Relógio da volta, da reviravolta, revolta crona. O tempo sendo vigiado, hora marcada no gril A cada segundo, há um certeiro dardo enfasto O minuto é de ouro grino, no ponteiro vino
Tempo exato de tudo esclarecer, tempo pentoRasgar as feridas deixadas pelo ferento trento
Pois as traçadas retrozes, ficaram na dívida
Os enfortes dos bazucas, galhardos negros
Três teratempos de concórdia, de desarentos
O primeiro é a força contrária exercida revisa
Que o impositor feiticeiro da mazumba fez
Para uma retrarca de duas partes opostas
O segundo teratempo, é Deus endro em pauta
É o poder divino intervindo para uma ressalta
O desafio de destruir destruidores de almas
Entrou nas entranças das vigas podres, soltas
Teratempo terceiro, é o contratempo da zuma
Fez o relógio retroceder para o mal tirol caber
Deu tres voltas em quatro tempos, na triza pin
De modo tão fereno e fiso num ódio extremo
As guerrilhas foram intensas, duras, bravias
Estilhaços e carabaços, arremesso de beritas
Investidas das mais infusas e funas recorria
Deus, sábio viso, resolveu todas as vencilhas
Tempo encerrado está, acertos e relatos gono
Aqui se fecha três tempos em um só tempo
De batalhas e confrontos por runas invejosos
Tanto faz o feito, Deus em tudo vence sempre
Nilma Da Silva Coimbra
Fez o relógio retroceder para o mal tirol caber
Deu tres voltas em quatro tempos, na triza pin
De modo tão fereno e fiso num ódio extremo
As guerrilhas foram intensas, duras, bravias
Estilhaços e carabaços, arremesso de beritas
Investidas das mais infusas e funas recorria
Deus, sábio viso, resolveu todas as vencilhas
Tempo encerrado está, acertos e relatos gono
Aqui se fecha três tempos em um só tempo
De batalhas e confrontos por runas invejosos
Tanto faz o feito, Deus em tudo vence sempre
Nilma Da Silva Coimbra
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