Rosa antiga das Ilhas Malvinas, extinta Rosa rara, crescia nos alpes, nas cordilheiras Era escondida, ninguém a via, mas era temida Se ouvia falar, da rosa negra, atraente, viva
De folhas e ramos em verde topázio escuro
Copa extensa, de galhos rígidos e abrangente
Raízes núgremes, minis, de fina espessura
Era única, ninguém suspeitava seu destino
Copa extensa, de galhos rígidos e abrangente
Raízes núgremes, minis, de fina espessura
Era única, ninguém suspeitava seu destino
A rosa guedalgue, desabrochava e se abria
Em verão ameno, sol branco, nuvens cobertas
No outono, terminava seu ciclo, pétalas caíam
Novamente ela se reiniciava para florescer
Novamente ela se reiniciava para florescer
Peregrinos se aventuraram muito a procurá-la
Foi escondida, e posteriór, removida por ELE
Rosa preta, maldosa com a missão de matar
Era maldição de morte, hoje não existe mais
Rosa preta, maldosa com a missão de matar
Era maldição de morte, hoje não existe mais
Nilma Da Silva Coimbra
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