Palavra que só pronunciar traz repúdio
Minoria admite ser, o peso da dor grita
Envolve muitas palatias, muitas fitilhas
Varia de acordo com cada ser, resira
Infelicidade, é ocasional ou perpetua?
Estará ela ligada a minha incapacidade?
O que desencadeia estar neste contido?
Ser infeliz pode ser por falta de atitude?
A busca de respostas, é a melhor saída
Descobrir o que faz sentido viver, aguçar
Eliminar por etapas, avaliar prós, contras
Se conhecer, saber o querer e o efetuar
Ser bem sucedido, faz a felicidade vir?
Estar bem resolvido com a vida, basta?Ter tudo que deseja, tira o vazio d'alma?
Ser feliz representa exatamente o que?
Indagar, necessário para a solução vir
Estar feliz, não representa ser, um brevê
É um estado permanente, independente
Buscar a razão da vida, o ideal, essencial
Ninguém alcançará a feliza sendo ruim
Pois as bem aventuranças vem do celim
Possuir riquezas, bens, não é absoluto
Constância de espírito é o bem maior
Abismos e crateras se formam na infa
Talvez me diga: " Cada um é um traço"
Uma palavra só te digo de confirma
Ser feliz é a alma em harmonia na vide
Penetre dentro de si, aprofunde, se abra
Entre num diálogo direto com o Pai
Exponha teus desacertos e nós de rosco
Alma alinhada com Deus, regozijo pleno
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
quarta-feira, 29 de julho de 2020
DIAMANTES
Diamante, pedra rara, requisitada, pura
Desejada pelo seu valor, beleza, brilho
Simboliza o expel, a pedra alteza, excel
Grandiosa, é pedra rica, a primeira, yan
Bruto ou lapidado, de valia inestimável
Nasce e mora em escombros, terra duna
Não quer ser estrela, por isso é benevi
Incontáveis a buscam, poucos possuem
Pedra dos reis, da riqueza, mas duriná
Arrancada do desconhecido, exaltada
Admirada pela sua carecidade, visada
Os dominantes a querem, para imperar
De cores galantas, traz um sentido vivaz
Quem o recebe, é garloado duplamente
O diamante traz sua presença sem dizer
Sempre será dos alpes, dos planaltos
Viste alguém de preciosidade suprema?
Há um diamante que excede sua primez
Ele é de belínea incomparável e flanto
Seu nome é único, Eu sou, Deus amor
Existem diamantes que não aparecem
Estes são as pessoas especiais, da finia
Fazem parte da realeza, príncipes de déli
Invisiveis, mas presentes onde há amor
Vidas transparentes, inundam de luz
São diamantes de Deus, combatentes
Valentes, resistentes a malignidade
Estes são os vencedores, os premissos
Tempo haverá em que estes diamantes
Filhos da nobreza, do Rei, os aprovados
Serão um só povo, unificados, benditos
Então a felicidade abundará, vida plínea
Nilma Da Silva Coimbra
Desejada pelo seu valor, beleza, brilho
Simboliza o expel, a pedra alteza, excel
Grandiosa, é pedra rica, a primeira, yan
Bruto ou lapidado, de valia inestimável
Nasce e mora em escombros, terra duna
Não quer ser estrela, por isso é benevi
Incontáveis a buscam, poucos possuem
Pedra dos reis, da riqueza, mas duriná
Arrancada do desconhecido, exaltada
Admirada pela sua carecidade, visada
Os dominantes a querem, para imperar
De cores galantas, traz um sentido vivaz
Quem o recebe, é garloado duplamente
O diamante traz sua presença sem dizer
Sempre será dos alpes, dos planaltos
Viste alguém de preciosidade suprema?
Há um diamante que excede sua primez
Ele é de belínea incomparável e flanto
Seu nome é único, Eu sou, Deus amor
Existem diamantes que não aparecem
Estes são as pessoas especiais, da finia
Fazem parte da realeza, príncipes de déli
Invisiveis, mas presentes onde há amor
Vidas transparentes, inundam de luz
São diamantes de Deus, combatentes
Valentes, resistentes a malignidade
Estes são os vencedores, os premissos
Tempo haverá em que estes diamantes
Filhos da nobreza, do Rei, os aprovados
Serão um só povo, unificados, benditos
Então a felicidade abundará, vida plínea
Nilma Da Silva Coimbra
AMOR, ONDE ESTÁ VOCÊ?
Procura-se amor, onde se encontrará?
Será que está escondido, perdido, fugido
Quem sabe está morto, e ninguém falou
Se está vivo, está super discreto, calado
Poucos são os que o querem e buscam
Nos lugares que não há, se afundam
Diante da solidão, o impulso é valetudo
Ver nas pessoas o incomum, o diferente
Nesta procura incerta, ficam sem rumo
Andam por lugares errantes, sem dono
Confundem o amor falso com o sincero
Engano após engano, assim acabam
Amor, é essencial para que haja vida
Vem da supremacia, da algueria, beni
A existência se formou pelo amor lingo
Universo é a prova dos feitos da luvúria
Amor, onde te encontro, nesta confusa?
Ele diz aos que o buscam, em verôdia:
"Estou dentro do coração que for amor
Daquele que se dispuser ser do alto"
Entro e permaneço no interior dos benos
Dos que em sinceridade querem mudar
Os que não deixarem a morte dominar
E optarem pelo autor supra, o Denovi
Amor da plenitude terá, se houver o "ser"
Para os que renunciarem a malignidade
Os que apenas sugam, serão destruídos
Vida longa e eterna aos filhos do Denui
Nilma Da Silva Coimbra
Será que está escondido, perdido, fugido
Quem sabe está morto, e ninguém falou
Se está vivo, está super discreto, calado
Poucos são os que o querem e buscam
Nos lugares que não há, se afundam
Diante da solidão, o impulso é valetudo
Ver nas pessoas o incomum, o diferente
Nesta procura incerta, ficam sem rumo
Andam por lugares errantes, sem dono
Confundem o amor falso com o sincero
Engano após engano, assim acabam
Amor, é essencial para que haja vida
Vem da supremacia, da algueria, beni
A existência se formou pelo amor lingo
Universo é a prova dos feitos da luvúria
Amor, onde te encontro, nesta confusa?
