadas, mas todos os maus serviram como ponte para o fim determinado.
Tudo parece fim, sendo não sendo, mas está tudo como foi estabelecido há muito tempo.
Ainda que com enfrentamentos arrisquei está enseada, pois sei que Deus tem tudo em sua cordata.
A casa está no eixo, mas o encoberto está conchamado, e todos mostraram nesta ouvição, suas verdadeiras faces.

Nilma Da Silva Coimbra

TRANSPASSANDO OS GUILHÕES

Investidas sucumbidas, é hora da partida.
Guirandas fictícias se armaram em contra partida,
muitos ceifeiros a destruir,
lupinas defronte e detrás para sufrir, grilhões de fogo se interviram a inquirir, manhatas de cordões foram curtidos,
Zinfras de forças impelidas se ingram,
Cordéis frustrantes se inventaram,
Baluartes de tambores se destroçaram,
Tantros de quilumbas se truiram
Caída a feitura dos entrementos malditos
Enquanto desfecho estes trechos amam lacetes finos,
Todos sendo cortados e queimados por Deus o petriuno, o Pai mor.
Sempre quando o poderoso triuno estiver no front, barricas, borrilhoĕs serão quebrontes.
Então que todo ser saiba que os fioĕs sempre serão corratidos e delinguidos pela mão poderosa do Deus uno, infinito.

Nilma Da Silva Coimbra

ESTREBILHO

Cintilantes, extasiantes com blimblim estilante, formam crisântemos flutuantes que destilam suavemente em octógonos precisos que não se desviam mas se avluem em direções opostas e volumosas num cetro de justiça e verdade de Deus.

Nilma Da Silva Coimbra

O POR FAVOR E O IMPOR

Duas coisas distintas e controverso,
é o oposto do imposto.
Uma é sensitiva, com finura e lindura outra é imperativa e dominante agressiva.
De um lado o delicado, expressivo e respeitoso por outro o danoso, risposo e irritante.
Não custa dizer com fistuça, sorriso aberto feitoso, olho no olho, num gesto gostoso.
pois a petulância, o imponente inssistente, só consegue o que vem de sua prepotência.
Então convenhamos, o que é brejeiro e de faceirice, tem sempre apoio das delicadezas e das primícias. O que é do contra a um pedido, não tem passagem liberada sem contrapor.

Nilma Da Silva Coimbra

CÉU

Tapete de ínvares cores núbias,
com dissímias flaconetes de burbúrias,
recitando langúrias em bastos,
Cenúria de infinitas estrebilhas em clavos,
cintilantes em curvel de pinturas extravagantes e exultantes.
As mínimas se entrepõe com as tirinas em brilhosas purpurinas,
Luna se destaca entre as escuras colonitas, de veraneio em pitombas.
Te comtemplarei em penumbra os cristais azuis em estilícias,
O deslumbre das retilíneas que estava num prefácio de escombre,
agora é céu aberto, é o óbvio que se evidencia,
num contraste de corpo coberto, que nunca se esvala.
Os periféricos se deixam transparecer,
As cordilheiras se movem em bramas,
Os transpassos seguem em regaço,
As veredas são desfiladeiros que regam.

Nilma Da Silva Coimbra

MINHAS FESTIVAS

Se eu fosse contar minhas tempestivas,
Das muitas investidas, de tantos conchavos e conclavos, aqui não caberia. Prefiro resgatar minhas festivas, meus marcos mais adocicados, minhas cantarias, num rodopio de sensações intensivas.

Nilma Da Silva Coimbra

ANJO ASCENDENTE

Eis que esguio um anjo de beleza resplandescente,
Que se levanta dos ascendentes, de muitos concernes infiltros,
Está de posição braveira, destemente,
em quadrante permanente, fortaleza destringente,
Não vê barricas ou trancadas, vai sempre adiante resistente com bazucas salientes que a vista se escondem dos entrementes.
Sua trevura é de rústica que não se dobra, não se enverga, e nem se conscerne,
Vai adiante em disparo, luzindo na veloz da envernada, no tempo do voom, que não se vê.
Ele é branco de luz incandescente, de vestes em tom bege equilibrante, com laceiras e seus anuetes em lindeza,
Assim virá para todos os tempos, de trás para adiante e no presente, para estabelecer a paz.
Anjo guerreiro de espada flamejante, ora acesa em defesa, ora afiada e palavra.
Alguns irão assistir sua entrada guerreal outros sua saida imponente sem ser.
Este será o marco referente de que Deus é o amor em todos os temperentes, pois do que era interente se fez um valente, que não desiste, resiste, persiste e o medo lhe será em continuo desconhecente.
Ele derrotará os infringentes decadentes, e ninguém o deverá porque ELE É DEUS PRESENTE.

