Olho a desorga, da manorga, cassaba
Em frente de minha janela, que desfeita
O fiuno já se confinou, a cazorga guinou
O que ficou foi a troça das palhoças
Monte de torgas atravessadas viradas
Cada dia, uma remexida torta, morta
O desejar destruir, ainda que gore
Entrementes de pedras sobrepostas
Telhas em ajuntamento, tapete, cimento
Barca preta furada, canos envergados
Soma de tranqueiras velhas, arte runa
Feiura a traços vistos, que desgaste
Tempo em desperdício, o nada finalizou
Por mais que se prove a ganoada ruína
A ignorância retrógrada quer a quizumba
Repelem a providência divina, descartam
Negam a Deus, rejeitam com suas artes
Prevalece o mal feito, a feitura da cobra
Remorso é inexistente, desamor presente
Se afundam na areia movediça, no manto
Fim em desatino e panorga, cavalhaço
Necessário desfazer as canorgas, brocas
Se permanecer as malfindas, descarrilho
Então há de se convir, mal com mal vir
Para o fim da ruindade profana, doidivana
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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