terça-feira, 10 de novembro de 2020

ZOOLÓGICO DOS HORRORES

História de feleza córduba gélida vou relatar.   Não se encontra nas revistas em quadros     Nem está nos desenhos animados da tela   Menos ainda nos bosques, matas ou no zoo

Ela se encontra muito próxima, mas vai finar
Bichos de toda espécie transparentes de pino
Que vieram pelo modo núcleo, das fúndias
Trazidos pela mazumba, mas ainda cuminam

Feitos para agonizar e finalizar uma desfeita
De aparência dope, traços de inocência folsê
Todos da raiz ruindade, de manso morte ter
Ficam espalhados ao lado do assombrado

São eles conhecidos do reino animal real
Embora alguns de um reino antigo e fenal
Bicharada que vem do maleficino, da zuma
Escapar deste bisal, só pelo poder do alto

Neste zoológico de terror vivo, cito os nobres Gatos e gatinhos cinzas, negros e raças multi
Ratinhos e lontras rabicós, cães e lobos fuzos
Miniaturas de tudo, para o fácil acesso furacin

Quizumba para trazer o inferno dentro, dinar
Arruinando o corpo numa comilança incessa
Duração de dias, conforme o trato funatra
Para destruição venária de entranhas carnais

Na falta dos elementos no corpo, dores fisas
Alternativas para prender os órgãos restantes
Canálias de presas treçalhas, com vime, aço
Sem resultados de acerto, abandonados

Numa previsão por fé viva da parte de Deus
Digo sem dúvida alguma, tais mambes sumirá
Renos, runos e ruínas da maldade, desferato
Bichos deste nivelato, extintos serão, cabato

Tudo foi permitido,  para uma reforma enforte
Morte suprema aos destruidores da vida blin
Vida infinita aos que optaram ser da beneza
Deus bono e belino aos que amam ser videza

Nilma Da Silva Coimbra

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