Pobreza nem sempre é miséria, fato
Miséria sempre será ausência, carência
A falta do que é bom, excesso do ruim
O não se importar que desfaz, decompõe
Valores de belíneas desprezados, jogados
Sujeira de regras acumuladas, bagunça
Deturpação de pensamentos, entulhos
O erro como certo, o correto estirpado
Demonstrar os sentimentos vis
Argumento dos ignorantes tolos
Guardar podridão infecta é ser néscio
Deixar -se contaminar, é não ser inteligente
Reaja, reverta seu estado, limpe-se
Tire o lixo e restolhos de seu coração
Preencha com benitudes, belinas finas
Deixe Deus te encher de ricos tesouros
Seja seleto, desfaça os bagulhos, jogue
Preencha seu âmago com lindezas mil
O melhor de tudo que não se compra
As riquezas do Pai, presentes sem preço
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
terça-feira, 17 de dezembro de 2019
VIVER SEM VIVER
Viver só tem valor de for para transpor
Realizar, participar, revolucionar, avançar
Se for para atrás andar, então é atraso
Reviver passado é ver o tempo se perder
Viver por viver, sem nada fazer, pra que?
Destruir, ferir, estar presente no desterro
Extrair, fingir ter, estar bem sem estar
Desfrego, destroço, cajubas deturpadas
Confusão absoluta, destratos aparentes
Destruir, uma distração sem coeficiente
Razão para existir sem sentido, prurido
Mentiras evasivas, histórias descabidas
Viver sem viver, morte em vida, perecer
Dia após dia, desfalecer, sem entender
Armadas de desalmadas, pelas beradas
Planos para arruinar, astúcias maléficas
Lembranças esquecidas, perdidas
O ontem apagado, o hoje não mais há
Vida para mortificar, que razão há?
Ou se vive para escalar, ou queda finda
Jogo de interesses difusos, sem preparo
Nada tem um consenso, desequilíbrio
Para os que optaram pelo amor, vencedor
Os que são do bem e de Deus, muita vida
Nilma Da Silva Coimbra
Realizar, participar, revolucionar, avançar
Se for para atrás andar, então é atraso
Reviver passado é ver o tempo se perder
Viver por viver, sem nada fazer, pra que?
Destruir, ferir, estar presente no desterro
Extrair, fingir ter, estar bem sem estar
Desfrego, destroço, cajubas deturpadas
Confusão absoluta, destratos aparentes
Destruir, uma distração sem coeficiente
Razão para existir sem sentido, prurido
Mentiras evasivas, histórias descabidas
Viver sem viver, morte em vida, perecer
Dia após dia, desfalecer, sem entender
Armadas de desalmadas, pelas beradas
Planos para arruinar, astúcias maléficas
Lembranças esquecidas, perdidas
O ontem apagado, o hoje não mais há
Vida para mortificar, que razão há?
Ou se vive para escalar, ou queda finda
Jogo de interesses difusos, sem preparo
Nada tem um consenso, desequilíbrio
Para os que optaram pelo amor, vencedor
Os que são do bem e de Deus, muita vida
Nilma Da Silva Coimbra
OS DOIS OPOSTOS
O que faz o homem tão distante de sua própria espécie?
O que leva o homem a ser tão indiferente ao seu próprio convívio?
O que induz o homem a ser tão intratável, cruel e implacável?
O que move o homem a não compartilhar o amor e a não dividir a dor?
Será a falta de Deus, que todos dizem ter?
Será que são os tempos difíceis, a luta pela vida, o ódio tem encontrando guarida?
Será a incredulidade que secou a alma do homem, e a fez dura e fria?
Ou são os pessoas demônios que são oportunistas?
Ou então sua natureza má, que necessita ser ressarcida?
Ou ainda os tempos do fim, que na Bíblia está descrito?
Quem sabe, não são todas as respostas ditas numa única pronúncia: PERDIDO.
E o que se diz daquele que vai contra a multidão, com atos extremos de amor?
Daqueles que ainda nunca ouviram de Deus, mas agem como se o conhecesse?
O que impulsiona o homem a fazer o bem, e não olhar a quem?
Que mistério é esse que envolve alguns a serem eternos servidores?
Que diremos dos que só conhecem Deus pelas vozes do tempo, mas tem corações nobres?
