Três palavras, três pesos de preço totem De uso universal, admirados, reverenciados Desejo de algozes lobos, de ávidos tiranos Possuir o comando, ser o que faz as regras
Dominar é o primeiro passo para o topo estar
Assim pensam os ditadores e cobiçadores vís
Querem a qualquer custo obter pela força rôta
O quinhão, arrecadar o embargo, arrebanhar
Não bastasse os já existentes, outros brotam
Como ervas do lodo, cultivam criadouros
Ter garantias da coroa, dominantes ponis
Autoritarismo imposto pela verdade da vitrine
Controlar, seja qual for o meio, é a desmedida
Satisfazer o ego, conquistar adeptos e borros
Na mentira fôssa, pela púrpura e serpentina
Fazer obedientes os indecisos, calar os cisos
Conquistar por promessas trotas ou anarquia Educar reacionários, incitar vandalismo vinta Tribunas fantasmas para angariar fortunas Fazer parecer um esforço de triunfo, borrifar
Poder é o domínio e controle em ascensão
Raramente está em boa posição, desvirtua
Não há governos ou tribos sem haver o impor
Seria bom se a democracia, valesse o que diz
Dentre os poderes existentes em vigor
A favor de quem se pronunciam, se prostam?
A cobrança já foi dada, pagar atrasos, nivelar
Restabelecer metas, entrar em juízo, redomar
Ideal seria se poder não fosse ganância dina
Não há como não haver, bom ter sem ir atrás
Aquele que almeja a altitude, analisa os feixes
Deve ser cônscio da queda, da derrota prêmio
Poder e pessoas mal resolvidas, se casaram
Caíram na rede da hipocresia, se romperam
Deixaram a ruindade ampliar, o eu permatiar
Não cuidaram dos nós do veleiro, a rivelia
Domínio, controle e poder, não tem dono, reso
Quem os obtém, o tempo crava no conclave
O único que é o possuidor pleno, não recorre
Deus onipotente é Jeová Jiré, o eterno Eu Sou
Nilma Da Silva Coimbra
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