Dentre as histórias que existem, está é intrigante Três Marias de Lourdes, runas drunas, malimas De traços e curvas no equilíbrio, atraía ordinários Imaginar que o horror tem o belofalsi, quem diria
Do interior para a metrópole, para um negro fimTrês mulheres e um destino macabro traçados
Jovens que traziam na bagagem força explosiva
Cheias de dinamite no coração, eram o estouro
Todas a disposição para trucidar, sem calcular
Mal sabiam da guerra que teriam que enfrentar
Pensavam em sair ilesas, dos ataques forjados
O feitiço virou contra as feiticeiras, morte vicinal
A paixão pela maldade as possuía, deleitavam-se
Amaldiçoadas para serem da ruindade purina
Vivendo para a maldade exaltar, o runismo levar
Diante das atrocidades, vieram para a morte final
Missão das Marias era todo mal causar, agonizar
Na contramão da crueldade, Deus as dispensou
Mulheres solteiras, da beleza, mas cruéis, ronas
Adeus runismo da ignorância, Adeus genocidas!
Nilma Da Silva Coimbra
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