Deixo aqui nestas entrelinhas um parágrafo Quero abrir o feixe de palhas do milho grosno. E em versos de poemas e prosas lhes contar As armadas dos runeiros que é a embrulhada
Camofas tem sem as telhas, sem as farofasÉ as franchetas sem o bicho palha, zerada
Que tem que usar de inteligência, articuladas
Essa é a camofa dos golpeiros, das ciladas
Tem camofas da pesada, de piratas fenigras
Coberturas de latas enferrujadas, caroçadas
Que de tão enroladas, o nó se embaraça, rune
São as maracas da mandinga, dos fios narcas
Camofadas de berilo, de plintadas, malhadas
Trambiques do açoite, das carruagens tridas
Trapaças das gôndolas, das conibras fonas
Truques das canálias bravas, caídas, fracas
Traquinagens das pretas, para drenar, trotar
Trifuras de arrepiar, farras de fazer gomas
Bolonhesas de piradas, tortifas de panufas
Arremessos de água pelante, confaças putre
De fato, existem tantas armossas de runas
Feitiços em fase de sumiço, bunindo, finindo
Pondo um ponto no pronto, indo em definitivo
Encerrando a etapa dos fios luna, a liga cruna
Muitos desconhecem as redes e peneiras bin
Que a todo instante, sem trégua, são trilhadas
Por runacas de coração, amam só a destroça
Palhoças, armadilhas de duas vias, ida e volta
Que a todo instante, sem trégua, são trilhadas
Por runacas de coração, amam só a destroça
Palhoças, armadilhas de duas vias, ida e volta
Sosseguem vossas almas, amados de Deus
A todos que estão do lado da benitude altema
Todas as camofas e danosas, estão no fogo
Sendo exterminadas, triunfo vinal do Deusmor
Nilma Da Silva Coimbra
A todos que estão do lado da benitude altema
Todas as camofas e danosas, estão no fogo
Sendo exterminadas, triunfo vinal do Deusmor
Nilma Da Silva Coimbra
Nenhum comentário:
Postar um comentário