sábado, 24 de agosto de 2019

VENTANA AZUL

Betinas, facetas improbias.
Cornudas, ninfetas, bernetas.
Climas das prefiro as, infusões.
Banetes consenrtidos, ribanas finas.
Linfas de formato Linux.
Corrediças, sênforas, nefastas.
Brítinas fônicas, baletes pelios.
Constrante desvio, blúmia peridica.
Ângulo linfático, soltas no canal.
Bionicas, de cerebelo mínimo.
Enfática no desafio.
Curvilíneas, de fino fio.
Resende e, contida, prítida.
Vislumbre, cones de conevil.
Suave é a noite na passarada.
Contenida, em seu espaço brina.
Recôncavo, de feitio estio,
Dolores reversos, professor.
Dininha, de som birilo.
Grita aos ventos suas dores híbridas.
Peculiar em seus confins.
Desata nós sem perguntar.
Pronuncia palavras em dialeto.
Ressoa o bramido das antíteses.
De verá em cisna, retorna precisa.
Nada teme, coragem exposta.
Congruente, intermitente, frêmega.
Displiscente, no amor caliente.
Perturiente, renova cada dia seu ser.
Contundente, cria sonetos em solfetes.
Beleza quiçá, refulgente.
Dúbio relevo, resplandescente.
Sensitiva, ouvem os sentidos.
Não espere, espera, coopera.
Digna de enfrer, finer compusé.
Bressalias almadas, versáteis retráteis, retráteis.
Pontiagudas, senecas, soníferas.
Concavas, seu estado é Infraero.
Convexas, inclinadas ao vento.
Simplórias, amorosas, engenhosos.
Desfilam congruentes seus enfeites.
Desfilam a gravidade, ingerem o tempo.
Pernoitam as exuberâncias.
Exibem seu fascínio, imperismo.
Dê todas as borbulhas, a azul brima.
Contenciosa, criteriosa, harmoniosa.
Falupas de brinks se estufam.
Continencias retumbantes se criam.
Carótidas opressoras se desviaram.
A névoa se desfez, compelida.
Ventanas sao excelentes, são azuis.
Resplandecem por todos os cantos.
O explendor da Glória de Deus.
A beleza do amor expandido.

Nilma Da Silva Coimbra



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