Nilma Da Silva Coimbra

CHORO DE DENTRO

Choro de dentro não é igual ao de fora.
O choro interior é mais sofrido,
porque são lágrimas
que não são vistas,
é a dor que não pode ser dita,
é o aperto reprimido.

Nilma Da Silva Coimbra

CADA UM NAQUILO QUE FOI CHAMADO

Todos os dias deparo com o reparo.
Enfrento o texto ausente,
palavras que não tem peso,
desordenadas e sem sentido.

Carregam suas marcas d 'água.
Algumas rancorosas e tem o odor da dor,
outras com excessos sem sentido.
Frases sem nexo, sem contexto,
mas sempre mal colocadas.

Nada faça por imitação, imposição.
Cada um tem um dom destinado,
outros tem muitos ligados, alguns casados.
Cada um naquilo que foi chamado.

Nilma Da Silva Coimbra

DOR LÁGRIMAS & SENTIMENTOS

Dores e lágrimas há de todas as formas e tipos
De tantas cores e sentimentos
Algumas conhecidas outras tantas não
As mais vistas são as de dores muito doídas
As que não resistem, que sufocam

Estas são lágrimas de mãe por um filho Que rejeita aquela que lhe deu a luz
Lágrimas de filhos que foram abandonados, esquecidos e mal amados
Há também o choro pelo amor perdido
Do casal que se separa

A dor mais comum que faz derramar lágrimas,
É  a dor da despedida, seja de quem for
Causa muito sofrimento, porque ainda que bata a saudade, só a lembrança fica

Existe a dor da perda por tantas coisas e causas
Que traz grande abatimento e lágrimas sentidas
Há uma dor vencida, que traz muitas marcas e choro de pranto
É a que traz arrependimento de se ter perdido as oportunidades da vida

Mas se há uma dor sofrida
Que causa ressentimento
E envelhece a alma
É a dor de não se ter culpa
E assim mesmo sofrer acusação

Ainda que nada se conste ou se comprove
Há sempre alguém dizendo é você
Que todo mal venha e não escape
Só Deus para interpor

No meio destá infinidade de sofrer
Vamos aqui terminar
E ficar com as lágrimas de contentamento
De alegria vivaz

Das boas coisas da vida, dos sonhos realizados
Dos momentos que fomos felizes
Dos instantes mais bonitos

Estas devemos abraçar
Tão forte que nem dá vontade largar
Elas precisam ser absorvidas
E nunca ser esquecidas

Eu vou ficar por aqui
 Pois cada um tem a sua lida
E seu quilombo a percorrer
Mas fica a palavra do dia
que deixo a todo vivente

Não colecione dor nem sofrimento
Antes acumule amor
Que logo segue o calor das muitas favas sortidas
Das muitas ramas que é pura energia

Que se espalha no bem contamina
Assim neste confim
termino minha poesia e digo:
"Todo bem que se inicia
Vem do querer ser amor, em todo viver."

Nilma Da Silva Coimbra


AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA*

Vamos abrir o leque do entendimento da Palavra de Deus. AINDA QUE DEUS seja um no Pai, Filho e Espírito Santo, ELE é que deve ser exaltado SEMPRE, como o supremo, o que ENVIOU o filho Jesus Cristo, como Salvador, por amor. Só o DEUS ETERNO, o criador, o restaurador, realizou mudanças e fez maravilhas no antigo testamento com todos os homens e povo que escolheu.

Portanto, devemos Tudo a DEUS, pois Ele desde o início do mundo e ainda hoje, tem como princípio a transformação do homem e da mulher em todo tempo pelo amor.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."João 3:16. A extensão do amor de Deus, quando a Bíblia fala DE TAL MANEIRA, talvez nunca possamos compreender, mas alguém que ENTREGA seu filho para morrer por toda a humanidade, não deve amar pouco. Quem em sã consciência faria isto hoje tendo grande amor por seu filho?

