quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

SUBESTIMANDO O PODER DE DEUS

 Todos os dias a vida evidencia, traz sobrevida     É ela que mostra quem tem a primazia lívida.   Em tudo se manifesta o que faz o mundo ser   Se há existência ela se fará ver, irá se luzirar

Mundo de controvérsias, de opostos, de vias
Onde o contragosto se enfatiza para sobrepor
Modismos de fazer o troteio, de ratear, fenar
Divulgando a mentira, para exaltar o engano

Por todas as longínquas partes, há o diverso
Os que optaram pelo caminho da ruína fenosa
Querem serem ouvidos, sendo destrunas zuri
Julgam Deus, o acusam por não compactuar

Tempos em fênicas se passaram, querências
Multiplica-se a vida, a crueldade acompanha
Assim homens harans, não viram Deus agir
Sem saber dos feitos, subestimaram a Deus

Deus em todas as belências, se fez presente
Aos que são da viplina, não nega sua ação
É benevolente, são todos filhos do amor
Ai daqueles que tocarem em seus ungidos

Mas os de dureza vina, querem se sobrepor
Existem os mais cruinas, os de mente rasa
Limitam e exteriotipam o poderio supremo
Agem de forma crudência, um Deus pequeno

Aos de coração runa, os ativos destrutivos
Deus não mais irá se pronunciar, se calará
Somente os salvos, os arrependidos da ruína
Estes serão ouvidos, verão a vida transbordar

Quem você é por dentro, só Ele tem o saber
Suas intenções, sua credulidade, pesado é
Não racionalize e nem meça o poderio do Pai
Ele vai além do aquém, no Elim, no fenacim

Nilma Da Silva Coimbra

A MENTIRA FORMOSA

 Mentira, mal vista, por ser falsa suas planilhas   Não tem base nem sustento sólido, é molissa   Expressa por palavras, visões, ou printadas     Ela traz a sombra vesga, disforme, rebuscada

Vem vestida de vestimentas caras, luzentrina
Ornamentos de princesa, colares de brilhar
É uma mulher bela de finuras, cabelos de lira
Traz o sorriso solto, gosta de rir com o corpo

Vem suavemente, fala com delicadeza, pausa
Quer a todos agradar, para realizar seu feito
Para frisar sua força, provar sua fidelidade
Usa a espada cruzada para enfatizar a risga

Gosta de barganhar, por índole, joga, sonda
Ouro por ouro, cobre por cobre, vai de solapo
Sua vista é  de impressionar, mas irreal, tosca
Cada semana uma festa, para fisgar baletas

Mentira no espelho, mentira na vida, é vime
Dura por dentro, não dá trégua, engana, risga
Está quase para ser banida, o perigo a sonda
Sua renda está a meio fio, o ramo está falido

Seu nome não condiz com o que representa
Mentira das mais volantas, mantra muito pura
Sua casa é o imaginário de cada um, salteia
Onde está agora moça dividida, será periferia?

Seu alvo são os inocentes, os de belos dentes
Bolsa de prata em escamas, para a invertida
Brilhos de estraz no corpo, traz evidências
Sorrateira, sereia das mandingas, que finou

Agora, mentira, o que fazer, se não há feitiço?
Teus dias contados, muitas armadilhas soltas
Teu ganho está no refaço, vai dar o laço?
O jogo está  armado, mas não és invencível

Mentira de penumbra vilhosa, a porta bate
Não são teus anjos, nem teus conhecidos
Ao abrir da porta, o que temes, verás no susto
Mentira, tu serás apanhada na sua astúcia

Adeus, digo já, teu castelo de ouro derribou
Algumas mentalhas para serem trançadas
Mentira, tu serás exemplo de emboscada
Ouro de outros, foste roubada, foste laçada

Mentira, não mais serás achada, esvaecerá
O roubo não mais se verá, esquecido será
Mantra pura, corre riscos de fervura, cuide -se
A verdade prevalecerá, Deus vanto assim fará

Nilma Da Silva Coimbra

O QUE FAZER?

