Hoje quero mostrar o lado da moeda avessa As luzes do Penharol, que não eram bonitas O atrativo que parece lindo, só na belindra As iscas para pescar mentes despreparadas
Deus vê o cume da geleira e abaixo dela o fim
Sabe das intemperanças humanas semeadas
Conhece os desvarios e doidices das mentes
Ora estão em pacto combo, ora em rebeldia
Querem Deus para usufruir, não para servir
Amor, na prática ação desconhecida, só dita
Insistem unir o rona ao que é santo, insano
Fazem questão de exibir o berílio, só de frente
Então querem Deus junto e misturado no fogo
Numa mistura de caboclo com alimento vino
O que é excelente, não interage com a ruinaria
Deus é presente na beleza da alma digna
Ele não está nas lojas para vender ou comprar
Nem no banco para guardar, se perder, acabar
Não convive com relações temporais nichas
Muito menos no falso parecer, o não ser
Deus não participa ou colue com trapaças
Ele não aceita chantagens, nem usurpação
Ele não faz acordos com divisas profanas
Ele não está lá onde a ruindade proclama
Quem pensar em juntar joio com trigo e ligar
Êxito não irá alcançar, são opostos, distintos
Um é o alimento da vida, outro é a podridão
Ele não está lá onde há morte, é Deus verídia
Nilma Da Silva Coimbra
Nem no banco para guardar, se perder, acabar
Não convive com relações temporais nichas
Muito menos no falso parecer, o não ser
Deus não participa ou colue com trapaças
Ele não aceita chantagens, nem usurpação
Ele não faz acordos com divisas profanas
Ele não está lá onde a ruindade proclama
Quem pensar em juntar joio com trigo e ligar
Êxito não irá alcançar, são opostos, distintos
Um é o alimento da vida, outro é a podridão
Ele não está lá onde há morte, é Deus verídia
Nilma Da Silva Coimbra
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