Duas opostas categorias, que se diferenciam. Fosco é o revestir no modo de se ver pouco. É a vidraça com artefatos para encobrir, venir. Incolores ou de pigmentos em figuras várias. Feitas para identificar a verdade e a mentira
O fosco, seja de vidro fino, ou vidraça dunê
É a pós cobertura para confundir, miscegenar
Não mostrar detalhes, ofuscar, manchar cisas
Deixar a dúvida exposta, o falso transparecer
Por as claras, que o evidente não é bem vindo
Num propósito de tudo esclarecer, é o vener
A vitrine que é transparente, nada tem a temer
Transparência, sinal de ausência do obscuro
É o lândico e o cristalino envolvendo em luzes
Ser honesto e e sincero, são transparências
Entre o fosco decomposto, e o límpido vitre
Decida pelo certo, pela verluz, o real exposto
Pois incertezas e polonkas é o turvo grosso
Seja positivo sem aramanhas, tire o embaço
Transponha barreiras, viva a verdade flisca
Opacidade é o disfarce da maldade gorena
Reflete o logro, a fumaça que tira o foco
A nuvem negra que melena o branco, penibra
Transpareça, seja o autor de verídias, firme
Nem todos merecem este acerto, peneire
Nilma Da Silva Coimbra
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