Há um grande conflito de valores que confundem os mais inocentes:
Os cristãos, assumidos e conhecidos, Agem como néscios e descomprometidos,
Os desinformados e anônimos inconformados, ocupam o espaço vazio dos benfeitores.
E por estas aberrações confusas e disformes,
Ser de Deus hoje, ainda diz muito pouco, O descrédito, o desejar errar e a negação cegam.
Ser do mundo, uma alternativa apreciada, para os que amam a mentira.
Ser cristão a opção para os fortes, os assumidos.
E só os destemidos sobrevivem.
Você tem a escolha!
Nilma Da Silva Coimbra
O que leva o homem a ser tão indiferente ao seu próprio convívio?
O que induz o homem a ser tão intratável, cruel e implacável?
O que move o homem a não compartilhar o amor e a não dividir a dor?
Será a falta de Deus, que todos dizem ter?
Será que são os tempos difíceis, a luta pela vida, o ódio tem encontrando guarida?
Será a incredulidade que secou a alma do homem, e a fez dura e fria?
Ou são os pessoas demônios que são oportunistas?
Ou então sua natureza má, que necessita ser ressarcida?
Ou ainda os tempos do fim, que na Bíblia está descrito?
Quem sabe, não são todas as respostas ditas numa única pronúncia: PERDIDO.
E o que se diz daquele que vai contra a multidão, com atos extremos de amor?
Daqueles que ainda nunca ouviram de Deus, mas agem como se o conhecesse?
O que impulsiona o homem a fazer o bem, e não olhar a quem?
Que mistério é esse que envolve alguns a serem eternos servidores?
Que diremos dos que só conhecem Deus pelas vozes do tempo, mas tem corações nobres?
Há um grande conflito de valores que confundem os mais inocentes:
Os cristãos, assumidos e conhecidos, Agem como néscios e descomprometidos,
Os desinformados e anônimos inconformados, ocupam o espaço vazio dos benfeitores.
E por estas aberrações confusas e disformes,
Ser de Deus hoje, ainda diz muito pouco, O descrédito, o desejar errar e a negação cegam.
Ser do mundo, uma alternativa apreciada, para os que amam a mentira.
Ser cristão a opção para os fortes, os assumidos.
E só os destemidos sobrevivem.
Você tem a escolha!
Nilma Da Silva Coimbra
CORACAO SELETIVO
Sinto meu coração adormecido.
Não sinto dor, não sinto nada.
Apenas o amor raro, aparece e me aviva.
E nestes relâmpagos de momento, sinto, estou viva.
De tantos males e pesares sofridos,
Meu coração se calou para o que lhe feria,
E a cada dia de vida, convive com a dor, mas já não grita,
Não por causa da lida nem dos tropeços que propicia,
Mas porque não mais soma tristezas, e só acumula alegrias.
Nesta anestesia que amortece emoções frias,
Crio em mim um coração seletivo;
Que só entra o que vem a dar sentido, que vale a pena ser vivido.
Assim como as flores abrem para a primavera,
Assim meu coração escancara para o amor de Cristo,
Que deságua no rio de todas as belezas que afloram num tempo sem fim.
Nilma Da Silva Coimbra
Não sinto dor, não sinto nada.
Apenas o amor raro, aparece e me aviva.
E nestes relâmpagos de momento, sinto, estou viva.
De tantos males e pesares sofridos,
Meu coração se calou para o que lhe feria,
E a cada dia de vida, convive com a dor, mas já não grita,
Não por causa da lida nem dos tropeços que propicia,
Mas porque não mais soma tristezas, e só acumula alegrias.
Nesta anestesia que amortece emoções frias,
Crio em mim um coração seletivo;
Que só entra o que vem a dar sentido, que vale a pena ser vivido.
Assim como as flores abrem para a primavera,
Assim meu coração escancara para o amor de Cristo,
Que deságua no rio de todas as belezas que afloram num tempo sem fim.
Nilma Da Silva Coimbra
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
ESTOU DECIDIDA
Chega ao fim minha jornada.
Não tenho mais reservas dentro de mim.
Aqui onde estou me sinto entristecida
Quero ir embora, para fazer a vontade do Pai.
A terra é boa, o lugar é bonito por natureza, mas nada faz sentido.
Não tenho mais prazer em só aproveitar a vida.
Conheci todos os lugares possíveis,
almocei nos mais sofisticados restaurantes.
Fui em todos os eventos tradicionais.
Viajei por todos os cantos.
Mas isso não basta. Não quero apenas viver.
