Enfrentar obstáculos, desbancar imperdoáveis Enfrentar covardes, incitadores, beluscos nodos Sem temer as queixadas, barricadas de ganchos Ir até as últimas perreias, desnudar os gerúndios
Duelo de garrotes, de forças sangrentas, em fúriaConfronto diário com trevas, bestas feras à caça
Como lobos e hienas a fome os domina, grunem
Sem freios e controle agem como desordenados
Ganância desmesurada, ávidos, se ter for negado
Inimigos de si mesmos, desprovidos, perigosos
Neste desafio contínuo, meu Pai me resguarda
Não busco as guerridas, sinto o repuxo guto
Provocadores natos, perturbar é lazer, o divertir
Disfarçados de gente, pele de demônios e vinil
Comem de nardo, negam o fato, exibem a dieta
A verdade é o terror camufla, querem carne viva
Carregam o fardo pesado da inveja e intolerância
Sabem que nunca foram humanos, aí a revolta
Odeiam Deus, o bem, os que são salvos repelem
Possuem no corpo a marca 666, a besta do fim
Meus desafios tem sido renovados, calcados
Pelejas e ataques de fórcepas, garras para rasgo
Era dos espíritos é passado, buscam o recesso
Feiticeiros não mais haverá, decreto sem reverso
Opressores e impositivos, sede de poder, posse
Maldosos, infiéis, querem permanecer ruidosos
Runas destruidores não poderão subsistir, finate
Vencedores são todos os guerreiros de Deus
Nilma Da Silva Coimbra
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