Ele diz aos que o buscam, em verôdia:
"Estou dentro do coração que for amor
Daquele que se dispuser ser do alto"
Entro e permaneço no interior dos benos
Dos que em sinceridade querem mudar
Os que não deixarem a morte dominar
E optarem pelo autor supra, o Denovi
Amor da plenitude terá, se houver o "ser"
Para os que renunciarem a malignidade
Os que apenas sugam, serão destruídos
Vida longa e eterna aos filhos do Denui
Nilma Da Silva Coimbra
INVEJA ENGORDA
Quem não conhece a senhora inveja?
Antiga, velha, desde os primórdios
Viveu muito, era vistosa quando nova
Muito apreciada, usada para desferir
Percorreu muitos lizares, penetrou pinas
Fez tantas bulanfas que se fez maldita
Todos então não mais a suportava
Mas como livrar da inveja, velha e feia
Assim ela ainda age em todos os fenais
O que não possui de bom, cobiça, viça
Quer tudo dos outros, mas não retribui
Se não pode ter, destroça, quebra, cava
Mas ela é antiga, seu fim se aproxima
Está muito gorda, nem pode se mecher
Durante anos, se deleitou na desgraça
Mas está cansada, o mal voltou para si
Deste modo, seu peso excedeu, rompeu
Está dentro do homem, causando ruína
Daqueles que são da ruindade perina
Trazendo a vista, a engorda no corpo
Ela só fica naquele que a alimenta
Ruindade e maldade, pratos de iguarias
Todo aquele que a possui, quer aniquilar
A usa como um meio para o fim malado
Ela estava livre e foragida, mas foi pega
Agora teve seu veredito, para não viver
Aquele que cultivar inveja e a desejar ter
For da ruindade cruína, vai engordar sim
Dirão alguns, isto será verdade, é real?
Provém de conversas vãs ou será certo?
Deus está neste contexto, ou é invento?
Posso confiar neste dito, sem medo?
Cada um verá a premissa, a seu tempo
Tudo que escrito está, se confirmará
Salvo os que são de Deus, os remidos
Estes que são da comunhão, intocados
Deus está atento, precruta o coração
Conhece o profundo, de cada ser vivente
O oculto Ele conhece, sabedoria aquém
Tudo vê, sentidos acima do imaginável
Todos os que estão em Deus, os salvos
Os que amam a plenitude da vida trinal
Que rejeitam a ruideza, semeiam beneza
A inveja não os destruirá, livres estarão
Se quiser ter a beleza interna e externa
Ser magro, a gordura ruim não acumular
Expulse e rejeite toda inveja que fluir
Ela só fica se o mal tomar conta, possuir
Nilma Da Silva Coimbra
Antiga, velha, desde os primórdios
Viveu muito, era vistosa quando nova
Muito apreciada, usada para desferir
Percorreu muitos lizares, penetrou pinas
Fez tantas bulanfas que se fez maldita
Todos então não mais a suportava
Mas como livrar da inveja, velha e feia
Assim ela ainda age em todos os fenais
O que não possui de bom, cobiça, viça
Quer tudo dos outros, mas não retribui
Se não pode ter, destroça, quebra, cava
Mas ela é antiga, seu fim se aproxima
Está muito gorda, nem pode se mecher
Durante anos, se deleitou na desgraça
Mas está cansada, o mal voltou para si
Deste modo, seu peso excedeu, rompeu
Está dentro do homem, causando ruína
Daqueles que são da ruindade perina
Trazendo a vista, a engorda no corpo
Ela só fica naquele que a alimenta
Ruindade e maldade, pratos de iguarias
Todo aquele que a possui, quer aniquilar
A usa como um meio para o fim malado
Ela estava livre e foragida, mas foi pega
Agora teve seu veredito, para não viver
Aquele que cultivar inveja e a desejar ter
For da ruindade cruína, vai engordar sim
Dirão alguns, isto será verdade, é real?
Provém de conversas vãs ou será certo?
Deus está neste contexto, ou é invento?
Posso confiar neste dito, sem medo?