Nilma Da Silva Coimbra

DONS*

"Uns tem o dom de unir, outros de separar, outros de confratenizar, outros ainda são mediadores, mas raros são os que tem a expontaneadade de amar."

Nilma Da Silva Coimbra

ORAÇÃO À DEUS

Bendita, o favo de mel falaço
Gran vita, gúrias de ferrão suscinta
Lindeza de padrões curinta
Força extrema no linguar
Galope de ventanas assopra

Dinares de corruptos a dispensar
Lutares de findas inssintas
Grandio com fenas de fízeres
Lingras de coberto compresso
Gânglios de fórceps lácepes

Finura de disparos contrautos
Compêndios de graça remota
Verediam em sendias confindas
Estatuam o feito, compraziam o dito

Nilma Da Silva Coimbra


CONQUISTAS*

Ainda que o fatos venham doídos, e os baques da cruzada sejam incoerentes, o contorno é o trote do cavalo valente, o fortalecer o espirito, não se prostrar, não decair.

Levante, quantas vezes necessário for, reerga os conceitos, confirme os destratos mas não dê caso, avance nos espaços descampados, corra para o impossível, não regate, discorra além dos entrautos.

Os permutantes podem atravessar, mas os que confiam no Deus acima de todo poderio não resvalam, rompem no contrato, sem vaçalo, mas rejeitam o temor, destroem rampas fétidas, enfrentam os pontífices, e não se abalam.
Permanecem e se comprazem na bondade extrema do Pai, Deus de amor, galardo.

Nilma Da Silva Coimbra

DE BEM COM A VIDA

Estado de conforto, sentir aliviato
Não deixar o desencanto se instalar
Cantonar, lindar, fazer o belo renascer
Alçar alturas sublimes, despertar o benevit

Enfrentar os desafios, eefrear os passos Desfilar os brios, desamarrar
Findar os carapaços de estarte, primar
Amor em destaque. Relevar
Cuidar, desatar nós, drenar

Vivifica, esperar no Conselho, dignificar
Alívio, bramido, sentir festivo, voar
Cantar som de agrado, ninar o amado
Deslumbra os feitos, animar o coração, dançar.
Planar as viscitudes, contar as benitudes,

Aliviar dores no conforto, na força do aconchego.
Harmonizar no equilíbrio, no amor de Deus, o Pai, o amigo.
Não ligar para os infortúnios, impercauços,
Apagar o lembrar sentido, ferido

Prosseguir, não exasperar. Deixar o amor tomar conta. Avançar.
Estar de bem com a vida, é estar de bem com o amor, com o Deus do amor, com a verdade e a justiça.

Nilma Da Silva Coimbra

AMOR QUERUMIM

Incomparável força que me sustém
Intransponível é suas muralhas
Confaz de saltérios e harpas
Pertinaz suas asas em diretriz volante
Se compraz de grandes portuâncias
Veloz nas circunstâncias, não se detém nos encalços

Gafenas assustadoras se avançam
Em patrulhas desencadeadas
Defendem territórios inválidos e trôades
Cavalgam assustados, impostas no medo
Deus os arrebata num relance grendal
Não se atemorizar diante do mal

Quem poderá conter, tamanho amor
Que surpreende os fascínios mais rebaltos!
O que pode interpelar aquele que se dá
Incontestavelmente aos seus gardados!
Incomparável amor que é resguardado
Aos filhos do amor, aos rebentos do Pai!

Transbordante é o coração do Pai amado
Aos que guardam seus preceitos
Regalias infindas de fortunas interinas
Águas que jorram do ribeiro nascente
Luz que ultrapassa as luzíadas além dar
Grandiosidade expressa na simplicidade
Poder incalculável que menor valor se dá.

Exaltem ao Senhor com grandes brados,
Batam palmas de júbilo,
Louvem com brados de vitória intensa!
Saltem de alegria com extremo fulgor!
Proclamem em alto som profético vossas conquistas!
Orem com audácia e autoridade,

Bramem a vitória com vigor, exaltem!
O que é promessa pela Palavra de Deus!
Amem intensamente com amor
Porque este é o marco que definirá a união com Deus!

