Quantos desacertos sofri, desafetos
Muitas pelegas passei, enfrentei
Arcapaços de tantos lados e contrastes
Desferidos foram muitos os retrozes
Algozes de truques tunísios, perfídios
Armados de forças repugnas, injustas
Cravei torontos de guríndias, entraves
Conheci feríndias profundas, infindas
Destratei o que me infringia açoites
Pois o tal era o espírito negro vanguver
Retaliações vieram pelos seguidores
Almejaram intentos sórdidos, calhordos
Fizeram dardos de peregos e alçaram
Cavucaram ibiúnas para me destroçar
Desfizeram acertos para me afrontar
Perdi muitas embrenhadas de vivas
Cassei argurões de fibras congruentes
Desbotei no laço vasos de perfurentes
Fintei agulhas de vibrões em querentes
Guardei minhas amarras de perentes
Confiei em armadas de pintadas podres
Cavalguei por feregos de confrontos
Divaguei por ondas de calhaços tortos
Entrei por casas de penumbra fiorte
Desnudei minhas moradas, fraldei
Coloquei aos pés do morto as botas
Encerrei o desfecho das tortas finotas
Calquei fundo meu pisar e dei as costas
Desfigurei os conformes e dei o trato
Nada deixei de lado, configurei o prato
Nilma Da Silva Coimbra
Aqui deixo minhas palavras de diversas formas, através de poesias, versos, contos, citacoes, pensamentos, expressando o que eu sinto, da minha maneira, ora com descontração, ora com palavras .mais truncadas, esmerada, dependendo da situação vivida. Faço em parceria com Deus amor, o Deus verdadeiro e sempre presente em minha vida. MUDANÇAS: Antes: versospremissas.blogspot.com Atual: textospremissas.blogspot.com Antes: versosposters.blogspot.com Atual: textosposterspremissas.blogspot.com
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