sábado, 1 de fevereiro de 2020

CAÇADORES DE DEUS

Couraças pontiagudas, frisas de pentes
Querumes de forças reluzentes trentas
Cardumes de vernáculas vertentes
Santos a festejar os querentes
Calibres de fogaças desferentes

Desterro dos perdulentes em tenência
Farpas de perdulários em confrarias
Caçam populares armados em cedentes
Perfuram os calibratos das poluentes
Destratam os gunis em rarefeitos

Dentre os perfis das homofaldas
Ficou as gunias caldas de sentir plácido
Que se prontificou a rever os acertos
Não permitiu os iromedas do destrevo
De calçar as tristezas fenícias e tríades

Quebraram o arco, desfizeram anomálias
Cintilaram as fornálias, fingiram açoites
Armaram teçalias, rubis das bromálias
Sintetizaram as guenálias, fundiram
Tentuado os brenoites, fisado o brolho

Guinaram tantos ferrolhos, pretostos
Funaram a orquídea da noite, distecida
Blindaram de doidice a ferrolha torta
Cavaram as condições em formas cobres
Desfigurou-se o tentáculo, brinado, finado

Nilma Da Silva Coimbra

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