Tempo de horrores vivemos, de transição
Grande é a refenda, gemidos de dor, malo
Perturbações das profundas escuridões
Transtornos infindáveis, tirania a vista
A busca pelo ouro, sem saber da revenda
Ter para nada, abandonar a causa, fezer
Loucura se apoderou dos zimbos, canou
Querem matar o que lhes dá vida, dinos
Armam fenicas complicadas, ardilosas
Pensam ser entendidos, mas gampeiam
Fracos na força bendona, são deficientes
Destruição, este é lema, agir sem atinar
Pequenos querendo ser vistos, fracotes
Gostam de fazer entender em falotes
Trapaças de ruindade ruína, zumbizaz
Não aceitam perder, fracassando sempre
Sem forças, corpo em morte crescente
Mente em total confusão, falida, fenida
Querem sobreviver para poder desfazer
O tudo é o nada, e o nada é o que sabem
Fazem suas faláceas se expandirem
Feiticeiros da zumbilândia, ditam a morte
Vírus por encomenda, para suas arpaças
Mundo desavisado, regras bizus, cones
Nem toda doença é do armário, fumaça
Nem todo lápis é da piraca, festa de vime
Neste fundo de galo, a cor disfarça, retrô
Jogar o vinagre, mas sem ver o veneno
Assolação dos perialtos, desalinho forro
O bom é muito, porcaria é permitida,
Escondem seus desejos, falseiam ferida
Muito está no outro, no belo da inveja
Decadência dos impositores, feudais
Insanos assumidos, mas presos no osso
Na dúvida, a delegacia é na casa rina
O findendo, nada a acrescentar, fendendo
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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