Quero viver par servir, isto sim me faz feliz.
Quanto tenho tentado fazer o meu tudo para Deus, só Ele sabe, alguém me impede todos os dias.
Espero em Deus uma saída.
23-04-2011
Nilma Da Silva Coimbra
Não tenho mais reservas dentro de mim.
Aqui onde estou me sinto entristecida
Quero ir embora, para fazer a vontade do Pai.
A terra é boa, o lugar é bonito por natureza, mas nada faz sentido.
Não tenho mais prazer em só aproveitar a vida.
Conheci todos os lugares possíveis,
almocei nos mais sofisticados restaurantes.
Fui em todos os eventos tradicionais.
Viajei por todos os cantos.
Mas isso não basta. Não quero apenas viver.
Quero viver par servir, isto sim me faz feliz.
Quanto tenho tentado fazer o meu tudo para Deus, só Ele sabe, alguém me impede todos os dias.
Espero em Deus uma saída.
23-04-2011
Nilma Da Silva Coimbra
SER DE DEUS
Ser de Deus é amar na plenitude
Amor pelo Pai, pelo coração
Temer, obedecer, sem obrigação
A Palavra de Deus, a verdade
Liberdade, o presente de vida
Vida que traz cura, que traz saúde
Alegria expontanea, explosão de cor
Fé é poder, que é força no espírito
O impossível não existe, crer sem duvidar
Ser da excelência é transcender, reacender
É ter a consciência da importância
De Deus na vida dos homens
É saber que sem Ele, não há viver
Muitos desejam que Deus sirva, facilite
Que dê o socorro, que faça tudo
Mas não o amam, não o querem, negam
São oportunistas, usam Deus, abusam
Outros tantos, afirmam ser de Deus
Vão a igreja, se mostram convincentes
Fazem o papel de cristãos exemplares
Na vida real vivem no erro, lobos ferozes
Há ainda os mais duros de pedra crina
Os de cerviz de tirina, que tudo repelem
Sabem que existe um Deus supremo,
Mas renegam em todo tempo, rejeitam
Quem é do prina é conhecido, reconhecido
Não tem duas medidas não, é inerente
Em qualquer lugar sua posição é única
Deus acima de tudo, sua fé não nega
Aquele que tem o amor de Deus, sabe
Que estar com o Pai, é sobretudo ter tudo
O medo não o assola, é coragem todo dia
Certeza tem todo o tempo, não vacila
Que Deus vence sempre, vai em frente
Nilma Da Silva Coimbra
Amor pelo Pai, pelo coração
Temer, obedecer, sem obrigação
A Palavra de Deus, a verdade
Liberdade, o presente de vida
Vida que traz cura, que traz saúde
Alegria expontanea, explosão de cor
Fé é poder, que é força no espírito
O impossível não existe, crer sem duvidar
Ser da excelência é transcender, reacender
É ter a consciência da importância
De Deus na vida dos homens
É saber que sem Ele, não há viver
Muitos desejam que Deus sirva, facilite
Que dê o socorro, que faça tudo
Mas não o amam, não o querem, negam
São oportunistas, usam Deus, abusam
Outros tantos, afirmam ser de Deus
Vão a igreja, se mostram convincentes
Fazem o papel de cristãos exemplares
Na vida real vivem no erro, lobos ferozes
Há ainda os mais duros de pedra crina
Os de cerviz de tirina, que tudo repelem
Sabem que existe um Deus supremo,
Mas renegam em todo tempo, rejeitam
Quem é do prina é conhecido, reconhecido
Não tem duas medidas não, é inerente
Em qualquer lugar sua posição é única
Deus acima de tudo, sua fé não nega
Aquele que tem o amor de Deus, sabe
Que estar com o Pai, é sobretudo ter tudo
O medo não o assola, é coragem todo dia
Certeza tem todo o tempo, não vacila
Que Deus vence sempre, vai em frente
Nilma Da Silva Coimbra
OS QUE SÃO DE DEUS
Digo com toda sinceridade, em veracidade
Quem quer viver em Deus, assume
Aquele que ama a Deus, aceita-o
Quem é de Deus, vive o que diz, é firme
O que está no Pai, nada teme, resiste
Quem realmente diz ser do alto,
Tem o bem na estampa, e na retaguarda
Não usa máscaras, é transparente
Nunca retrocede, serve com prazer
Enfrenta os algozes, luta sem temor
Nada é obstáculo, tudo enfrenta
