quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

BANCO, BANRO, BANJO?

Que nomes estranhos são estes?                        Qual o significado destas palavras parecidas?Talvez você não saiba tamanha aberração          São códigos de runáticos, cada dia é um 

Runas de cérebro, como querem ser aceitos
Ficam a pronunciar, como robôs sem cessar
No espírito, sem falar, palavras desconexas
Banco, banro, banjo, isso eu quero no reprisar

Hoje, todos têm o mesmo significado: burrice
Assim o fanjo ( chefe), disse na sua burraldice
Mas digo a todos que lêem isto, loucura runa
São runices agudas e crônicas, querem bilar

Em tempos de mudança, querem arruinar
Amam somente o destroçar, quebrar, queimar
São eles, cantores e pregadores de igrejas
Fingem ser crentes, amam a arte de enganar

Não  estão somente nas igrejas, nos púlpitos
Estão  em todo lugar, escolhem o que vão ser
Nos governos, nas empresas, nas escolas
São ainda muitos, destinados a não ser

Não querem ser de Deus, querem ser da ruína
Querem sim um diabo, para eles dominarem
Por dentro já não há vida, por fora, sobrevida
Não obedecem regras, avançam e afundam

Muito do que tinham para destruir, foi-se
Eram cheios de artroças, espíritos da ruína
Ainda usam poucas armas, buscam idéias
Infiuzam, fuzilam, inferiorizam, todo tempo

Outras palavras vão inventar, sem nada falar
Será  que devo crer, que ninguém se salvou?
Não caia nesta emboscada, saia deste fervo
Somente quem é de Deus, vai de fato viver

Nilma Da Silva Coimbra

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