Em nenhum arraial se vê tamanho fogo cruzante Aqui é a batalha dominante, de um confronto Nenhuma guerra se compara a este front As armas são todas, o que tiver, será arremesso
Falo de um enfrentamento de anos, sem paradaUma luta de fervo, de grandes querentos, fuzante
De brigas tridentes, imposições de cerca, grisas
O tempo todo há um galego a traçar queimadas
Zona de guerrilha por uma causa nobre, de pome
Que já determina neste tempo um novo começo
Onde "coisas ruins" não mais irão se manifestar
Providências sendo feitas pelo Pai para o ajuste
Noite e dia há combates, com trincheiras de brita
Pelejas, articulações, união de grumês, arranjos
Lançamentos de contínuas trisas, já estão finitas
Resta outras demandas, igualmente perversas
Mesmo diante de retiradas e quebras de vandos
A ruindade quer dominar, a crueldade quer cavar
De formas oblíquas querem destruir, estagnar
Pelos caminhos e atalhos da invenção malvina
Ainda há inúmeras pedras a pisar e a carregar
Tribulações na sala de espera, irão fugir e sumir
O fogo pode vir de que lado for, irá sucumbir
Deus o dono de tudo, faz a nova casa ressurgir
Nilma Da Silva Coimbra
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