Brincar, uma delícia, quando criança, divertido Se adulto, revigora, aflora dentro o riso bonito Brincadeira não tem idade, deixa leve a vida Faz a dor ser expurgada, traz alívio, aproxima
Faz parte levar a vida sem ter que ser prisãoSoltar amarras, laços tesos, ser livre, folgar
Seriedade faz parte, ser responsável, honrado
Deixar o espírito em mansidão, dançar e limar
Todavia, brincar tem limite, equiparar atitudes
Extremos causam transtornos, há reviravolta
Brincar de não se importar, é descaso danoso
Jogos da vida real, são pra valer, é cobrado
Almas vendidas, entregues a sorte esquecida
Escolhidas a dedo, para uma obra ruim guza
Por um ser desprezível das trevas, coisa má
Para destruir a raça humana, por inveja ruída
Inconsequentes, sem consciência, perdidos
Tratam a vida como se houvesse rascunho
Não vivem, como um barco furado afundam
Tanto faz se der errado, tanto mais enfurecer
Seres de alta maligna, demônios disfarçados
Parecidos com gente, humanos nunca serão
Por dentro, o pretume mórbido da ruindade
Dia e noite a pensar como matar, desvencilhar
Vidas dedicadas a desgraçar, sem parar
Sem conhecimento destroem a si mesmos
Brincam de mortificar e morrer em fusão
Dizem ser um povo unido, ações contrariam
Descendentes de pais da semente belzebu
Criados a revelia, sem disciplina, na peligra
Ensinados a repassar o mal, a qualquer custo
Obedientes a espíritos, recusam a Deus
Querem viver, mas a morte os dominam
As voltas com o barbarismo, atacam, inferem
Só sentem a própria dor, se derrotados são
Reclamar é proibido em público, tudo oculto
Não se importam com ninguém, frieza vulta
O gosto pelo lado negro, os faz servos de si
Sem limites para ferir, de volta recebem a fita
E assim prosseguem jogando a vida no lixo
Como na roleta russa, o tiro não manda avisar
Andam numa linha tênue, prestes a finar
Na ponte das tábuas podres, pulam e vibram
Cometem loucuras, armam doidices, riem
Galhofar da vida, é zombar da dona morte
É gracejar com menosprezo, ser indiferente
Debochar, se inflamar, e ainda pisar, humilhar
O relógio está a marcar, Deus o basta dará
Nilma Da Silva Coimbra
Tratam a vida como se houvesse rascunho
Não vivem, como um barco furado afundam
Tanto faz se der errado, tanto mais enfurecer
Seres de alta maligna, demônios disfarçados
Parecidos com gente, humanos nunca serão
Por dentro, o pretume mórbido da ruindade
Dia e noite a pensar como matar, desvencilhar
Vidas dedicadas a desgraçar, sem parar
Sem conhecimento destroem a si mesmos
Brincam de mortificar e morrer em fusão
Dizem ser um povo unido, ações contrariam
Descendentes de pais da semente belzebu
Criados a revelia, sem disciplina, na peligra
Ensinados a repassar o mal, a qualquer custo
Obedientes a espíritos, recusam a Deus
Querem viver, mas a morte os dominam
As voltas com o barbarismo, atacam, inferem
Só sentem a própria dor, se derrotados são
Reclamar é proibido em público, tudo oculto
Não se importam com ninguém, frieza vulta
O gosto pelo lado negro, os faz servos de si
Sem limites para ferir, de volta recebem a fita
E assim prosseguem jogando a vida no lixo
Como na roleta russa, o tiro não manda avisar
Andam numa linha tênue, prestes a finar
Na ponte das tábuas podres, pulam e vibram
Cometem loucuras, armam doidices, riem
Galhofar da vida, é zombar da dona morte
É gracejar com menosprezo, ser indiferente
Debochar, se inflamar, e ainda pisar, humilhar
O relógio está a marcar, Deus o basta dará
Nilma Da Silva Coimbra
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