quarta-feira, 11 de novembro de 2020

OS DOIS POLOS

 Dois polos, duas pistas, duas divergentes.   Cada polo um pilar, uma viga, pilastres senos   Desiguais por sua diferença, desquilibram.   Opostas e de atributos de menomas, militam

Um polo se chama ruindade absoluta e vina
Outro é o polo da bondade e amor, Deus vita
Duas partes que não se misturam, conflituam
Dois caminhos que não se cruzam, inimigos

A ruindade, a malignidade que é do negrume
Está no desejo de ser da foice, do corte pril
O preto de alma se veste de controle obter
Atingir o ponto mais alto do poder, destruir

Corpos de coração dobre, de sangue dísel
Carregam pesos da maleficina, são fiusentes
De pouca inteligência, fixação pelo domínio
Não aceitam a derrota, ainda que já perdida
 
O outro lado da ruína cruza, é a beleza divina
A bonitude, a luz que reflete o branco filuzin
O amor em seu ápice, Deus da vida purin
É o autor e co autor das primícias e finícias

Pai dos filhos da raiz verde, do broto níbio
Deus é água vívida, da rica nascente belisa
Deseja que almas sejam convertidas, lívidas
Para que belezas profundas venham subir

Ruindade, é morte de dentro, inferno crudente
Estrutura podre, pilar de sustento filo, garopa
A bonitude suprema do altíssimo, é fortaleza
Pilastra de quatro gumes, solatada, unificada

Duas forças de divisas, oponentes, divergem
Mentira e verdade, polume e sal burin, partido
Ainda que lutas das frentes persivas relutem
A verdade vono, Deus, força supra, vence tudo

Nilma Da Silva Coimbra

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