terça-feira, 17 de dezembro de 2019

OS DOIS OPOSTOS

O que faz o homem tão distante de sua própria espécie?
O que leva o homem a ser tão indiferente ao seu próprio convívio?
O que induz o homem a ser tão intratável, cruel e implacável?

O que move o homem a não compartilhar o amor e a não dividir a dor?
Será a falta de Deus, que todos dizem ter?
Será que são os tempos difíceis, a luta pela vida, o ódio tem encontrando guarida?

Será a incredulidade que secou a alma do homem, e a fez dura e fria?
Ou são os pessoas demônios que são oportunistas?
Ou então sua natureza má, que necessita ser ressarcida?
Ou ainda os tempos do fim, que na Bíblia  está descrito?

Quem sabe, não são todas as respostas ditas numa única pronúncia: PERDIDO.
E o que se diz daquele que vai contra a multidão, com atos extremos de amor?
Daqueles que ainda nunca ouviram de Deus, mas agem como se o conhecesse?

O que impulsiona o homem a fazer o bem, e não olhar a quem?
Que mistério é esse que envolve alguns a serem eternos servidores?
Que diremos dos que só conhecem Deus pelas vozes do tempo, mas tem corações nobres?

Há um grande conflito de valores que confundem os mais inocentes:
Os cristãos, assumidos e conhecidos, Agem  como néscios e  descomprometidos,
Os desinformados e anônimos inconformados, ocupam o espaço vazio dos benfeitores.

E por estas aberrações confusas e disformes,
Ser de Deus hoje, ainda diz muito pouco, O descrédito, o desejar errar e a negação cegam.

Ser do mundo, uma alternativa apreciada, para os que amam a mentira.
Ser cristão a opção para os fortes, os assumidos.
E só os destemidos sobrevivem.
Você tem a escolha!

Nilma Da Silva Coimbra

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