Caso tenha tenha que entrar num buraco, e for induzido ou forçado a isto e tiver tempo de pensar sobre isso, será bom saber o que este buraco contém, seu conteúdo, sua forma, cheiro, as probabilidades de vida e morte deste buraco, e ainda se possível, detalhes que vão fazer a diferença. Nunca esqueça que nem sempre os dados são perfeitos, e se algo der errado, tem que haver improviso. 


Muitas das nossas derrotas, está relacionado a um conhecimento limitado ou pouco sobre o que vamos enfrentar. Uma investigação profunda, nos dá  amplicidade e mais segurança. Se houver opção de escolha, repense na decisão que for tomar, porque pode haver ida sem volta.

Com tudo isso, se Deus não estiver neste plano, tudo pode ser fadado ao fracasso. Sendo assim, consulte antes de qualquer coisa, o Pai de amor, e Ele lhe dirá com precisão o que fazer.

Nilma Da Silva Coimbra

NUVENS DE FUMAÇA

 Nuvens brancas, cinzas, sempre benvindas  Águas que molham, que regam a boa terra  Nuvens de fumaça são de longe a boa brisa  Trazem a dúvida mógna, a queima da certeza

De significados variantes, vem para confundir
Sem ou com alarde, espalham mentiras frias
Vem para encobrir a verdade, apagar a mente
Tem como critério, distrair, mudar o rumo

Usadas como ferramenta por oportunistas
Ela pode ser falada, para obstruir o sentido
Em imagem, para fazer esquecer o objetivo
Através da escrita, expressões, sentimentos

Nuvens podem exprimir um tempo passageiro
De uma situação vivida, fumaças de ilusões
Como um amor que veio, mas não para ficar
São nuvens de chuva de verão, vem e vão

Dias de turbulência, pensamentos flutuam
Compromissos  a cumprir, aflições, tormento
Nuvens negras cegam nosso entendimento
Fazem surgir inseguranças, o medo do futuro

Se nuvens fumês vierem impedir sua visão
Assopre com o entendimento da consciência
Mude de cena, quebre as rezenas, reformule
Atenção, retire as nuvens, a verdade iluminará

Nilma Da Silva Coimbra

TERRORISMO DA RUÍNA

 Terror, arma usada para causar pânico, medar   Disparo de dardos inflamados para tremilicar   Intenção rúnica de desequilibrar, torturar   Ansiedade vulta para agir sem pensar, surtar

Os ardís vão de palavras de peso maloma
Lançar mentiras das mais confiantes, tapear
Perseguir, restringir espaço, dominar, prender
Paralisar o pensamento da saída, travar

Feitos para causar impacto e obter resultados
Sempre com um propósito de assombro, runo
Para pressionar e o cérebro descompensar
Perturbar sem cessar, impor para escravizar

Terroristas incansáveis, lançam sons de fúria
Gostam de causar berimba, para desfocar
Ruins da corina, eis o fim de vossa jornada
Deus do prumo, irá limpar a terra da gandarra

Nilma Da Silva Coimbra

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

MORRENDO DE INVEJA

Quem não ouviu falar da inveja destrutiva?              Expressão comum para a inveja de sobra                                  É o desejo de ter ou ou ser algo que se é incapaz                    Ela desperta o lado mais negro, faz enfurecer

Nem todo que tem a cobiça, deixa ela possuir
Mas o desprovido de tributos, faz ela assumir
Cresce como uma erva ruim, dura, espinhosa
Traz a vontade de aniquilar o invejado, apagar

Morrer de inveja a maioria não vivenciou
Pouco ou excesso de inveja, a doença visita
Mas há muitos que matam por inveja febril
Em qualquer sentido, a inveja é corrosiva

Ela é tóxica, contaminante, seca os ossos
Vem acompanhada de outras feridas cruas
Aquele que quer prezar sua saúde, ter vida
Arranque esta raiz podre, busque seu eixo

Nilma Da Silva Coimbra

QUEM ENGANANDO QUEM?