Nilma Da Silva Coimbra

VIGILANTE

Como um soldado em guarda ferrente
Na torre de vigia em constante plante,
Assim é aquele que é vigilante constante!
Não sai de seu posto, atento intero, cônscio!

Olhar pertinente vogaz, em multidiretrizes.
Não se desvia de seu alvo, em alerta máximo!
Ainda que a mente seja contínuo foco,
Não se deixa impactar pelos desvalos e sôpregos!
Muito as são os incontinentes que atravessam seu passo,

Se atém na verdade, rejeita o laço armado,
Enfrenta todos os percalços,
Decidido a não entrega-se ao fracasso que perfura,
Vigia em profunda sentinela, desperto, Confia naquele que em tudo protege!

Sempre coeso, não distância de Deus e de seu condado!
Avante prossegue na luta, não desanima
Guerreiro, jamais retrocede
Permanece sem temor, é valente
Perssiste, não pára. Ultrapassa!

Nilma Da Silva Coimbra


O QUE TE DEFINE COMO ÚNICO*

O que te conserva como pessoa, não são as emboscadas da vida, os dissabores, ou os carantos de fortaleza, que tendem a derrubar seu espírito.

Saberás quem tu és, quando diante das rinhaduras da vida, decidir resistir e não se deixar abater. Não aceitar o mal que lhe quer barrar, e tomar a decisão firme de não aceitar prisões impostas, e determinar que ninguém irá tirar seu direito de ser feliz.

Seja o que quer ser, apesar de todas as influências e impedimentos. Faça tudo com amor, seja Deus seu amigo mais íntimo, e nada poderá lhe deter. Nunca se detenha diante das barricadas e muralhas do inimigo. Tua força se reforça na insistência constante.

Nilma Da Silva Coimbra

TRIUNFO

Quando as gúlias da vida se tremerem
E os fantoches de nuto se entreverem
As balistas do vento se gabarem
Desfrute do bem das vidilhas sempre

As contas estão a dever para os invasores
A lista de vatares está posta, mas indecisa
Força de taludes podem fracassar
Fortaleça suas trevises, pressurize

São muitos os valores distorcidos
Fúria de titãs estão prestes a partir
O parecido nunca se iguala ao real
Tudo será desnudo, a cobra desistiu de picar

Palantos se desenvolvem em felúrias
guerlindas não são mais válidas, perdidas
Os rendidos estão sem saída, preteridos
Vendidos não encontram cambiadores a tratar

Quimeras ainda surgirão dos vales,
belissas se farão em milhões, espera.
Mulheres guerreiras sempre em pronto,
O mundo em todas as frentes, triunfará.

Nilma Da Silva Coimbra

VERDADE EXPRESSA

Verdade bem dita, seja dita
Em todos os Linhares cubidos.
Norances sabidos, concebidos
Finias de força, saridos de lontra
Linhares fundidos, pundidos

Vendata desprovata de funido
Garantela a de esforço senido
Sanciona ordem divina
Resgata o mafrário em data
frisa o dito, comprime

Calefeta o grário contrário
Campa em pomos todos
Galeta de finas cortantes
Não disfera no engodo
Contraria leis mosaicas

Desfata o erro em primazias
Cumprida está o conferido
Nada a envasar no destrato
Verdade forense cometido está

Nilma Da Silva Coimbra

CONSTRUÇÃO E EQUILIBRIO

Em qualquer circunstância, há de se saber, que a construção de um comportamento, a primeira vista, depende muito do que decidimos, através de nossas escolhas.

Avaliar ponderadamente o que vamos realizar, se o que fazemos está de acordo com as nossas perspectivas. Analisar nossas possibilidades, a partir do que somos, olhar profundamente o que podemos e o que não podemos.

Estabelecer metas concretas baseado no bom senso, mas sempre na prenúncia de que vamos construir algo para o bem, porque do contrário, não haverá retorno plausível.

