Couraças pontiagudas, frisas de pentes
Querumes de forças reluzentes trentas
Cardumes de vernáculas vertentes
Santos a festejar os querentes
Calibres de fogaças desferentes
Desterro dos perdulentes em tenência
Farpas de perdulários em confrarias
Caçam populares armados em cedentes
Perfuram os calibratos das poluentes
Destratam os gunis em rarefeitos
Dentre os perfis das homofaldas
Ficou as gunias caldas de sentir plácido
Que se prontificou a rever os acertos
Não permitiu os iromedas do destrevo
De calçar as tristezas fenícias e tríades
Quebraram o arco, desfizeram anomálias
Cintilaram as fornálias, fingiram açoites
Armaram teçalias, rubis das bromálias
Sintetizaram as guenálias, fundiram
Tentuado os brenoites, fisado o brolho
Guinaram tantos ferrolhos, pretostos
Funaram a orquídea da noite, distecida
Blindaram de doidice a ferrolha torta
Cavaram as condições em formas cobres
Desfigurou-se o tentáculo, brinado, finado
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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