Dunas de guilas e farpas travadas
Carroças de funas em melaço bravo
Biunas em cravos na fornalha serpente
Guinas de lanças em forpetas prinas
Duelo entre travões de pietros fenos
Carvão de tinas em preparo forgalho
Labore de galhaços em cortinas rocas
Fendas de petrato das corvas tricas
Brendas de fenas do cangaço farto
Ouriças de barraquilhas em cercado
Grinas de fúvias em pavilhões destratos
Lingas de tinas em formato de prato
Colônias de Zâmbias com fino trato
Barricas para ferir os infectos barbáries
Briguentos insolentes, escondem os os atos
Armam histórias em carrilas de sianureto
Dorvam o imediato, barganham o gralho
Mandingam o fetiche das mirradas
Fervilham seus cornetos de fracassas
Corraboram a sorte e desviaram a penga
Deleitam no estilhaço, se findam em cacos
Carcamanham os destroços, ferraços
Insignificantes no preparo, achados
Roubaça de trilhas em desabo furante
Trevo que foi destelhado, quebrado
Farpilhas de kengas do desvio golivado
Kajubas de trentas em cascalho furado
Koinas em brigas em pretaços dripados
Finado foi o acordo, pinúrias no fagaço
Calêndolas de fritinhas em corinhas
Vísporas bravejas de canto rapino
Ordem de fuzarca em todo ornamato
Queriu, não mais a forca para os penários
Divisa explícita do correlaço, enfuzilados
Carreira de guinas feirantes esparato
Dada a sentença do Deus triuno, mortaça
Buril, peril, fora de canga, cartilhaço
Iberê, zulu, Pene no disfarce, funil, zuniu
Deuses buscados no tenil, destronados
Cabeça retirada, diabo traiu, sumiu morreu
Força em carcaça, fandangos folhaços
Fruntas de vinil com barbalhaços
Disfanacos de zoar com belanças
Feituras de brilhos para cegar vasos
Zirondas cadernilhas para distrair o Colombo
Calil o perverso, em cena, último ato
Corinas de estrebilho para ferir funido
Desvenda par garantir o seu gringa
Oferendas no gargalho, em confenato
Desprovidos do sensato, perímetros favos
Cantilhas em segmentos para enfervilhar
Escravos de trunitato, carbenatos frivos
Guirlandas deferidas desfeitas, fracasso
Contínuas de sementes vivas, cortaço
Viradas de binhas sequenciais, berlinda
Desfeito o destroço pelo Deus supremo
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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