Tempo vivemos de grandes tortilhas trinas
O barro se torna massa podre, vidas em viltre
Vulto de pessoas na subvida, subsistem
Degradação de valores ainda persiste felintra
Mudanças no todo tem havido, em brandura
Ora as renovas tem sido dinas, ora gradativas
Não há como esconder as melindras festivas
Mundo em reconstrução, novas perspectivas
Neste renascer da Terra, antiguidades findas
Um concerto eterno se caracteriza, revivas
O que é entrave está sendo derrubado, banido
Os invasores de minalba, destruídos, sumindo
Fatos conclusivos de reformas, todas vistas
Melhorias a toda prova nas anvisas, acertivas
Todo trabalho tem seu empenho e dúvidas
Restam ainda os incrédulos obterem certeza
Ferrenhos sem sidos os ganetos, endurecidos
Que ainda absortos em si, recusam a verdade
Veem algumas partes das novas cisas, calam
Outros sinistros estão em fase de penistra
Ruindade pedrosa das runas ruínas, zunidas
Fim da malignidade dos golveios, de intrusos
Muitos reparos sendo feitos, malfeitos nulos
Destruição malógna e pelintra já teve seu fim
Pensam: "Eu não acredito nisso!" Falas ruins!"
Tais acertos não estão sendo feitos, dizem
Isto está fora das previsões da Palavra escrita
Disseminação falsa, confabulam, mentiras
Os mais inflamados creem ser homens ruins
Interferindo, transmutando verdades biblicas
Os incisivos refutam, não vem do Deus único
Creem outros, que são invenções para iludir
Mesmo que haja opiniões travessas, difusas
A compreensão real, esteja sendo modelada
A veracidade dos acordes será estabelecida
Deus trará a tona a tempo, as golonesas
Nilma Da Silva Coimbra
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