domingo, 1 de novembro de 2020

O FOSCO E O TRANSPARENTE

 Duas opostas categorias, que se diferenciam.   Fosco é o revestir no modo de se ver pouco.      É a vidraça com artefatos para encobrir, venir.   Incolores ou de pigmentos em figuras várias.   Feitas para identificar a verdade e a mentira

O fosco, seja de vidro fino, ou vidraça dunê
É a pós cobertura para confundir, miscegenar
Não mostrar detalhes, ofuscar, manchar cisas
Deixar a dúvida exposta, o falso transparecer
Por as claras, que o evidente não é bem vindo

Num propósito de tudo esclarecer, é o vener
A vitrine que é transparente, nada tem a temer
Transparência, sinal de ausência do obscuro
É o lândico e o cristalino envolvendo em luzes
Ser honesto e  e sincero, são transparências

Entre o fosco decomposto, e o límpido vitre
Decida pelo certo, pela verluz, o real exposto
Pois incertezas e polonkas é o turvo grosso
Seja positivo sem aramanhas, tire o embaço
Transponha barreiras, viva a verdade flisca

Opacidade é o disfarce da maldade gorena
Reflete o logro, a fumaça que tira o foco
A nuvem negra que melena o branco, penibra
Transpareça, seja o autor de verídias, firme
Nem todos merecem este acerto, peneire

Nilma Da Silva Coimbra

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