sábado, 24 de agosto de 2019

CÉU

Tapete de ínvares cores núbias,
com dissímias flaconetes de burbúrias,
recitando langúrias em bastos,
Cenúria de infinitas estrebilhas em clavos,
cintilantes em curvel de pinturas extravagantes e exultantes.
As mínimas se entrepõe com as tirinas em brilhosas purpurinas,
Luna se destaca entre as escuras colonitas, de veraneio em pitombas.
Te comtemplarei em penumbra os cristais azuis em estilícias,
O deslumbre das retilíneas que estava num prefácio de escombre,
agora é céu aberto, é o óbvio que se evidencia,
num contraste de corpo coberto, que nunca se esvala.
Os periféricos se deixam transparecer,
As cordilheiras se movem em bramas,
Os transpassos seguem em regaço,
As veredas são desfiladeiros que regam.

Nilma Da Silva Coimbra

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