 Enganar, para os espertos, é o prazer graal       Há gunas de festa, que são artistas de razoar   Mestres na arte de interpretar farsas trinas   Viciados em fazer parecer, em criar papéis

São extremistas, ardilisos, de ruindade suma
Gostam de provar, testar tudo, e ver o que dá
Testam nas palavras, atitudes, se infiltram
Querem saber a reação de uma ação malfeita

Nem sempre enganam em seus personagens
Ainda que o façam em período integral a fio
Mas o desafio de burlar, de maquiar, supera
Mesmo que desacreditados, mantém a crista

Entre os muitos papéis que assumem viver
Estão o de serem ateus, sabendo que há Deus
Reconhecem que Deus existe, mas o rejeitam
Então propagam o ateísmo para contrariar

Outro papel bastante utilizado, é o oposto
Estar dentro da igreja, não sendo de Deus
É fingir com detalhes, uma posição de honra
Mostrar ser alguém de confiança, não sendo

Provar com veemência que são os melhores
Mas de um jeito que não pareça soberba
Dessa forma, agem conforme o figurino
Estudam a Bíblia, pregam, testemunham

Neste passo, fazem conforme foi a escolha
Se cantores, cantam para convencer a arte
Se pastores, querem ser diferentes, exímios
Enquanto missionários agem para lucrar

Quem realmente estão enganando, boleando?
Deus certamente não, mas muitos são cegos
Formar uma igreja só de runas, para encenar?
Fazer acepção de pessoas provém do alto?

Dizem eles: " Queremos ter vida interior!"
Vislumbrar a beleza da arte do transparecer
Vida interior pode haver sem real conversão?
O exterior representa a verdade do que se vê?

Além de querer desfiar, a ruína quer arrecadar
Obter ganhos, sem muito esforço empreender
Fazer a mentira não vista, semelhar a verdade
Tudo isto de forma discreta, sem muito falar

O maligno engana o maléfico no sorriso
Qual a lógica em estar na igreja sem sentir?
Igreja é para diversão ou para buscar a Deus?
Que motivo terá alguém para perder tempo?

Ruins por opção, querem atingir o topo luma
Estão eles na posse no comando deste país
Convencer o povo a todo custo, que são bons
E nas eleições conquistar o prêmio da maloga

Diante de tal gravidade, Deus não irá calar
Os que zombam de Deus serão punidos
Pode ser famoso, não conhecido, quem for
Enganadores serão usurpados, justiça vená

Nilma Da Silva Coimbra 

ADEUS, ADEUS, ADEUS

Adeus, nunca mais, foi uma promessa que fiz     A alguém que minha alegria, quis matar               Por anos a fio, quis tirar todo o bem de mim   Enviada para uma obra ruim, e eu era o festim

Durante anos, traçou arabescos, filhascos
Pela frente, a boa amiga de frases coloquiais
Por trás, uma desconhecida inimiga maligna
Mulher antiga, que a inveja e ódio a corroiam

Cada dia um pesadelo, sair dele era o perigo
A morte a possuía, amante do feitiço zuma
Tentou por vezes, tirar tudo de mim, selar-me
Ainda que insistisse, êxito nenhum obtinha

Todo tipo de afrontas sofri, ataques de zunta
Se fosse contar as dores, muita tristeza viria
Preferi falar em descrição  breve, sem ferir
Certeza tenho, Deus me livrou em tudo

À duras penas saí deste enrosco, não desisti
Muito clamor ao meu Pai de amor, sem parar
Ele ouviu o meu coração e me socorreu
Nunca mais um runa convicto hei de amar

Nilma Da Silva Coimbra

HÁ MALES QUE VEM PARA O BEM?