Impossível não existe, oração constante
Deseja o bem realizar, o mal rejeita
O inimigo a espreita, não se intimida
Ama as almas, de todo mundo, profundo
Não nega seu Deus, enfrenta o confronto
Digo a todos, que querem viver em Deus
É só o coração entregar, Ele acolherá
Aos que Dizem ter Deus, mas ser negam
Estes não são do Pai, são farsantes
Conhecer a Deus, na Palavra meditar,
Crescer na fé, saber que tem todo poder
Ser persistente, não desistir na missão
Ter a certeza que toda a obra realizará
Para terminar, o Pai maior nunca falhará
Tudo que começou, irá completar
A seu tempo, tudo fará e estabelecerá
Ele é o principio, o meio e o fim
Nilma Da Silva Coimbra
Quem quer viver em Deus, assume
Aquele que ama a Deus, aceita-o
Quem é de Deus, vive o que diz, é firme
O que está no Pai, nada teme, resiste
Quem realmente diz ser do alto,
Tem o bem na estampa, e na retaguarda
Não usa máscaras, é transparente
Nunca retrocede, serve com prazer
Enfrenta os algozes, luta sem temor
Nada é obstáculo, tudo enfrenta
Impossível não existe, oração constante
Deseja o bem realizar, o mal rejeita
O inimigo a espreita, não se intimida
Ama as almas, de todo mundo, profundo
Não nega seu Deus, enfrenta o confronto
Digo a todos, que querem viver em Deus
É só o coração entregar, Ele acolherá
Aos que Dizem ter Deus, mas ser negam
Estes não são do Pai, são farsantes
Conhecer a Deus, na Palavra meditar,
Crescer na fé, saber que tem todo poder
Ser persistente, não desistir na missão
Ter a certeza que toda a obra realizará
Para terminar, o Pai maior nunca falhará
Tudo que começou, irá completar
A seu tempo, tudo fará e estabelecerá
Ele é o principio, o meio e o fim
Nilma Da Silva Coimbra
DESVELO NO DESFECHO
Catitas sem estilo, soverandos felos
Fanáceos em busca da vitrine gola
Fendas de Bretas desfeitas, cabriotas
Canúcias de velas lancetadas no vale
Vinas de canto, desbravadas, grandes
Canil do polvo sem perdúria, degradada
Banto sem a curvata, perfurada, contada
Nomanto sem a desventurada, coalhada
Zento deu sua sentença, não acatada
Xina canta tula sem a linada, senida
Bela se deu por funicada, enfurecida
Granita, a poderosa, comeu carne esponjosa
Conivência com extrabonzos, desfeitos
Vanitos de beritas, sem uso estragadas
Colonitas de banilos com feches danados
Peritas não são fenadas, são canizadas
Dininhas são covinces entre eles somente
Carlinhas desconhecidas, operam na vizinha
Beneditas visitam a cavalhada, mais nada
Centúrias de vidinas cantam no vidraceiro
Valam muitas tirinhas de morcego, cronto
Modinhas de fornacas são disfarces baratos
Lontras são pisoteadas dentro de vacas
Tintas frescas de fenil bosco, calosto
Bricas e tricas desatentos, sem poder
Calistos de fontas de fenil são pisoteadss
Línduras de caniços em forra, descobertos
Mentiras darão seu gonaço, mostruário
Quinas de fontas no funaço, estraçado
Fendidas de frindas conotas printaço
Lídias de fúrnias com perídias, penaças
Fernandas diritas são escarnecidas
Broncas da noite, sem perinias, tonídias
Canetas estão fervendo, visitadas, vistas
Cuentros estão despedaçados, tomadas
Folias de vúnias vão se perdendo, doendo
Conídias estão sem endereço, pereço
Vencidas são todas as enfrates, cúnias
Desfecho de frente, sem inquerente
Tudo já foi no destrato, panagaço
Verão será de sonegos, confindo o trato
Barão do restolho foi no centro e depraço
Mentes em desalinho, por falta de delinio
O Deus da verdade finaliza, o embate está fenecido
Nilma Da Silva Coimbra
Fanáceos em busca da vitrine gola
Fendas de Bretas desfeitas, cabriotas
Canúcias de velas lancetadas no vale
Vinas de canto, desbravadas, grandes
Canil do polvo sem perdúria, degradada
Banto sem a curvata, perfurada, contada
Nomanto sem a desventurada, coalhada
