terça-feira, 10 de dezembro de 2019

DESVELO NO DESFECHO

Catitas sem estilo, soverandos felos
Fanáceos em busca da vitrine gola
Fendas de Bretas desfeitas, cabriotas
Canúcias de velas lancetadas no vale

Vinas de canto, desbravadas, grandes
Canil do polvo sem perdúria, degradada
Banto sem a curvata, perfurada, contada
Nomanto sem a desventurada, coalhada

Zento deu sua sentença, não acatada
Xina canta tula sem a linada, senida
Bela se deu por funicada, enfurecida
Granita, a poderosa, comeu carne esponjosa

Conivência com extrabonzos, desfeitos
Vanitos de beritas, sem uso estragadas
Colonitas de banilos com feches danados
Peritas não são fenadas, são canizadas

Dininhas são covinces entre eles somente
Carlinhas desconhecidas, operam na vizinha
Beneditas visitam a cavalhada, mais nada
Centúrias de vidinas cantam no vidraceiro

Valam muitas tirinhas de morcego, cronto
Modinhas de fornacas são disfarces baratos
Lontras são pisoteadas dentro de vacas
Tintas frescas de fenil bosco, calosto

Bricas e tricas desatentos, sem poder
Calistos de fontas de fenil são pisoteadss
Línduras de caniços em forra, descobertos
Mentiras darão seu gonaço, mostruário

Quinas de fontas no funaço, estraçado
Fendidas de frindas conotas printaço
Lídias de fúrnias com perídias, penaças
Fernandas diritas são escarnecidas

Broncas da noite, sem perinias, tonídias
Canetas estão fervendo, visitadas, vistas
Cuentros estão despedaçados, tomadas
Folias de vúnias vão se perdendo, doendo

Conídias estão sem endereço, pereço
Vencidas são todas as enfrates, cúnias
Desfecho de frente, sem inquerente
Tudo já foi no destrato, panagaço

Verão será de sonegos, confindo o trato
Barão do restolho foi no centro e depraço
Mentes em desalinho, por falta de delinio
O Deus da verdade finaliza, o embate está fenecido

Nilma Da Silva Coimbra





















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