A história que Hollywood vetou, digo na frisa Não de uma burguesa, mas de uma guerreira Que em vez de ser a estrela, foi a mal vista Sugada foi, mas pela árvore do desencanto
Nasceu para trazer a veleza, sem saberCada dia de vida era uma guerra de traves
Dois lados de embates, o bem e o mal tirizam
O capucho desferindo, rindo, Deus impedindo
Era o terror implantado para a derrubada fusa
O buna se aliou a seus discípulos, em trinas
Assim Alucha, era perseguida, mas protegida
Nada lhe foi revelado, seguia seu curso diário
Seu nome e origem eram desconhecidos
Pouco importava para os exploradores bóras
O país das maravilhas se tornou da revelia
O que era peso certo, reverteu em extravios
Fantasias e fantoches havia em demasia
Muita moeda saindo pela culatra, sem medida
Pobres com muito dinheiro, rumos difusos
Uma vida, um elo divino, uma sentença funa
Anos seguidos de muita festa de rivanchê
O país outrora da ilusão, agora é o real visto
Maravilhas podem agora acontecer, sem purir
Deus pôs o ponto final, adeus foranjes e fulas
Alucha, agora pode viver, sem as demandas
Cravado foi o seu destino, dura a tarântola
O mundo se recobrando de muitas dorindas
Deus livrou Alucha, por amor livra o mundo
Nilma Da Silva Coimbra
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