Cada um verá a premissa, a seu tempo
Tudo que escrito está, se confirmará
Salvo os que são de Deus, os remidos
Estes que são da comunhão, intocados
Deus está atento, precruta o coração
Conhece o profundo, de cada ser vivente
O oculto Ele conhece, sabedoria aquém
Tudo vê, sentidos acima do imaginável
Todos os que estão em Deus, os salvos
Os que amam a plenitude da vida trinal
Que rejeitam a ruideza, semeiam beneza
A inveja não os destruirá, livres estarão
Se quiser ter a beleza interna e externa
Ser magro, a gordura ruim não acumular
Expulse e rejeite toda inveja que fluir
Ela só fica se o mal tomar conta, possuir
Nilma Da Silva Coimbra
O INFERNO DENTRO
Inferno, conhecido por ser o fogo eterno
O fim dos homens maus, dos perdidos
Assim está nas linhas preditas do livro
Fogo de enxofre, bichos da morte perin
Deus, diante de tanta atrocidade, verteu
A malignidade feroz e crescida, pétreo
A dormência do sentir embrutecia, fenia
Frieza se tornava aumentativa, gelo duro
Mundo se fez de ruindades algozes
O que antes era válido, não mais valia
O inferno para crueldade mali, é o venal
O próprio veneno irão absorver, solver
Inferno será adequado ao seu colóquio
Provarará do seu gume e suco os malogas
De dentro virá a dor mais fervente, zima
Para todo ser que se atrever a arruinar
Nilma Da Silva Coimbra
O fim dos homens maus, dos perdidos
Assim está nas linhas preditas do livro
Fogo de enxofre, bichos da morte perin
Deus, diante de tanta atrocidade, verteu
A malignidade feroz e crescida, pétreo
A dormência do sentir embrutecia, fenia
Frieza se tornava aumentativa, gelo duro
Mundo se fez de ruindades algozes
O que antes era válido, não mais valia
O inferno para crueldade mali, é o venal
O próprio veneno irão absorver, solver
Inferno será adequado ao seu colóquio
Provarará do seu gume e suco os malogas
De dentro virá a dor mais fervente, zima
Para todo ser que se atrever a arruinar
Nilma Da Silva Coimbra
sábado, 25 de julho de 2020
UM MUNDO NOVO
Vem chegando o despontar da nevúria
Onde as floripas se expandem, plinam
As cores serão vivas, sem o falso blinear
A luz virá em fuzilante, exultante, ninda
As trevas do mali, cravadas, vonas
Logo serão lembranças, passado venido
Maldade pensada e calculada, excretada
Benigno em ascensão, o bem almejado
Mundo novo, planeta remodelado, fato
Novas ancúrias de filindas, renovatas
Flamengos surgirão em rios de tileza
Lúrias de cantís espalmadas em midras
Um povo forte, que não se desnidra
Caminha tenácia, em marcha fremente
Nada os deterá, guerreiros fulgentes
Lançadores de tirezas, destemidos
Bravos incursores, farão meleaduras
Pioneiros na missão, abrirão as venatas
Avante, sem recuar, irão quebrar o ferro
O medo não os visitará, couraça de fibra
Mistérios para o porvir, revelações fili
O criador das benúrias, o Deus cônscio
Trará novas revidas, fará brilhar a tiza
A grande reforma do mundo, belhenas
Nilma Da Silva Coimbra
Onde as floripas se expandem, plinam
As cores serão vivas, sem o falso blinear
A luz virá em fuzilante, exultante, ninda
As trevas do mali, cravadas, vonas
Logo serão lembranças, passado venido
Maldade pensada e calculada, excretada
Benigno em ascensão, o bem almejado
Mundo novo, planeta remodelado, fato
Novas ancúrias de filindas, renovatas
Flamengos surgirão em rios de tileza
Lúrias de cantís espalmadas em midras
Um povo forte, que não se desnidra
Caminha tenácia, em marcha fremente
Nada os deterá, guerreiros fulgentes
Lançadores de tirezas, destemidos
Bravos incursores, farão meleaduras
Pioneiros na missão, abrirão as venatas
Avante, sem recuar, irão quebrar o ferro
O medo não os visitará, couraça de fibra
Mistérios para o porvir, revelações fili
O criador das benúrias, o Deus cônscio
Trará novas revidas, fará brilhar a tiza
A grande reforma do mundo, belhenas
Nilma Da Silva Coimbra
PREMISSAS DA EXCELÊNCIA
Exaltar o nome de Deus, para isso nasci
Ainda que com agruras e tormentos vís
Não sucumbi diante dos maus, crápulas
Resisti, me firmei na Palavra essenia
Guardei no preládio as príncipas delai
Não me entreguei a encantos difanos
Batalhas fiúzas e intermináveis combati
Morri muitas mortes, o fim ainda não vi
Tantos são os percausos e dores frivas
Que menções seriam duplicar as dorinas
Minha estrada foi traçada em diamante
Pela mão do auto escalão do céu, Dorin
Sou do combate, guerrear para vencer
Minha incumbência é servir, por amor
Nada temo, Deus comigo vive e será
De todas as armas lançarei para triunfar
Premissas que são o assopro do Pai
Lançadas as sementes para a flora fluir
Inspiração profética direto do trono
Nada de mim, tudo para Ele, amor maior
Nilma Da Silva Coimbra
Ainda que com agruras e tormentos vís
Não sucumbi diante dos maus, crápulas
Resisti, me firmei na Palavra essenia
Guardei no preládio as príncipas delai
Não me entreguei a encantos difanos
Batalhas fiúzas e intermináveis combati
Morri muitas mortes, o fim ainda não vi
Tantos são os percausos e dores frivas
Que menções seriam duplicar as dorinas
Minha estrada foi traçada em diamante
Pela mão do auto escalão do céu, Dorin
Sou do combate, guerrear para vencer
Minha incumbência é servir, por amor
Nada temo, Deus comigo vive e será
De todas as armas lançarei para triunfar
Premissas que são o assopro do Pai
Lançadas as sementes para a flora fluir
Inspiração profética direto do trono
Nada de mim, tudo para Ele, amor maior
Nilma Da Silva Coimbra
ACIMA DE TUDO, SER
Há quem diga ser da bondade benigna
Que só isso basta, para a vida ser vivida
Não fazer o mal, se esguiar dos fenais
Ledo engano dos simplórios, dos biunas
Dizer e ser, são os dois lados da moeda
Ser bom, de coração, implica reconhecer
Que de algum lugar este sentir nasceu
Não veio de homem, somente de Deus
Enfatizar sou do bem, da beleza, da vida
Mas as escondidas, fazer mal feito beló
É mentir, iludir a si mesmo, malograr
Não basta falar sou, e sim assumir ser
Contradiz com a verdade, o que falseia
Quem realmente é do benevi, comprova
Ser do bem, ser bom, só os da verdade
Tais belezas vindas, pertencem a Deus
Todo o bem existente, que no mundo há
O maxim da bondade vista, a primeza
Não tem como separar, dividir, permear
Ser bom, do bem, significa vida em Deus
Nilma Da Silva Coimbra
Que só isso basta, para a vida ser vivida
Não fazer o mal, se esguiar dos fenais
Ledo engano dos simplórios, dos biunas
Dizer e ser, são os dois lados da moeda
Ser bom, de coração, implica reconhecer
Que de algum lugar este sentir nasceu
Não veio de homem, somente de Deus
Enfatizar sou do bem, da beleza, da vida
Mas as escondidas, fazer mal feito beló
É mentir, iludir a si mesmo, malograr
Não basta falar sou, e sim assumir ser
Contradiz com a verdade, o que falseia
Quem realmente é do benevi, comprova
Ser do bem, ser bom, só os da verdade
Tais belezas vindas, pertencem a Deus
Todo o bem existente, que no mundo há
O maxim da bondade vista, a primeza
Não tem como separar, dividir, permear
Ser bom, do bem, significa vida em Deus
Nilma Da Silva Coimbra
SOMOS UM
Somos um, amor que ultrapassa divisas
Temos o mesmo Espírito, todos num só
Visão das dimensão dinas, unificação
Prioridade primícia és tu Terra, amor plin
Galáxias infinitas estão em alinhamento
Planetas há que não se pode contar
A imensidão e latifúndio do universo
Quem terá o vero, o real conhecimento?
