Adeus, nunca mais, foi uma promessa que fiz A alguém que minha alegria, quis matar Por anos a fio, quis tirar todo o bem de mim Enviada para uma obra ruim, e eu era o festim
Durante anos, traçou arabescos, filhascosPela frente, a boa amiga de frases coloquiais
Por trás, uma desconhecida inimiga maligna
Mulher antiga, que a inveja e ódio a corroiam
Cada dia um pesadelo, sair dele era o perigo
A morte a possuía, amante do feitiço zuma
Tentou por vezes, tirar tudo de mim, selar-me
Ainda que insistisse, êxito nenhum obtinha
Todo tipo de afrontas sofri, ataques de zunta
Se fosse contar as dores, muita tristeza viria
Preferi falar em descrição breve, sem ferir
Certeza tenho, Deus me livrou em tudo
À duras penas saí deste enrosco, não desisti
Muito clamor ao meu Pai de amor, sem parar
Ele ouviu o meu coração e me socorreu
Nunca mais um runa convicto hei de amar
Nilma Da Silva Coimbra
Muito clamor ao meu Pai de amor, sem parar
Ele ouviu o meu coração e me socorreu
Nunca mais um runa convicto hei de amar
Nilma Da Silva Coimbra
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