Comentam as bocas pequenas nas calçadas
Que há males que vem para o bem, mas será?
Decerto que há casos e acasos neste pensar
Nem tudo é no termo exato, refletir é desatar

Vejo concessões nesta sentença tão imposta
Frases sobrepostas que se dividem e minam
Pode ser o proposto, como também o oposto
Vamos então esplanar as asas destas tilinhas

Creio sim, alguns males vem para o bem finar
Ainda que não se procure, vem as tribulações
Dores e tropeços podem fazer o espírito forte
Lutas servem para perseverar, não esmorecer

Outro lado da moeda, são os males destrunas
É o mal que traz a sua marca, maldade paga
Feita de linha corrediça, para não ser pega
Ruindade feita para trazer o mal e não deixar
Um prisma a ser visto, é a maldade apreciada
É o desejo possessivo, de fazer ruindade vina
Gostar do ato de praticar bolonhas sem culpa
Estes são como o imã, mal atraindo mal

Todo aquele que se entremeia no mal feito
Não deve esperar o bem encontrar jamais
Pois são duas forças contrárias de repulsão
Uma haverá de anular, pois não andam juntas

Aquele que é do bem, não se enverga no mal
Permanece na sua fibra, tem posição definida
Sua firmeza está naquele que nunca perde
Em tempo algum estará inseguro, Ele guarda

Nilma Da Silva Coimbra 

FAZ DE CONTA

Vamos brincar de faz de conta, de mascarar?Faz de conta que é verdade, essa vida nossa.  Que tudo está muito bem, pensando positivo.  Tá tudo certo, faz de conta, esconde o incerto

Fazer vista grossa, fingir sorrindo para driblar
Mostrar boa aparência, mas só por fora luziar
Não deixar transparecer a morte de dentro
Fazer tipo, um papel específico e tapear muito

Cada dia um abismo, mas sabe, vai passar
Falsear que tudo está no controle, encenar
Criar histórias mirabolantes, ofuscar, sujar
Criar um estilo de vida que faz parecer ser

Esconder sentimentos mais vís, e depois rir
Fingir sempre que é do bem, inventar, iludir
Cantar nas igrejas e nos palcos, usando Deus
Pregar com convencimento, mas é só teatro

Como um procedimento padrão, vão caindo
Desde o alto escalão, até os mais esquecidos
Desde o comandante, e os futuros igualmente
Fazem de conta que estão com o povo, joio

O fazer ser, sem ser, em todo lugar, é a regra
Tratar bem a todos, cumprimentar, o ser visto
Na mente e coração, desejar a morte ferrente
Usar todos os meios para satisfazer o querer

Façamos assim: você finge que nada houve
Eu faço de conta que não sei de nada, nego
Então dessa forma, fica o visto, pelo não visto
Ninguém saberá o ocorrido, e quem vai trutar?

Assim é o mundo dos adeptos da ruindade
Dos que querem servir a mentira e destroçar
Criar um universo de aparências e ludibriar
Tudo é o falso brilho, o belo de curvas gunas

Nada querem comentar, por ser feio demais
Que estão parecendo por dentro, nas vísceras
Órgãos essenciais, não existem mais, é o fim
Agora sem saída, pois o feitiço não pode agir

Sem o óleo de vinil para o corpo lubrificar
Corpo puchado cem vezes, não estica mais
Todos os espíritos runas, não querem ficar
A uindade é nociva, danificam ossos, trizam

Sem as cornalhas que seguravam por dentro
As gomas todas contaminadas para inferir
Só  resta a vontade louca de querer destruir
E a busca incessante de outras fontes possuir

Enquanto isso, fazem de conta que são fortes
Que são unidos, felizes, que vivem para juntar
O oposto é a realidade fenal, agem no silêncio
Para que a dúvida venha pairar, e assim gonar

O fim desta farsa, de tudo ter que sabotear
Está com data marcada para falecer, acabar
Deus não só vê, estes fatos, age diretamente
O "faz de conta", não mais caberá, terminará

Somente um Deus amoroso, pode tudo mudar
Alguns acertos mais, para na nova casa entrar
Ele diz a todos: "Aguardem! A renovação virá!
Um Novo Tempo para os os filhos do Pai!