A extensão do poder de Deus, os líndios
A grandeza da complexidade de filindas
O espaço desconhecido traz perguntas
Saberá, se medirá tudo em todo lugar?
Somos um em muitos, um só nos salvos
O amor excelso nos une, nos aproxima
Na essência da vida já estávamos juntos
Pai, filho, Espírito Santo, o amor plerin
Nilma Da Silva Coimbra
Temos o mesmo Espírito, todos num só
Visão das dimensão dinas, unificação
Prioridade primícia és tu Terra, amor plin
Galáxias infinitas estão em alinhamento
Planetas há que não se pode contar
A imensidão e latifúndio do universo
Quem terá o vero, o real conhecimento?
A extensão do poder de Deus, os líndios
A grandeza da complexidade de filindas
O espaço desconhecido traz perguntas
Saberá, se medirá tudo em todo lugar?
Somos um em muitos, um só nos salvos
O amor excelso nos une, nos aproxima
Na essência da vida já estávamos juntos
Pai, filho, Espírito Santo, o amor plerin
Nilma Da Silva Coimbra
terça-feira, 14 de julho de 2020
MENINAS CRUELAS
Se há um nome mais malogro e ruidoso
Para a maleficidade existente das rudes
Ainda está em surdina, pois são cruelas
Más na profunda, de garras ferinas, cura
Meninas de idades diversas, mas fonas
Gostam de martirizar, escravizar, sonar
Aplicam golpes dos mais ferrosos, zino
São geladas, de coração pruno, secas
Agem de forma maldosa, por onde der
Gampeiam falsidades, planejam dotes
Mentes sempre pensantes, na furicina
De aparência informal, são do rebote
Experientes na arte do engano tenuciano
Formam grupos de ogiva, destruição oja
São assumidas no malima, entre elas
Mas com os de fora, são as belindras
Ladras por profissão, trabalhar é esforço
Querem tudo de bom, o melhor almejam
Larápias com precisão, de requinte cara
Hoje estão sem ação, a balança geme
De descendência runa, escolha zurina
O prazer maior que sustém é desfenar
Com todas as armas mais fétidas, fulas
Não querem morrer, mas matam sempre
A história das venezas é antiga, gorinas
Há tempos trazem a marca da destruina
Ódio, ira, e inveja tatuam suas personas
Não há acordo de nada, se tiver o dano
Lutam pela desigualdade, falseando
Autoras de frases do reverso, mentiras
Dominadoras, querem sobressair, funir
Autoridades burlam, sem rastreio, pinam
Inumeráveis são os feitos da bósnia
Contar todos, dariam muitas páginas
Então resumo em poesias e versos
Os tentáculos por todas as cancelas
Ainda hoje vivem, com prazo a vencer
Estão proibidas de o mal desfanecer
Onde estão, não se pode dizer, purinato
Meninas cruelas destrutivas, tempofim
Nilma Da Silva Coimbra
Para a maleficidade existente das rudes
Ainda está em surdina, pois são cruelas
Más na profunda, de garras ferinas, cura
Meninas de idades diversas, mas fonas
Gostam de martirizar, escravizar, sonar
Aplicam golpes dos mais ferrosos, zino
São geladas, de coração pruno, secas
Agem de forma maldosa, por onde der
Gampeiam falsidades, planejam dotes
Mentes sempre pensantes, na furicina
De aparência informal, são do rebote
Experientes na arte do engano tenuciano
Formam grupos de ogiva, destruição oja
São assumidas no malima, entre elas
Mas com os de fora, são as belindras
Ladras por profissão, trabalhar é esforço
Querem tudo de bom, o melhor almejam
Larápias com precisão, de requinte cara
Hoje estão sem ação, a balança geme
De descendência runa, escolha zurina
O prazer maior que sustém é desfenar
Com todas as armas mais fétidas, fulas
Não querem morrer, mas matam sempre
A história das venezas é antiga, gorinas
Há tempos trazem a marca da destruina
Ódio, ira, e inveja tatuam suas personas
Não há acordo de nada, se tiver o dano
Lutam pela desigualdade, falseando
Autoras de frases do reverso, mentiras
Dominadoras, querem sobressair, funir
Autoridades burlam, sem rastreio, pinam
Inumeráveis são os feitos da bósnia
Contar todos, dariam muitas páginas
Então resumo em poesias e versos
Os tentáculos por todas as cancelas
Ainda hoje vivem, com prazo a vencer
Estão proibidas de o mal desfanecer
Onde estão, não se pode dizer, purinato
Meninas cruelas destrutivas, tempofim
Nilma Da Silva Coimbra
SER INFELIZ, EIS O PREÇO
Vida de gente ruim, é de arruaça, fenaça
Gosta de ter regalias, mas não de dividir
Faz estrepulias, mas é na parede de fisa
Age na ressolta, é de expressar o irreal
O prazer não está nas conquistas venias
Está nas investidas indiretas em destruir
Pelas resvalas, pelos infiltros, de manso
Sem amor, prioriza a dureza, o parecer
Coração de carne, mas só para constar
São frios no sentir, mas querem tripudiar
Verdade não existe, falsidade pruna
Histórias e mentiras, artes preferidas
Ruindade de porte, para estar no elevado
Poder para sair, sem passagem pedir
Alcançar metas pela artimanha ruína
Possuídos de armassas, caçam vítimas
Maléficos ao exagero, sabem das regras
