sábado, 7 de março de 2020

RUÍNA DA LOUCURA

Loucura, é o nome da ruinda vista
Vinda dos tempos passados, de fardos
Dos ancestrais de gona, de fuina vasta
Onde a doidice imperava para rebotes

Crueldade gritante e tão militante, rinda
De tal forcida, impregnante, voraz e vina
Mentes modificadas pelas muitas binas
Desejos de forundas, farras das gorundas

Tantas foram as feitas para prazer criar
Que importar-se com pós danos, venaria
Nestes termos, infindáveis atrocidades
Não cessam de pensar em destruir, fenir

Armolas, feizões de efeitos, grilhões dova
Trapaças intrínsecas, de cruzes infiuças
Unidos num mesmo fim de roga, matar
Destroçar a rina belina, se fundirem, goni

A raiz de toda tal armassa robessa, fesga
Está na inferioridade da inveja presga, vil
Mistura de massas logras, colossas
Ingredientes de venenos vários zemados

A morbidez chegou ao seu ponto máximo
Nenhum respeito pela vida, morte de ida
Sensações são tão raras, resta as infisas
Assim se matam, querendo viver, trocidar

Após anos de tantas malefecias incessas
Cérebros deformados, destruídos, dinos
Por demônios, bichos de vermes, carátias
Insensatez desmedida, razão conosada

Por tais fatores tão contundentes, ferren
Não há outra alternativa para desvalidar
As medidas serão de extrema tenência
Ruína será exterminada, morte certa crun

Nilma Da Silva Coimbra















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