Nilma Da Silva Coimbra

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

BANCO, BANRO, BANJO?

Que nomes estranhos são estes?                        Qual o significado destas palavras parecidas?Talvez você não saiba tamanha aberração          São códigos de runáticos, cada dia é um 

Runas de cérebro, como querem ser aceitos
Ficam a pronunciar, como robôs sem cessar
No espírito, sem falar, palavras desconexas
Banco, banro, banjo, isso eu quero no reprisar

Hoje, todos têm o mesmo significado: burrice
Assim o fanjo ( chefe), disse na sua burraldice
Mas digo a todos que lêem isto, loucura runa
São runices agudas e crônicas, querem bilar

Em tempos de mudança, querem arruinar
Amam somente o destroçar, quebrar, queimar
São eles, cantores e pregadores de igrejas
Fingem ser crentes, amam a arte de enganar

Não  estão somente nas igrejas, nos púlpitos
Estão  em todo lugar, escolhem o que vão ser
Nos governos, nas empresas, nas escolas
São ainda muitos, destinados a não ser

Não querem ser de Deus, querem ser da ruína
Querem sim um diabo, para eles dominarem
Por dentro já não há vida, por fora, sobrevida
Não obedecem regras, avançam e afundam

Muito do que tinham para destruir, foi-se
Eram cheios de artroças, espíritos da ruína
Ainda usam poucas armas, buscam idéias
Infiuzam, fuzilam, inferiorizam, todo tempo

Outras palavras vão inventar, sem nada falar
Será  que devo crer, que ninguém se salvou?
Não caia nesta emboscada, saia deste fervo
Somente quem é de Deus, vai de fato viver

Nilma Da Silva Coimbra

VOCÊ CRÊ EM SIGNOS?

 O que são signos se não símbolos mentras.   Que trazem previsões diárias curtas e rasas.   Antigas invenções incas, para controlar vidas   Feito para acreditar no vago, sossegar a ira 

Traçado em nomes de planetas do universo
Em alinhamento com o sol e a lua, conjunção
Dados feitos com datas e horas, tempo fiso
Para impor que a verdade estava nos planetas

Séculos se passaram, elementos deturpados
Hoje os símbolos são diferentes, irreverentes
O que se escreve porém, sempre foi inventado
Embora haja um grande número de adeptos

Visto que muitos apreciavam este costume
De ler os seu signo rigorosamente todo dia
Se instaurou esta prática em jornais, revistas
Em toda mídia, atraindo leitores, e interesses

Embora os tais sejam assíduos e curiosos
Hoje estes apreciadores, estão se esvaindo
Com a informação e tecnologia, diminuiram
Outros campos foram substituídos, alterados

Será mesmo que planetas são a verdade real?
Poderá haver certeza absoluta nos astros?
Sol, lua e planetas, ditam a realidade da vida?
Mas quem fez o universo, não terá primazia?

Em breve não mais haverá previsões falsas
Ler o signo uma lembrança passada, perdida
Viver cada dia em Deus, é o que basta
Os filhos do Pai de amor, confiam e seguem

Nilma Da Silva Coimbra

DOIS POLOS

 Dois polos, duas pistas, duas divergentes               Cada polo um pilar, uma viga, pilastres senos   Desiguais por sua diferença, desquilibram.   Opostas e de atributos de menomas, militam

Um polo se chama ruindade absoluta e vina
Outro é o polo da bondade e amor, Deus vita
Duas partes que não se misturam, conflituam
Dois caminhos que não se cruzam, inimigos