Zento deu sua sentença, não acatada
Xina canta tula sem a linada, senida
Bela se deu por funicada, enfurecida
Granita, a poderosa, comeu carne esponjosa
Conivência com extrabonzos, desfeitos
Vanitos de beritas, sem uso estragadas
Colonitas de banilos com feches danados
Peritas não são fenadas, são canizadas
Dininhas são covinces entre eles somente
Carlinhas desconhecidas, operam na vizinha
Beneditas visitam a cavalhada, mais nada
Centúrias de vidinas cantam no vidraceiro
Valam muitas tirinhas de morcego, cronto
Modinhas de fornacas são disfarces baratos
Lontras são pisoteadas dentro de vacas
Tintas frescas de fenil bosco, calosto
Bricas e tricas desatentos, sem poder
Calistos de fontas de fenil são pisoteadss
Línduras de caniços em forra, descobertos
Mentiras darão seu gonaço, mostruário
Quinas de fontas no funaço, estraçado
Fendidas de frindas conotas printaço
Lídias de fúrnias com perídias, penaças
Fernandas diritas são escarnecidas
Broncas da noite, sem perinias, tonídias
Canetas estão fervendo, visitadas, vistas
Cuentros estão despedaçados, tomadas
Folias de vúnias vão se perdendo, doendo
Conídias estão sem endereço, pereço
Vencidas são todas as enfrates, cúnias
Desfecho de frente, sem inquerente
Tudo já foi no destrato, panagaço
Verão será de sonegos, confindo o trato
Barão do restolho foi no centro e depraço
Mentes em desalinho, por falta de delinio
O Deus da verdade finaliza, o embate está fenecido
Nilma Da Silva Coimbra
DESTREVO DESFACTO
Dunas de guilas e farpas travadas
Carroças de funas em melaço bravo
Biunas em cravos na fornalha serpente
Guinas de lanças em forpetas prinas
Duelo entre travões de pietros fenos
Carvão de tinas em preparo forgalho
Labore de galhaços em cortinas rocas
Fendas de petrato das corvas tricas
Brendas de fenas do cangaço farto
Ouriças de barraquilhas em cercado
Grinas de fúvias em pavilhões destratos
Lingas de tinas em formato de prato
Colônias de Zâmbias com fino trato
Barricas para ferir os infectos barbáries
Briguentos insolentes, escondem os os atos
Armam histórias em carrilas de sianureto
Dorvam o imediato, barganham o gralho
Mandingam o fetiche das mirradas
Fervilham seus cornetos de fracassas
Corraboram a sorte e desviaram a penga
Deleitam no estilhaço, se findam em cacos
Carcamanham os destroços, ferraços
Insignificantes no preparo, achados
Roubaça de trilhas em desabo furante
Trevo que foi destelhado, quebrado
Farpilhas de kengas do desvio golivado
Kajubas de trentas em cascalho furado
Koinas em brigas em pretaços dripados
Finado foi o acordo, pinúrias no fagaço
Calêndolas de fritinhas em corinhas
Vísporas bravejas de canto rapino
Ordem de fuzarca em todo ornamato
Queriu, não mais a forca para os penários
Divisa explícita do correlaço, enfuzilados
Carreira de guinas feirantes esparato
Dada a sentença do Deus triuno, mortaça
Buril, peril, fora de canga, cartilhaço
Iberê, zulu, Pene no disfarce, funil, zuniu
Deuses buscados no tenil, destronados
Cabeça retirada, diabo traiu, sumiu morreu
Força em carcaça, fandangos folhaços
Fruntas de vinil com barbalhaços
Disfanacos de zoar com belanças
Feituras de brilhos para cegar vasos
Zirondas cadernilhas para distrair o Colombo
Calil o perverso, em cena, último ato
Corinas de estrebilho para ferir funido
Desvenda par garantir o seu gringa
Oferendas no gargalho, em confenato
Desprovidos do sensato, perímetros favos
Cantilhas em segmentos para enfervilhar
Escravos de trunitato, carbenatos frivos
Guirlandas deferidas desfeitas, fracasso
Contínuas de sementes vivas, cortaço
Viradas de binhas sequenciais, berlinda
Desfeito o destroço pelo Deus supremo
Nilma Da Silva Coimbra
Carroças de funas em melaço bravo
Biunas em cravos na fornalha serpente
Guinas de lanças em forpetas prinas
