quarta-feira, 27 de novembro de 2019

DESTREVO DESFEITO

Reta da linha de chegada,
Bandeira vai ser encenada,
Tudo pronto para a a grande finala
O destrevo foi desfeito, sem cavernada

Tantas foram as investidas, rustidas
Que medidas radicais foram dadas
Dífaras de pontas finas deram a sentença da bravata

Fornalha fervente, armadilha preparada
Boiadas intermináveis, sem sossego
Miniaturas de gente, bonecas viventes
Formas de vidas transparentes, perdidas

Ataques intermitentes, estigmas indecentes
Animais sem cor, mas carregados de dor
Vidas cruéis, exigentes, astúcia maligna
Ardis dos mais complicados, destrutivos

Estratégias foram sendo calculadas
Carreatas de seres não humanos, insanos
Brincadeiras de pequeninos, contundentes
Disfarçam o real pesadelo, zoneamento

O ódio pelo descanso, dormir ato não concedido
Tudo armado para o arranque, incisivo
Comandas de todos os tipos, feitiços
Tudo previsto, combinado entre todos

Tempo sempre desperdiçado, jogado
Nenhuma atividade possuem, nada fazem
Trabalho não é aceito, rejeitam no todo
Usam outros para obter ganho, roubam

Desatinam no pensamento, zunem no conflito
Falam desordenadamente, sem controle
São dóceis no tratar, quietos, em artimanha
Por dentro, são duros, sem sentimentos

Diante desta balbúrdia sobrenatural
O desaprêco desta intrínseca história
Foi totalmente desvendada na empreitada
Pela determinação e amor de Deus pelos seus filhos

Destruição total seria se não interpelasse
O mal instituído seria em larga escala
Se Deus o supremo não viesse a legalizar
Obra tão minuciosa e cheia de fornúcias

Engrandeçam a Deus em frases dignas
Alegrem-se e exaltem o Deus de vitórias
Pois Ele fez o escondido ser conhecido
Deus veio em justiça, esfacelou os inimigos

Nilma Da Silva Coimbra






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