domingo, 25 de julho de 2021

MEUS DESAFIOS

 Enfrentar obstáculos, desbancar  imperdoáveis     Enfrentar covardes, incitadores, beluscos nodos   Sem temer as queixadas,  barricadas de ganchos   Ir até  as últimas perreias, desnudar os gerúndios

Duelo de garrotes, de forças sangrentas, em fúria
Confronto diário com trevas, bestas feras à caça
Como lobos e hienas a fome os domina, grunem
Sem freios e controle agem como desordenados

Ganância desmesurada, ávidos, se ter for negado
Inimigos de si mesmos, desprovidos, perigosos
Neste desafio contínuo, meu Pai me resguarda
Não  busco as guerridas, sinto o repuxo guto

Provocadores natos, perturbar é lazer, o divertir
Disfarçados de gente, pele de demônios e vinil
Comem de nardo, negam o fato, exibem a dieta
A verdade é o terror camufla, querem carne viva

Carregam o fardo pesado da inveja e intolerância
Sabem que nunca foram humanos, aí a revolta
Odeiam Deus, o bem, os que são salvos repelem
Possuem no corpo a marca 666, a besta do fim

Meus desafios tem sido renovados, calcados
Pelejas e ataques de fórcepas, garras para rasgo
Era dos espíritos é passado, buscam o recesso
Feiticeiros não mais haverá, decreto sem reverso

Opressores e impositivos, sede de poder, posse
Maldosos, infiéis, querem permanecer ruidosos
Runas destruidores não poderão subsistir, finate
Vencedores são todos os guerreiros de Deus

Nilma Da Silva Coimbra

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