Atingir os objetivos de súbito, e apagar
Travar, parar no repente, robôs doentes
Ser infeliz, a escolha ruim, para ser vinil
Nilma Da Silva Coimbra
Gosta de ter regalias, mas não de dividir
Faz estrepulias, mas é na parede de fisa
Age na ressolta, é de expressar o irreal
O prazer não está nas conquistas venias
Está nas investidas indiretas em destruir
Pelas resvalas, pelos infiltros, de manso
Sem amor, prioriza a dureza, o parecer
Coração de carne, mas só para constar
São frios no sentir, mas querem tripudiar
Verdade não existe, falsidade pruna
Histórias e mentiras, artes preferidas
Ruindade de porte, para estar no elevado
Poder para sair, sem passagem pedir
Alcançar metas pela artimanha ruína
Possuídos de armassas, caçam vítimas
Maléficos ao exagero, sabem das regras
Atingir os objetivos de súbito, e apagar
Travar, parar no repente, robôs doentes
Ser infeliz, a escolha ruim, para ser vinil
Nilma Da Silva Coimbra
GORDURAS QUE NÃO DESEJAMOS
Mundo de imposições vivemos, legado
Na qual temos que nos adequar, ou perar
A sociedade nos passa regras de rigidez
Para ser bem sucedido, aceite o fato
São tantas prescrições, maleimas, fontes
Que a origem no tempo desvanece, esfria
Ficam os tabus, as conotações férvidas
Normas determinantes, indiretas, fortes
Enfatizar o externo, como essencial, vital
Como condição elevada para a conquista
Este princípio empregnou e ficou cravado
Medida e peso delgado, magresa no altar
Nestes termos de concepa, de diretrizes
Ditadores, querem beleza extrema, plena
É a perfeição de atributos com a benérea
Não aceitam expor o mal visto, renegam
Estampam o brilho, abafam o conteúdo
Por fora, o falso estrelado, exuberante
Por dentro, não se cogita cuidar, deixar
Beleza da aparência é temporal, fenece
Ao contrário do que se frisa, vitrine plina
Foco nas gorduras de repúdio, as escuras
São as raizes pretunas, o sentir lúgrume
Que estão dentro da alma, traz veneno
Inveja, raiva, ódio, ira, todas da penumbra
São as quatro principais gorduras zumbis
Se alimentam de vúnia, fraqueza maldosa
Se não morrem, tendem a crescer, infla
O ideal é a temperança de ambas, nivelar
No entanto, qualidades internas, afinar
Tirar as gorduras que pesam e destroem
Tanto o espírito como o corpo, sufocam
Inicie uma dieta de valia, as boas virtudes
Que entre só o saudável, nutrição da vida
Peneire e selecione o excelente de tudo
Que permaneça as beatitudes, belumes
Preencha teu ser de Deus, de seu Espírito
Gorduras serão expulsas, mal abonado Terás amor, alegria, paz, bondade, fé
Muita saúde no todo, felicidade farta
Nilma Da Silva Coimbra
Na qual temos que nos adequar, ou perar
A sociedade nos passa regras de rigidez
Para ser bem sucedido, aceite o fato
São tantas prescrições, maleimas, fontes
Que a origem no tempo desvanece, esfria
Ficam os tabus, as conotações férvidas
Normas determinantes, indiretas, fortes
Enfatizar o externo, como essencial, vital
Como condição elevada para a conquista
Este princípio empregnou e ficou cravado
Medida e peso delgado, magresa no altar
Nestes termos de concepa, de diretrizes
Ditadores, querem beleza extrema, plena
É a perfeição de atributos com a benérea
Não aceitam expor o mal visto, renegam
Estampam o brilho, abafam o conteúdo
Por fora, o falso estrelado, exuberante
Por dentro, não se cogita cuidar, deixar
Beleza da aparência é temporal, fenece
Ao contrário do que se frisa, vitrine plina
Foco nas gorduras de repúdio, as escuras
São as raizes pretunas, o sentir lúgrume
Que estão dentro da alma, traz veneno
Inveja, raiva, ódio, ira, todas da penumbra
São as quatro principais gorduras zumbis
Se alimentam de vúnia, fraqueza maldosa
Se não morrem, tendem a crescer, infla
O ideal é a temperança de ambas, nivelar
No entanto, qualidades internas, afinar
Tirar as gorduras que pesam e destroem
Tanto o espírito como o corpo, sufocam
Inicie uma dieta de valia, as boas virtudes
Que entre só o saudável, nutrição da vida
Peneire e selecione o excelente de tudo
Que permaneça as beatitudes, belumes
Preencha teu ser de Deus, de seu Espírito
Gorduras serão expulsas, mal abonado Terás amor, alegria, paz, bondade, fé
Muita saúde no todo, felicidade farta
Nilma Da Silva Coimbra
A LEI DO RETORNO
Em toda ação há uma reação, é sabido
Venha ligeiro, ou de modo retardo, lerdo
Assim, tudo que se faz, trará o retraz
O retorno sempre vem, do que se faz
Se o mal preparo, e comprazo no feito
A seu tempo, terá seu efeito, o malfeito
O que recebeu o malefato, irá retribuir
Cedo ou tarde, a volta tem o endereço
Quando o bem propago, a paz espalho
Há a multiplicação, abundância, benilas
Há renovo, o deslumbre do interior, beno
O equilíbrio se harmoniza, a vida tribilha
Retorno nem sempre é o desejado
Toda atitude, prevê uma expectativa
Seja qual for a pauta a ser tratada, vista
