terça-feira, 17 de março de 2020

RUINDADE MÓRBIDA

Sem limites, sem ponto que dá ponto,
A exégese da tríade, a doidice sem freio
Sem definição para tal loucura explícita
Nem os fiúnas atinavam sua procedência

Ruindade para muitos, antes apreciada
Agora rejeitada, veganizada, imprestável
Morte sempre será seu nome, no informe
Veneno é seu componente, veniva fênica

Maldade mindra, saindo pelos poros
Inteligência roubada, burrice natura, crua
Perpetuar a crueldade, por honra podre
Difundir a malefícia, propagar o benguá

Agir em todas as felenícias, infiltrar, crave
Infiuzar, penetrar, por todas as entradas
Matar por dentro, destroçar, canibais fun
Enviar pretárias de venedos, aterrorizar

Artroças, trolas, argamoças, arremessos
Argolas, fêndicas, troceiras, ferrolhos
Bichos de marcaçao, de encabatamento
Sofismas de feitiço, imagens visuê falsê

Canibras de arrolo, forcepas de miolos
Pernetas de correntes, alçapas de volves
Carretas de pelintras, formantes no todo
Soprantes de corcepas, alvoroços poles

A banalidade besta, o ato sem coerência
Conseguir êxito, sem avalias, descompo
Ter o pretendido, para jogar no lixo mixo
Depois o abandono, iniciar novo freburê

Inergúmenos, idiotice abaixo da zoenice
Deus vencendo sempre, runas na ruína
Desprezam Deus, anseiam serem derrota
Negam a verdade, a desprezam sem ter

Finalizando este furacim, demais ruim
Afirmo com todas as forças, sem receio
O bem já tomou seu lugar, está no estar
Deus o triuno mor, este sim é o perpétuo

Ruindade da destruição, essência fenil
Os ferozes zarucks se perderam, canou
As valizes se quebraram, danou-se
Os que são do Pai delai, são vencedores

Nilma Da Silva Coimbra

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