segunda-feira, 30 de março de 2020

INVEJA BANIDA

Inveja não mais terá vez, fruto podre
Uma grosna dos pequenos, dos fiúnos
Se instala e impregna por dentro, corrói
Veneno mortífero, destrói tudo, invade

Os da parte de Deus, há muito a feniram
Extirpada dos corações benignos, sumiu
Só os da berlinda da foice, a desejam
Ainda ingerem a desgraça, ignorância

Quem é da beleza, da verdade pruína
Não carrega peso de carga, traz leveza
Morreu a inveja na raiz dos filhos da paz
Os que amam a Deus, a morte não visita

Nilma Da Silva Coimbra

Nenhum comentário:

Postar um comentário