Saiba que sempre haverá a volta prisa
Nilma Da Silva Coimbra
Venha ligeiro, ou de modo retardo, lerdo
Assim, tudo que se faz, trará o retraz
O retorno sempre vem, do que se faz
Se o mal preparo, e comprazo no feito
A seu tempo, terá seu efeito, o malfeito
O que recebeu o malefato, irá retribuir
Cedo ou tarde, a volta tem o endereço
Quando o bem propago, a paz espalho
Há a multiplicação, abundância, benilas
Há renovo, o deslumbre do interior, beno
O equilíbrio se harmoniza, a vida tribilha
Retorno nem sempre é o desejado
Toda atitude, prevê uma expectativa
Seja qual for a pauta a ser tratada, vista
Saiba que sempre haverá a volta prisa
Nilma Da Silva Coimbra
sábado, 4 de julho de 2020
SOFRIMENTOS ZENOS
Sofrimento, sentimento que carrega rubor
Não se quer ter, mas é da surpresa fina
Vem de mansinho, ou devagarinho, pesa
É arrocho, aperto que trava, fisga, mata
Há sofrimentos de muitas veias e teias
Tem os da consequência, os da teimosia
Os que vem sem sobreaviso, que choca
Os sôfregos da inocência, que destrói
Existem os que causam o sofrer, bonegos
Tem prazer e se deleitam na atrocidade
São da frieza, fazem o bozeno, e raspam
Gostam de saber o resultado, se foi pago
A aflição da dúvida, angústia do fracasso
Desgostos contínuos, tristezas da púria
Tormentos profundos, perturbações cato
Penúrias e dissabores de fel, de lastro
Ainda que venha o martírio, no embate
Não seja prisioneiro deste rosco, desate
Solte as amarras, lembranças amargas
Desafogue, entregue ao Pai, ele apaga
Nilma Da Silva Coimbra
Não se quer ter, mas é da surpresa fina
Vem de mansinho, ou devagarinho, pesa
É arrocho, aperto que trava, fisga, mata
Há sofrimentos de muitas veias e teias
Tem os da consequência, os da teimosia
Os que vem sem sobreaviso, que choca
Os sôfregos da inocência, que destrói
Existem os que causam o sofrer, bonegos
Tem prazer e se deleitam na atrocidade
São da frieza, fazem o bozeno, e raspam
Gostam de saber o resultado, se foi pago
A aflição da dúvida, angústia do fracasso
Desgostos contínuos, tristezas da púria
Tormentos profundos, perturbações cato
Penúrias e dissabores de fel, de lastro
Ainda que venha o martírio, no embate
Não seja prisioneiro deste rosco, desate
Solte as amarras, lembranças amargas
Desafogue, entregue ao Pai, ele apaga
Nilma Da Silva Coimbra
PRIORIDADES
Planejar sobre questões de importância
Estudar as possibilidades nas decisões
Colocar as prioridades sobre as escolhas
Elaborar, aplicar-se nas boas propostas
Saber viver, para alcançar objetivos finos
Esforçar-se para garantir estabilidade
Dedicação sequente de alvos coerentes
Sobrevivência depende da diligência
IInsistência em favorecer o meu prazer
Desejar e só fazer o que se quer, folgar
As consequências não medir, vadiar
É o fio tênue, que traz o fim, desastre bin
Aquele que busca vencer, sucesso obter
É imprescindível priorizar seus quesitos
Um veredito errante, pode destruir a prida
Por isso, premedite seu andar, e caminhe
Nilma Da Silva Coimbra
Estudar as possibilidades nas decisões
Colocar as prioridades sobre as escolhas
Elaborar, aplicar-se nas boas propostas
Saber viver, para alcançar objetivos finos
Esforçar-se para garantir estabilidade
Dedicação sequente de alvos coerentes
Sobrevivência depende da diligência
IInsistência em favorecer o meu prazer
Desejar e só fazer o que se quer, folgar
As consequências não medir, vadiar
É o fio tênue, que traz o fim, desastre bin
Aquele que busca vencer, sucesso obter
É imprescindível priorizar seus quesitos
Um veredito errante, pode destruir a prida
Por isso, premedite seu andar, e caminhe
Nilma Da Silva Coimbra
A BONECA MANTRA
Há muito tempo atrás, um homem ideou
Fez bonecos de palha, com pano ruim
Costurou a mão de força, ali deu sua sina
Pano de chita, olhinhos de botão, resina
Fez quatro bonecas, todas meninas
Terminado o feitio, deixou-as descansar
No dia seguinte, somente uma separou
Chamou-a de mantra e a deu vida planar
Este homem, pai se tornou deles todos
Era da ruindade cruína, queria perpetuar
Então planejou tal feito, num dia lunar
Pelo feitiço mantra iria viver, para destruir
Mantra era boneca preta, de traços tristes
Disse a ela: "seja engraçada e inteligente
Nunca ame ninguém, seja vítara e durona
Assim foi criada a boneca viva, cruel
Mantra era pequenina, se movia, andava
Era guardada em uma caixa, escondida
Tirava para vê-la, observava seu proceder
Chamou-a de filha, será a minha preferida
Um dia infeliz, saltou da caixa, foi pra rua
Foi atropelada, a carroça de peso a pegou
Notou sua ausência, achou-a por um fio
Levou-a para casa, só a pôs na caixa
Após três dias, ele do sono acordou
Um ruído na caixa, a tampa se levantou
Mantra sozinha se recuperou, se ergueu
Ajoelhou-se com medo, e disse olá!