O equilíbrio que vem, está intimamente ligado as certezas do nosso coração no construtor, que é o Deus supremo. Vem também dos objetivos que são determinados, na confiança, na verdade, que não pode ser desfeita. Esta não tem como desfalecer ou morrer. Ela está sempre presente, ainda que em veganos de mentiras. Mas é entre as duas forças dissonantes e opostas, que se quisermos respostas reais, podemos alcançar o equilíbrio. Sabendo que são variáveis, que possuem altos e baixos, podendo ocasionar conflitos mentais, confusão e sentimentos desagradáveis. Se ainda sim manter sua mente firme até o fim, tendo consciência do que você é, dos seus propósitos, saberá então que está no caminho certo e que alguém maior é por você.

Equilíbrio físico e mental pleno diante de circunstâncias difíceis, só poderá ser obtido com o respaldo e amparo de um Deus supremo. Aquele que quer ser um vencedor, não poderá confiar somente nos seus talentos pessoais ou nos seus planos, mas entregar-se à Deus inteiramente no amor verdadeiro, numa vida de amor em todas as suas formas.

Nilma Da Silva Coimbra

VERDADE & MENTIRA

Verdade ainda que enfática, nem sempre é falada, expressa ou vista.
Ela já está implicita: não pode ser mudada, ainda que muitos a corroborem.
Forte, coragem de resistência Petral. Tem brios na sua fonte, desmascara.
É a prova de todo contrário, e não há como negar.
Algumas vezes dura, outras leve como pluma, mas sua balança não tem duas medidas.
Há os que dizem, que cada um tem a sua verdade, mas na hora da decisão, só pode ser uma.
Verdade não tem meio termo, ainda que detalhes haja nos entremeios, mas há de se ter cuidado pois há os que a veem ao contrário.
Embora muitos a proclamem, estes mesmos a distorcem ou pior, nunca a usem, a não ser em benefício próprio.
Toda verdade é bem vista, a não ser para os mentirosos, os que a usam para interesses escusos.
A mentira embora possa ser bela, é frágil, de pouca duração, está sempre a meio fio de ser descoberta.
Atrai pela astúcia, pelos descaminhos flutuantes, pelas veredas inconstantes.
Galiça, esguia, de freios soltos.
São como fios desencapados, pois sao desprotegidos.
A mentira está sempre em sobressalto, andando em corda bamba, para se sustentar.
Os que a praticam tem a mente carregada, possuem sobrepeso, causando danos de grande porte.
Mentir para uns faz parte de seu cotidiano, para outros só querem de vez em quando. Das duas formas elas se desfaz. Em qualquer momento pode ser confrontada e enfim descoberta.
O mentiroso costumaz é tão conciso em suas palavras, que acredita ser a verdade. Mentira repetida muitas vezes tende a ser aceita para o repetidor.
Em todas as encruzas, há mentiras de todas as espécies, formas e tamanhos. Cuidado sempre é bem vindo, ligado com atenção e vigilância. Mentiras podem vir misturada a verdade, emendando num alinhavo.
Portanto atenta para as histórias, as falácias mirabolantes, todas elas são enfeitadas de laços fiantes, de entrelaçados cortantes.
Verdade é mentira são duas inimigas distintas.
Uma é dotada de vida, transparente e constante. outra é imposta, perigosa e traz malefícios. A morte fica a espreitar.
Se queres ter uma vida correta, sem meio termo ou de desvarios, decida pela verdade, em todas as entrâncias.
Verdade vivida nunca é mal vista, até é apreciada, mentira é o falso, o encoberto, o que pode ser revelado.
Ter as duas até é possível, mas desaconselhável. Uma só há de sobressair.
A mentira quando se põe a mostra, é rechaçada, e todos se afastam dos que a possuem.
Muitos querem mentir, enganar, trapacear, mas todos querem sempre que a verdade lhes sejam mostrada.
Quem é guiado pela verdade não há temor em seu ser, mas o que pratica a mentira, tem muitos medos, incertezas de todos os tipos no seu viver.
DEUS é a verdade que criou toda a beleza do mundo, com seu amor profundo. A Palavra escrita que fala.
Mentira é tudo que separa, divide, rompe em farpas.
Decida pela verdade, pois nisto nada e ninguém poderá ir contra, ainda que susceda inferências. Ela em si só se apresenta incorruptível, traz beleza da alma, certeza e determinação inquestionável.
Verdade é o que faz homens e mulheres de bom carácter, personalidade confiante e brilhante.

Nilma Da Silva Coimbra