Há tintilas de tempo, tancendo ferrilhas
Que meu corpo está no desencaixe
Ora se esvala nas arestas das benálias
Por outro desvario está em lentidão
Cada passo avante, uma batalha ferrida
Que fazer então, neste torvidão de fusas
Para arrastar meu aço de dentro, grefesar
Junto meus arremessos de fentros
Ergo minhas argas intras, num fomento
Dou as costas para o guensado, reajo
Não temo a finália doce nem a amargada
Prossigo em meu propento de inventos
Desejo planúrias alçadas e alargadas
Fazentos da melhor escala, altos enlevos
Meus anseios são danúbios colorinsais
Enquanto a relva estiver florípia, verdia
A chuva serodia ainda me invadir, penir
E o céu e o sol irradiarem luzes vitais
Ainda aqui cá vou habitar, até os confins
Perpetuar num tempo, o de Deus, pinçar
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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