Nem tenho como intuito o menosprezar
Gente pequena pode ter beleza exterior
O que mais falta entre estes, é o pensar
Podem até terem seus encantos, gantos
Ou passarem despercebidos, invisíveis
O fato é que, onde estão, são insensatos
O fato é que, onde estão, são insensatos
Pequinês no cérebro, mente limitada
Tempo e ação sempre deve ser único
Nem sempre é o que se vê, desarranjo
O pequeno esboça valores distorcidos
Expressa sentimentos vãos, diz tolices
Nem sempre é o que se vê, desarranjo
O pequeno esboça valores distorcidos
Expressa sentimentos vãos, diz tolices
Gente de mente pequena exalta o erro
Não consegue absorver a realidade
O avesso tem mais propriedade, difama
Prioriza o que irá se perder, foge da reta
Não consegue absorver a realidade
O avesso tem mais propriedade, difama
Prioriza o que irá se perder, foge da reta
Dirá você, talvez eles não tiveram opção
Quem sabe os pesares causaram danos
Engana-se, quem os vê na inocência
Não querem mudar, espalham farofa
Quem sabe os pesares causaram danos
Engana-se, quem os vê na inocência
Não querem mudar, espalham farofa
Destes tantos, se puder, não conviva
Afasta-te dos que lhe roubam tempo
Tiram seu equilíbrio, sua estabilidade
E ainda se deleitam nesta atrocidade
Afasta-te dos que lhe roubam tempo
Tiram seu equilíbrio, sua estabilidade
E ainda se deleitam nesta atrocidade
Aquele que tem como meta o crescer
Não se atém nestes enroscos banais
Mira no futuro, nas prizas, prossegue
Gente de valor, transpõe, transcende
Não se atém nestes enroscos banais
Mira no futuro, nas prizas, prossegue
Gente de valor, transpõe, transcende
Nilma Da Silva Coimbra
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