Todos querem e pedem a paz,
Por todos os cantos e recantos,
A euforia é calórica, todos clamam:
Paz queremos, paz desejamos!
Mas será que ela está dentro de nós?
Onde ela começa e termina?
Posso repassar o que não possuo?
Alguém sem paz, pode entedê-la?
Violência grita, saltita e repica,
Todo universo imerso nesse despautério,
Salvo poucos renascidos, inconformados,
Que libertaram-se, desprenderam-se.
Posso ser a paz, quando há fúria em mim?
Falo da paz, mas a raiva explode quando sou desapontada?
Ergo a bandeira, vou as ruas, paz digo,
e se alguém me afronta, revido a desfeita?
Que insurgência de atitudes onde a discrepância é impune?
Homens que exaltam a paz, também exaltam a guerra.
Mulheres que bradam a paz no lar,
são as primeiras a fomentar a discórdia,
Gente descontente, sem rumo, petulante.
O que fazer diante deste conflito?
Se somos tão divergentes, incoerentes,
podemos propiciar a paz indulgente?
Reflita este proeminente, enfrente:
Promovo a paz, tendo furor sagaz?
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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