Espantou-se, resolveu somente observar
Falava com o seu feitor, mas ele, só ouvia
Após anos, mantra adoeceu, e se calou
Um dia nebuloso, ela se foi, o abandonou
Nunca mais mantra foi vista, sumiu
Este homem, conhecido por não laborar
As três bonecas guardou e não enfeitiçou
Ficou só, não ligou, a ruindade o tomou
Fica assim provado, diante dos fatos
Em toda criação, há os traços do criador
O não se importar, o não amar, traz dor
A malignidade é matar a vida, é torpor
Nilma Da Silva Coimbra
Fez bonecos de palha, com pano ruim
Costurou a mão de força, ali deu sua sina
Pano de chita, olhinhos de botão, resina
Fez quatro bonecas, todas meninas
Terminado o feitio, deixou-as descansar
No dia seguinte, somente uma separou
Chamou-a de mantra e a deu vida planar
Este homem, pai se tornou deles todos
Era da ruindade cruína, queria perpetuar
Então planejou tal feito, num dia lunar
Pelo feitiço mantra iria viver, para destruir
Mantra era boneca preta, de traços tristes
Disse a ela: "seja engraçada e inteligente
Nunca ame ninguém, seja vítara e durona
Assim foi criada a boneca viva, cruel
Mantra era pequenina, se movia, andava
Era guardada em uma caixa, escondida
Tirava para vê-la, observava seu proceder
Chamou-a de filha, será a minha preferida
Um dia infeliz, saltou da caixa, foi pra rua
Foi atropelada, a carroça de peso a pegou
Notou sua ausência, achou-a por um fio
Levou-a para casa, só a pôs na caixa
Após três dias, ele do sono acordou
Um ruído na caixa, a tampa se levantou
Mantra sozinha se recuperou, se ergueu
Ajoelhou-se com medo, e disse olá!
Espantou-se, resolveu somente observar
Falava com o seu feitor, mas ele, só ouvia
Após anos, mantra adoeceu, e se calou
Um dia nebuloso, ela se foi, o abandonou
Nunca mais mantra foi vista, sumiu
Este homem, conhecido por não laborar
As três bonecas guardou e não enfeitiçou
Ficou só, não ligou, a ruindade o tomou
Fica assim provado, diante dos fatos
Em toda criação, há os traços do criador
O não se importar, o não amar, traz dor
A malignidade é matar a vida, é torpor
Nilma Da Silva Coimbra
O QUERER "PARECER"
Manter as aparências, para não se dobrar
Comportar para blefar, embassar o vidro
Querer mostrar sempre o oposto do ser
Falsear, demonstrar serenidade rota
Fazer de conta, aparentar o bem, o belo
Assemelhar o bom, o ótimo, com o logro
Disfarçar para não ser descoberto, burlar
Enganar para parecer forte, até o fim
Resistir na dúvida, mesmo que doa e fira
É o lema de alguns para sabotar a visa
Pressão rígida para iludir, luz de gona
Camadear, impressionar, brilhar sem dino
Identidade perdida, personalidade torcida
O adulterar sucessivo conturba e difusa
Autentidade é para poucos, transparência
Encontre seu elo, firme, fortaleça, afinque
Nilma Da Silva Coimbra
Comportar para blefar, embassar o vidro
Querer mostrar sempre o oposto do ser
Falsear, demonstrar serenidade rota
Fazer de conta, aparentar o bem, o belo
Assemelhar o bom, o ótimo, com o logro
Disfarçar para não ser descoberto, burlar
Enganar para parecer forte, até o fim
Resistir na dúvida, mesmo que doa e fira
É o lema de alguns para sabotar a visa
Pressão rígida para iludir, luz de gona
Camadear, impressionar, brilhar sem dino
Identidade perdida, personalidade torcida
O adulterar sucessivo conturba e difusa
Autentidade é para poucos, transparência
Encontre seu elo, firme, fortaleça, afinque
Nilma Da Silva Coimbra
QUE NINGUÉM PENSE POR VOCÊ
Diante de tantos comandos e desmandos
Há de carreira muitos que querem impor
Falar no antecipado, se adiantar, priorizar
Antes que alguém venha interpor, obstrui
São apressados nas palavras, disparam
Golpeiam com chavões de guina, fiuzam
Forçam ser frente de liderança, chefia
A posição que brigam, é a da fila primeira
Não permita atravessadores, tranqueiras
Gente que atropela, passar por cima de ti
Não permita seja quem for, de entremear
Cortar teu pensamento, distrair, finar
Seja de boa esperteza, fique de pronto
Se alguém costurar tuas palavras, corte
Diga no enfático: :Pera lá, não me rusga!
Direi o que me propus sem entraves!"
Por onde se vai, há sempre os barrancos
Gente em forma de toras, para desbancar
Tirar você do sério e da sua caminhada
Bata o pé, seja firme, reforce sua meta
Nilma Da Silva Coimbra
Há de carreira muitos que querem impor
Falar no antecipado, se adiantar, priorizar
Antes que alguém venha interpor, obstrui
São apressados nas palavras, disparam
Golpeiam com chavões de guina, fiuzam
Forçam ser frente de liderança, chefia
A posição que brigam, é a da fila primeira
Não permita atravessadores, tranqueiras
Gente que atropela, passar por cima de ti
Não permita seja quem for, de entremear
Cortar teu pensamento, distrair, finar
Seja de boa esperteza, fique de pronto
Se alguém costurar tuas palavras, corte
Diga no enfático: :Pera lá, não me rusga!
Direi o que me propus sem entraves!"