Duelo entre travões de pietros fenos
Carvão de tinas em preparo forgalho
Labore de galhaços em cortinas rocas
Fendas de petrato das corvas tricas
Brendas de fenas do cangaço farto
Ouriças de barraquilhas em cercado
Grinas de fúvias em pavilhões destratos
Lingas de tinas em formato de prato
Colônias de Zâmbias com fino trato
Barricas para ferir os infectos barbáries
Briguentos insolentes, escondem os os atos
Armam histórias em carrilas de sianureto
Dorvam o imediato, barganham o gralho
Mandingam o fetiche das mirradas
Fervilham seus cornetos de fracassas
Corraboram a sorte e desviaram a penga
Deleitam no estilhaço, se findam em cacos
Carcamanham os destroços, ferraços
Insignificantes no preparo, achados
Roubaça de trilhas em desabo furante
Trevo que foi destelhado, quebrado
Farpilhas de kengas do desvio golivado
Kajubas de trentas em cascalho furado
Koinas em brigas em pretaços dripados
Finado foi o acordo, pinúrias no fagaço
Calêndolas de fritinhas em corinhas
Vísporas bravejas de canto rapino
Ordem de fuzarca em todo ornamato
Queriu, não mais a forca para os penários
Divisa explícita do correlaço, enfuzilados
Carreira de guinas feirantes esparato
Dada a sentença do Deus triuno, mortaça
Buril, peril, fora de canga, cartilhaço
Iberê, zulu, Pene no disfarce, funil, zuniu
Deuses buscados no tenil, destronados
Cabeça retirada, diabo traiu, sumiu morreu
Força em carcaça, fandangos folhaços
Fruntas de vinil com barbalhaços
Disfanacos de zoar com belanças
Feituras de brilhos para cegar vasos
Zirondas cadernilhas para distrair o Colombo
Calil o perverso, em cena, último ato
Corinas de estrebilho para ferir funido
Desvenda par garantir o seu gringa
Oferendas no gargalho, em confenato
Desprovidos do sensato, perímetros favos
Cantilhas em segmentos para enfervilhar
Escravos de trunitato, carbenatos frivos
Guirlandas deferidas desfeitas, fracasso
Contínuas de sementes vivas, cortaço
Viradas de binhas sequenciais, berlinda
Desfeito o destroço pelo Deus supremo
Nilma Da Silva Coimbra
MURO DA VERGONHA
Muro de grossura escura, findura
Calha de podridão do obscuro, das várzeas
Densa casta de demônios exposta
Terror para os fenúrios, figuras ferventes
Brenitas de fanfas em curvas de trento
Estigmas em movimento contínuo
Toda a história das guirlandas em caras
Baretas de penúria em decomposição
Dorúdias de volúpias em descaso, fendas
Tortilhas de vaganços em destrato, pitato
Canundas de esferas rotas em desgraça
Marombas de ofertas a deuses mortos
Zentas de espécies crizudas, fiuzas
Vagões em trutas do funil, sarfões
Dindas infelizes se prostam ao fenécio
Entregam suas vantas ao denégrio
Drandas em cavalas de beritas frutícias
Desgosto no verídio, ânsia funda de firam
Zuritas de findas no descaso, regaço
Pertúnias concavas em fileiras brutas
Nômades de portratos da gunídia
Sonência repetida em frúnias pressadas
Fúrias de rebeldia contínuas, velhaço
Parentelas desgarradas de sino funo
Caniças de forfulhas em dridas disformes
Mandágoras do retror se quebrou, melou
Fensadas de benídias em prestínio vazo
Desfato o berito, nostrato de camídia
Feiuras em porões de enfantos presos
Goniras das veronias em desacato
Curíneas em portões do desfenato
Verangas em vazílias prestilas, vazias
Frenato de sensinato, correlato disforme
Mentras em escamas da mentira doida
Há de se formar a prinata e finata
O fento não deve se perpetuar
Galhofar a crespa, desafirar, desfanurar
Empritar, decraptar a doenda do foço
Rubricar a fenda exposta num pressídio
Gabritar o eixo da funica, desfigurar
Não mais drenar vazantes, destruir
Canalizar os embrios na fonte do entrio
Firtar os rumores de esfrego em venega
Benenuir o fanto em penúrias, decanto
Nilma Da Silva Cioimbra
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