sábado, 7 de março de 2020

ADEUS, ADEUS

Adeus, chegou a hora do finidi, da seluda
O dia da despedida, a separação do fardo
Não mais dor da destruição, dor da dúria
A justiça de Deus veio com braveza mor

Todas as penúrias desfeitas, derrubadas
Os tiranos estão mortos, os salvos vivos
Diabos infusos, demônios de carne, goni
Tantas foram as retinias, as britas tiniam

Todas as palavras não caberiam aqui
Direi em facetas, nas outras prosas visas
Neste contexto, digo breves concisas
O autor da vida, o grande "EU SOU", selou

A vitória, a conquista definita, em brol
Deus penta, macetou grilhões de servidão
Ninguém conseguiu o feito tão perfeito
Adeus runas ruínas, adeus ruindade funa

Deus senda, justiceiro, guerreiro tenaz
Sabedoria de alteza, rei do amor, do viver
Fez com honra centauro, a vinida florete
Este dia seja lembrado como o dia cona

O dia que o bem do supremo vetou o mal
O benefan, o bom mais gântala ressurgiu
Abriu as portas das verandias, triunfou
Engrandeça o Pai vine, exulteça o prana

Nilma Da Silva Coimbra

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