segunda-feira, 18 de novembro de 2019

PRESTAR HONRA

Prestar honra a quem merece honra, não é uma attitude comum no dia a dia entre as pessoas.

Muitas pessoas recebem honra ao mérito, quando de alguma forma, prestam serviço a uma comunidade, ou ainda ganham medalhas por alcançarem um determinado objetivo e desafio.

Me refiro a prestar honra como uma retribuição de algo que nos foi dado por alguém.

É muito bom ganhar tudo de bom e o melhor que a vida pode oferecer. O dinheiro pode contribuir como um meio, mas a fonte de todo bem vem do nosso Deus.

Não é todos os dias que ganhamos presentes nesta terra que vivemos, mas com certeza Deus nos deu o maior e melhor bem que é a vida. Cabe-nos cuidar bem dela.

Retribuição e dedicação são qualidades raras. Gostamos de ser amados, paparicados, bem tratados, respeitados e até reconhecidos, embora este último ítem, ninguém deveria esperar neste mundo, mas o fato é que a maioria de nós não retribui na mesma medida as dádivas recebidas, antes esquecemos e não valorizamos o bem que nos é oferecido.

O que nós fazemos bem, é cobrar o que nos é prometido, e cobrar o que nos é prometido e reclamar do que nos foi negado.

O que acontece conosco, é que desprezamos as beatitudes que nos é doado com amor. É hora já tardia, de mudar este quadrante, e devolver o bem com a mesma formosura ou em igual conjuntura.

Quantas honras recebemos e quantas retribuimos? Os que nos amam de verdade dão a vida por nós, e o que fazemos por eles? O que estamos fazendo por aqueles que dão o melhor para nós?

Muito além de uma entrega humana, Deus o dono de todo o universo, dá o melhor para os seus filhos. Sempre o que é de mais valioso e caro. O que não se pode comprar.

Ainda que possamos nos esforçar, não temos dado toda a honra aquele que é Deus supremo. Está na hora de amadurecer nosso carácter, prestar honra em reconhecimento, em amor ao nosso Pai, que não nos abandona, mas está sempre se fazendo presente. O mundo precisa de mais amor, dando honra a quem merece honra, acima de tudo à Deus, autor de toda a vida que há.

Nilma Da Silva Coimbra

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