A ruindade, a malignidade que é do negrume
Está no desejo de ser da foice, do corte pril
O preto de alma se veste de controle obter
Atingir o ponto mais alto do poder, destruir

Corpos de coração dobre, de sangue dísel
Carregam pesos da maleficina, são fiusentes
De pouca inteligência, fixação pelo domínio
Não aceitam a derrota, ainda que já perdida

O outro lado da ruína cruza, é a beleza divina
A bonitude, a luz que reflete o branco filuzin
O amor em seu ápice, Deus da vida purin
É o autor e co autor das primícias e finícias

Pai dos filhos da raiz verde, do broto níbio
Deus é água vívida, da rica nascente belisa
Deseja que almas sejam convertidas, lívidas
Para que belezas profundas venham subir

Ruindade, é morte de dentro, inferno crudente
Estrutura podre, pilar de sustento filo, garopa
A bonitude suprema do altíssimo, é fortaleza
Pilastra de quatro gumes, solatada, unificada

Duas forças de divisas, oponentes, divergem
Mentira e verdade, polume e sal burin, partido
Ainda que lutas das frentes persivas relutem
A verdade vono, Deus, força supra, vence tudo

Nilma Da Silva Coimbra

QUERER É PODER?

 Será tal afirmação verdadeira, dita e frisada         Que basta querer, para alcançar o almejado?     Há quem concorde, há quem contradiga           Dependendo do lado que se vê, se modifica

Para haver clareza desta frase, escrafunche
Destrinchar em muitos relances, em partes
Querer apenas não resolve, é preciso buscar
Desejar fortemente a ponto de não galejar 

O que apenas resvala no pensar, se esquiva
Quer por um momento, noutro cisca, desiste
É instável, nunca chega ao fim, retrocede
Estes o querer, está longe de qualquer poder 

Poder, muitos sentidos e opções a descrever
Pode significar obter algo que é de enlevo
Uma meta para ser atingida que é super mais
Pelo esforço e vontade, tudo fazer para ser

Outro ponto a destacar, é o poder de agir
Só o querer frimoso não garante sucesso
Poder de êxito, requer habilidades, ser capaz
Se aspirar qualquer posto, esteja preparado 

Um porém, quero aqui especificar, explanar
Querer nunca será poder, se o mal comandar
Já teve seu tempo de arrombo, não será mais
Quem perseverar para o bem, vencerá, viverá 

Estar em equilíbrio com a mente, é fugaz
Saber se vale a pena se embrenhar e guerrear
Buscar a decisão em Deus, é o primordial
Prosseguir se Ele der o aval, vitória garantida 

Nilma Da Silva Coimbra

INFERNO DE GENTE RUIM!

  De onde será que vem tal expressão?               Das vozes do mundo ou das vozes de dentro?Aqueles que pronunciam sabem do referido   São as desculpas da ruindade para o mal feito

Velozes no ato de perturbar, inferiorizar, funir
Esperteza para desferir, armar ciladas, fuzilar
Perca gradativa das atividades mentais, lesos
Lerdeza para raciocínio, furiosos se vencidos 

Diante do confronto, se esguiam, ou danam
Linguagem interna de runice burra, alterados
Semelhantes a robôs, repetem frases feitas
Algumas para diversão, outras para lograr 

Nada dito em público, proibido comentar
Espíritos runas, não mais há, extintos estão 
Apesar deste contexto, os runáticos insistem
Querem ser fiéis como runas, puro orgulho

Palavras prontas, para cada desfecho
Algumas bem desconexas, codificadas
Nomes para misturas com gomas, invertidos
Sinais de loucura visíveis, muitas bizarrices 

Próximo está o fim dos torentos extinguir
Deus entrou em ação, breve não mais estarão
Basta de destruição para brincar, para assolar
O inferno dos harans, este será banido 

Nilma Da Silva Coimbra