Por onde se vai, há sempre os barrancos
Gente em forma de toras, para desbancar
Tirar você do sério e da sua caminhada
Bata o pé, seja firme, reforce sua meta
Nilma Da Silva Coimbra
INSATISFAÇÃO
O que nos leva a esta comoção?
De onde vem tal mal estar de desprazer?
Porque nosso ser se rebela e traz abalo?
Sabe sempre o motivo da tua agrura?
Estar incomodado, atribulado de aflição
Dentro de si remexer e um vazio envolver
Querer tirar uma angústia que está presa
Desejar sair do aperto e não saber como
Insatisfação é estar descontente, ausente
Estado de espírito em conflito, amargor
Vida em desequilíbrio, situação pendente
Nem sempre se tem a fórmula do fecho
Ter expectativas sim, mas seja moderado
Esperar com sensatez, para não padecer
Fracassos trazem desgosto, desprazer
Desencanto é perda, escolhas erradas
Nem tudo são flores machucadas, penes
Almejar sonhos e metas para conquistar
É nunca estar satisfeito com o razoável
É persistir, resistir, o ótimo alcançar
Que devo fazer para sair este pesar?
Reflexionar sobre o que sou, o que quero
Decidir com sapiência caminhos a tomar
Não deixar a impulsividade se posicionar
Inconstância da alma traz desconsolo
Um coração sem dono, é só, sem direção
Descontentamento e dissabor vem e fica
É a falta de amor, o vazio de Deus beni
Ideal é estar em júbilo, constante regozijo
De bem com Deus, em unimor, em levor
Ele te fará vir as melindas mais finas
Cobrirá a tua cabeça de óleo de refina
Nilma Da Silva Coimbra
De onde vem tal mal estar de desprazer?
Porque nosso ser se rebela e traz abalo?
Sabe sempre o motivo da tua agrura?
Estar incomodado, atribulado de aflição
Dentro de si remexer e um vazio envolver
Querer tirar uma angústia que está presa
Desejar sair do aperto e não saber como
Insatisfação é estar descontente, ausente
Estado de espírito em conflito, amargor
Vida em desequilíbrio, situação pendente
Nem sempre se tem a fórmula do fecho
Ter expectativas sim, mas seja moderado
Esperar com sensatez, para não padecer
Fracassos trazem desgosto, desprazer
Desencanto é perda, escolhas erradas
Nem tudo são flores machucadas, penes
Almejar sonhos e metas para conquistar
É nunca estar satisfeito com o razoável
É persistir, resistir, o ótimo alcançar
Que devo fazer para sair este pesar?
Reflexionar sobre o que sou, o que quero
Decidir com sapiência caminhos a tomar
Não deixar a impulsividade se posicionar
Inconstância da alma traz desconsolo
Um coração sem dono, é só, sem direção
Descontentamento e dissabor vem e fica
É a falta de amor, o vazio de Deus beni
Ideal é estar em júbilo, constante regozijo
De bem com Deus, em unimor, em levor
Ele te fará vir as melindas mais finas
Cobrirá a tua cabeça de óleo de refina
Nilma Da Silva Coimbra
TEMPO EM TEMPO
Diante de tantos comandos e desmandos
Há de carreira muitos que querem impor
Falar no antecipado, se adiantar, priorizar
Antes que alguém venha interpor, obstrui
São apressados nas palavras, disparam
Golpeiam com chavões de guina, fiuzam
Forçam ser frente de liderança, chefia
A posição que brigam, é a da fila primeira
Não permita atravessadores, tranqueiras
Gente que atropela, passar por cima de ti
Não permita seja quem for, de entremear
Cortar teu pensamento, distrair, finar
Seja de boa esperteza, fique de pronto
Se alguém costurar tuas palavras, corte
Diga no enfático: :Pera lá, não me rusga!
Direi o que me propus sem entraves!"
Por onde se vai, há sempre os barrancos
Gente em forma de toras, para desbancar
Tirar você do sério e da sua caminhada
Bata o pé, seja firme, reforce sua meta
Nilma Da Silva Coimbra
Há de carreira muitos que querem impor
Falar no antecipado, se adiantar, priorizar
Antes que alguém venha interpor, obstrui
São apressados nas palavras, disparam
Golpeiam com chavões de guina, fiuzam
Forçam ser frente de liderança, chefia
A posição que brigam, é a da fila primeira
Não permita atravessadores, tranqueiras
Gente que atropela, passar por cima de ti
Não permita seja quem for, de entremear
Cortar teu pensamento, distrair, finar
Seja de boa esperteza, fique de pronto
Se alguém costurar tuas palavras, corte
Diga no enfático: :Pera lá, não me rusga!
Direi o que me propus sem entraves!"
Por onde se vai, há sempre os barrancos
Gente em forma de toras, para desbancar
Tirar você do sério e da sua caminhada
Bata o pé, seja firme, reforce sua meta
Nilma Da Silva Coimbra
BENENUI (Beleza de Deus)
Benenuí, beleza extrema
Belínea, cultivo do Excel
Luz intensa de luz calínea
Pristilas de estilhas reluzem
Resplendor brilhante, esfusiante
Reflete e retraz o branco brínio
Pureza e força renascem e reacendem
Expelem do céu, do criador vitalício
Benenuí, beleza das virtudes elevadas
Viscitudes raras, seladas e vedadas
Preciosidades de Deus, de valor bonato
Intocáveis, separados, amados, luzatos
Nilma Da Silva Coimbra
Belínea, cultivo do Excel
Luz intensa de luz calínea
Pristilas de estilhas reluzem
Resplendor brilhante, esfusiante
Reflete e retraz o branco brínio
Pureza e força renascem e reacendem
Expelem do céu, do criador vitalício
Benenuí, beleza das virtudes elevadas
Viscitudes raras, seladas e vedadas
Preciosidades de Deus, de valor bonato
Intocáveis, separados, amados, luzatos
Nilma Da Silva Coimbra
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